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terça-feira, 29 de julho de 2014
7 características que chefes devem procurar em profissionais
Os profissionais não devem apresentar apenas qualificações básicas: eles precisam ter habilidades extras para se destacar. E o que realmente faz a diferença nos profissionais de sucesso são as características subjetivas.
Saiba, abaixo, quais são elas. E as use para contratar talentos e ter uma equipe eficiente.
1. Alegria
Ninguém gosta de trabalhar com pessoas descontentes. Negatividade, drama e atitudes melancólicas prejudicam a empresa inteira. A alegria reflete a habilidade de vencer obstáculos sem perder a confiança. Procure pelos seguintes sinais de felicidade:
• Sorrisos e risadas
• Músculos relaxados
• Linguagem corporal receptiva
2. Criatividade
Mesmo se a vaga em questão não exigir criatividade, a característica é valorizada no ambiente profissional. Inovação é capaz de maximizar o potencial de um funcionário. Pessoas criativas poderão descobrir novas formas de realizar as mesmas atividades, além de guiarem a empresa em direção ao sucesso.
3. Agitação
Como diz o ditado, tempo é dinheiro, mas não é necessariamente ágil que o funcionário deve ser. A eficiência nas tarefas é ainda mais visada. A equipe deve ser capaz de produzir algo com qualidade, porém sem gastos excessivos de tempo e dinheiro. Agitação na dose certa mostra interesse e deve ser uma das características procuradas.
4. Honestidade
Nada é tão decepcionante quanto a desonestidade. Funcionários serão confiados com informações exclusivas de empresas e precisam guardá-las. Um profissional sem esta qualidade compromete o desempenho e a saúde do negócio. Currículos devem ser analisados com cuidado e acompanhados de entrevistas detalhadas.
5. Flexibilidade
As pessoas de sua equipe precisam fazer o máximo possível para ajudar a empresa. Isso não significa trabalhar horas absurdas, mas seus funcionários devem ser flexíveis para encarar situações atípicas ocasionalmente.
6. Paixão
Os profissionais envolvidos em seu negócio são os mesmos que muitas vezes lidam com o seu verdadeiro sonho. É importante que eles sintam prazer no que fazem todos os dias e não encarem as tarefas como obrigações. Mesmo se a vaga não for exatamente o que o candidato procura, talvez ele se identifique com a empresa e queira traçar uma carreira por lá. Funcionários apaixonados pelo trabalho são mais divertidos e alegram o ambiente profissional.
7. Confiança
Você prefere alguém que se esconde diante de um desafio ou que o encara mesmo tendo pouca chance de vencê-lo? Obstáculos não devem desestimular sua equipe. Funcionários devem exalar confiança mesmo nas tarefas mais simples. Além disso, será mais fácil identificá-lo em meio a outros candidatos, pois ele saberá que merece a vaga.
Fonte: Revista PEGN
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terça-feira, 10 de junho de 2014
O que o cliente nota assim que entra no seu restaurante
Você pode imaginar que tudo em seu bar/restaurante está perfeito: a comida, a equipe, e a decoração, mas você já tentou olhar para tudo isso através dos olhos dos seus clientes?
Assim que passam pela porta, têm uma primeira impressão de seu restaurante, e se ela não for boa, muito provavelmente, não voltarão. Mas, se você pensar como eles, vai identificar as áreas com problema e terá a oportunidade de corrigi-las imediatamente.
A partir da minha percepção, preparei uma relação de pontos a que você deve ficar atento:
O/a recepcionista – Seu/sua recepcionista é, provavelmente, a primeira pessoa com quem seus clientes irão ter contato quando entrarem no restaurante. Se ele/ela for simpático/a, atencioso/a e prestativo/a, poderá ajudá-lo a criar uma grande primeira impressão. No entanto, se a atitude for arrogante, grosseira ou mostrar desatenção, os clientes poderão ir embora no mesmo momento, sem lhe dar uma segunda chance.
A área de espera - Você tem espaço suficiente para que os clientes fiquem acomodados confortavelmente à espera de suas mesas? Ou um bar e/ou serviço de garçom que sirva drinques e aperitivos? Uma tela com vídeo-clips ou outra coisa para mantê-los entretidos? Lembre-se que a espera, às vezes, pode ser longa.
A decoração - Esta é a primeira chance que seus clientes têm para entrar em contato com o conceito do seu restaurante. E, se a decoração não se encaixa com a “ideia” da casa, é bom pensar em mudar, para que eles não sejam confundidos assim entrarem. A decoração deve ser parte do conceito do seu restaurante, não “brigar” contra ele.
Os banheiros – Imagine que os clientes utilizam seu banheiro, enquanto estão esperando por uma mesa. Por certo, você não quer que eles desistam e deixem o restaurante. Como dizia meu pai: “Quando entrar num restaurante vá direto ao banheiro e verifique a limpeza. Ela será igual à limpeza da cozinha.” Acho que não preciso falar mais nada!
Os cheiros - Idealmente todo o restaurante deveria ser preenchido com os deliciosos aromas de sua comida. Mas isso pode não ser verdade, se os odores que forem de gordura ou alimentos queimados.
A iluminação – O ambiente é muito escuro ou iluminado demais? Ou, ainda pior, existem lâmpadas queimadas? A iluminação pode fazer uma grande diferença na impressão que o restaurante passa para os clientes.
Copos, louças e talheres - Antes mesmo que seus clientes façam o pedido, provavelmente já terão contato com copos, talheres e louças. Assim, se houver uma pequena marca de dedo num copo, uma pequena crosta num garfo, ou manchas numa louça, com certeza eles não se sentirão à vontade para escolher os pratos e ficarão imaginando o nível de cuidado que você tem com o resto do restaurante.
Sinalização - Se você tem placas de sinalização, em qualquer lugar onde os clientes vão passar, certifique-se de que sejam feitas de maneira profissional. Uma placa escrita à mão, não é exatamente algo que fará o cliente se sentir confiante sobre o nível de cuidado que você coloca em sua casa. E, isto não quer dizer que o artesanato não seja bem vindo. É só uma questão de profissionalismo.
A limpeza - O chão está sujo? As vidraças/janelas opacas pelo pó e a gordura? As mesas com restos de comida? Tenha certeza de que os clientes vão ver, anotar e se questionar se vale a pena ficar no seu restaurante.
O barulho - O nível de ruído é apropriado para o tipo de restaurante que você administra? É lógico, que os clientes esperam que um bar de esportes seja mais ruidoso do que um bistrô francês, mas mesmo assim, há que se tomar cuidado. O som ambiente faz parte de um bom restaurante: desde que escolhido de acordo com o conceito da casa. Por outro lado, uma boa isolação acústica evita que o tom de voz dos clientes aumente de volume para que eles sejam ouvidos pelos companheiros de mesa.
Para mim, estes itens transmitem a primeira impressão de qualquer bar ou restaurante. Faça com que seus clientes tenham a melhor impressão, assim que passarem pela porta da frente.
Sucesso!!!
Com informações do Blog do Banas
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terça-feira, 1 de abril de 2014
Respeite a ficha técnica
A adoção da ficha técnica traz inúmeras vantagens. Ela irá produzir alimentos com qualidade e quantidade conhecidos, para uma operação determinada. Especifica os ingredientes a serem utilizados – marcas, tipos e variedades; a preparação e os procedimentos de cocção, o rendimento e o tamanho das porções e, em alguns casos, os equipamentos, utensílios, potes, panelas, e até mesmo os talheres necessários para o trabalho. Todos esses detalhes vão facilitar sobremaneira a tarefa da equipe de cozinha e preparação.
Mas, ao contrário do que você possa imaginar, fichas técnicas não são exatamente o que encontramos em livros de receitas. Elas se referem receitas que são “personalizadas” para cada operação. Elas podem começar com idéias que você tirou de outro restaurante, ou livro de receitas, mas, em seguida, ajustada para os equipamentos da sua operação, os ingredientes e tipo de serviço oferecido.
As fichas técnicas são ferramentas de controle de custo para a gestão e o pessoal da cozinha. Elas ajudam na formação de novos funcionários para a cozinha e garantem que a consistência dos alimentos irá se manter, mesmo na ausência temporária, ou definitiva, de pessoas-chave. Quando a receita permanece apenas na cabeça do chef ou cozinheiro, o proprietário e o gestor abdicaram de parte de sua autoridade. E, como tal, você não pode ficar confortável se seu chef é a única pessoa que pode preparar os itens especiais do cardápio do restaurante. Se seu chef não fornecer a ficha técnica para cada item do cardápio, você deve começar a procurar um novo chef.
Operações de redes como Viena, Outback, Galeto’s, Rubayat, e outras, devem ter consistência e qualidade dos alimentos servidos em qualquer unidade, seja em São Paulo ou em Salvador. E isso é realizado com o auxílio das fichas técnicas. Se todos os estabelecimentos seguirem a receita padronizada e comprarem os ingredientes adequados, dos fornecedores aprovados, tanto a consistência quanto o custo serão mantidos.
Se seu restaurante não tem fichas técnicas, ou se elas não estão sendo obedecidas, você terá sérios problemas com a consistência e custos de alimentos. Se as receitas mudarem, faça com que as fichas técnicas reflitam essas alterações. Se permitir que haja desvios dos padrões da receita, você vai perder tanto em custo quanto em consistência e qualidade.
Com informações do Blog do Banas
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sexta-feira, 21 de março de 2014
Crie um ambiente de trabalho agradável
Você tem um cardápio incrível, uma reputação irretocável, então, como fazer para ter uma equipe igualmente surpreendente? Relacionei aqui cinco maneiras de criar um ambiente de trabalho realmente agradável em seu restaurante.
- Contrate uma equipe vencedora. Você precisa de colaboradores comprometidos, dedicados, e que tenham uma atitude que fortaleça o espírito de equipe. Você vai descobrir isso durante a entrevista de contratação, por meio de algumas perguntas-chave. Do tipo “Descreva uma experiência agradável em equipe?” Ou “Que aspectos de uma equipe que você acha mais desafiadores?” Fazer perguntas fundamentais é vital na contratação de grandes profissionais.
- Construa um clima de confiança com os colaboradores.Quando eles sentirem que é depositada confiança no seu (deles) trabalho, estarão mais propensos a assumir novas tarefas. Permita que tomem decisões, e você vai ver novos talentos despertarem.
- Crie um ambiente de crescimento. E isso pode ser feito através de novas tarefas ou promoções. Permita que os colaboradores possam enxergar para além de suas funções atuais. Isto fará com que se tornem cada vez mais comprometidos com o restaurante.
- Comportamento surpreendente? Retribua! Quem não gosta de elogios? Frases simples como: “Bom trabalho!”, “Uau, você é show!” fazem com que os colaboradores sintam mais orgulho do seu trabalho e você irá vê-los se esforçar para ouvir mais cumprimentos. É bom ser elogiado!
- Por último, divirtam-se! Quem quer trabalhar num lugar que odeia? Divirta-se com sua equipe de uma forma com que eles percebam que mesmo o trabalho duro pode ser agradável. Pelo menos uma vez ao ano, promova um encontro de final de semana com os colaboradores e seus cônjuges num local agradável, e diferente do dia a dia. Encontre maneiras de mostrar seu apreço por eles e crie uma atmosfera divertida.
Lembre-se de uma equipe dedicada mantém o moral elevado da empresa, gera eficiência e aumento da receita. Colaboradores que amam o local onde trabalham são os melhores embaixadores do seu negócio.
Com informações do Blog do Banas
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quinta-feira, 13 de março de 2014
Salão X Cozinha
Principalmente nos restaurantes à la carte, existe uma sutil, mas real, tensão que pode se desenvolver entre a equipe de salão e a da cozinha.
O pessoal da cozinha imagina que a equipe de salão ganha muito mais (através das gorjetas), sem as longas horas e condições de trabalho difíceis que têm de suportar.
Às vezes, essa situação pode até transbordar para discussões acaloradas, que resultam numa mentalidade de “nós” versus “eles” que afeta negativamente o moral, o volume de negócios e até mesmo o relacionamento com o cliente.
Existem alguns passos que a gestão pode tomar para melhorar o relacionamento entre a equipe de frente e a retaguarda do restaurante.
Mostre à equipe de salão o quanto seu trabalho, e também a receita potencial, são dependentes da cooperação e de um bom relacionamento com o pessoal da cozinha.
Se você costuma premiar a produtividade, inclua a equipe de retaguarda também. Cada equipe tem que receber um prêmio – tanto salão quanto cozinha/preparação. Seja qual for o prêmio. Ainda é uma das melhores maneiras de levantar o moral da equipe.
Recompense seus melhores colaboradores da cozinha com algumas horas extras a cada semana. Quando as pessoas têm a oportunidade de ganhar mais dinheiro, elas se esquecem de comparar seus ganhos com a equipe de salão.
Tente criar um sistema de divisão das gorjetas que seja equânime. Que todos ganhem. Afinal, a equipe de salão depende diretamente da qualidade e produtividade do pessoal da cozinha. E eles têm que entender isso.
Não deixe que uma situação potencialmente explosiva saia do seu controle no restaurante. Faça o que for necessário para promover a valorização, cooperação e respeito entre seus colaboradores.
Todos vão se beneficiar.
Com informações do Blog do Banas
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
Construa um bom relacionamento com sua equipe
O bom empreendedor deve ter sempre em mente que os empregados são parte fundamental de sua empresa, e que a fidelidade e motivação deles pode ser a diferença entre o sucesso e o fracasso. Agora, como conseguir isso? Uma publicação recente da Forbes listou cinco dicas para os empresários que desejam criar laços duradouros com seus colaboradores.
1. Responsabilidade
Deixe claro para sua equipe que você confia nela, distribua responsabilidades entre eles e os faça sentir que são fundamentais para a empresa. Incentive-os a dominar novas habilidades, competências e capacidades. Caso aja um cargo de liderança livre, dê preferência aos profissionais que já fazem parte da empresa há mais tempo.
2. Respeito
Qualquer profissional quer ser respeitado como pessoa e que suas contribuições sejam apreciadas. Se o empreendedor não reconhece o esforço do funcionário, seja porque está ocupado demais ou distraído com seus próprios interesses, eles provavelmente se sentirão insatisfeitos e irão procurar outro lugar que os motivem.
3. Participação nos lucros e resultados
Reserve uma parte do salário de todos os funcionários para o desempenho da empresa. Isso só não irá motivá-los a trabalhar melhor, mas vai alinhar os interesses da empresa, lucro, com um incentivo extra para sua permanência à medida que vão crescendo na carreira e na empresa. O profissional se sente mais valorizado e fica mais envolvido com a empresa. Pois sua participação trará resultados para eles também, diretamente.
4. Recompensa
A recompensa é semelhante ao respeito e à PLR, mas vai além de recompensas monetárias e entra no campo da gratidão. Ser agradecido pelo trabalho de seus empregados é importante. Ofereça prêmios entre as equipes, realize festas da empresa, apoie empregados que estejam passando por momentos difíceis, com sua família ou consigo mesmo, entre outras atitudes que demonstrem afeto e reconhecimento ao profissional.
5. Tempo para todos
Lembre-se que é o trabalho que permite que a empresa cresça, e tenha sempre em mente que seus funcionários podem, e devem aproveitar suas vidas quando estão fora do escritório. Entenda que seus empregados têm família ou podem ter recessos ocasionados por doenças ou gravidez.
Com informações do site Administradores
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terça-feira, 6 de novembro de 2012
Conheça dez frases que os empreendedores devem evitar falar sobre o seu negócio
Normalmente os empreendedores costumam ser apaixonados por seus negócios e não é difícil vê-los empolgados contando sobre uma nova funcionalidade de suas startups. Apesar da importância desse comprometimento com o projeto, na hora de conversar com um investidos é preciso ter os pés no chão. “Ser transparente 100% do tempo é o melhor caminho para a boa fluidez da sociedade e isso faz com que o investidor adquira cada vez mais confiança no empreendedor”, diz Marcio Santos Filho, associado da Inseed Investimentos.
Geralmente, as oportunidades de conversa com investidores são rápidas, e o tempo serve também para testar o empreendedor, e devem ser certeiras. Neste momento, a fala e a expressão são analisadas pelo interlocutor. “Falar olhando nos olhos mostra que ele sabe o que está falando. Se a pessoa começa a olhar para o alto ou para baixo, é sinal de que ela não está muito confortável”, opina Luisa Ribeiro, CEO da Papaya Ventures.
Tomar cuidado com os clichês e evitar frases de efeito são boas dicas para não errar nesta aproximação. “Esta conversa é parecida com uma entrevista de emprego. O empreendedor tem que fazer a lição de casa e conhecer o perfil do fundo ou da incubadora que ele está conversando”, explica Rafael Duton, sócio fundador da aceleradora 21212. Veja algumas frases que causam uma má impressão nos investidores.
“Minha equipe ainda não está tão boa”
Investidores adoram ver uma equipe bem preparada. Por isso, não queira esconder os outros sócios para parecer mais importante. “Ter um equipe bem motivada e alinhada com os interesses mostra controle e liderança, e traz segurança aos investidores”, diz Santos. Para Duton, mostrar que tem pessoas bem preparadas tocando o projeto conta pontos. “Tem que mostrar que tem uma equipe, que está com pessoas já atuaram no mercado e que sejam da área. Mostre que tem as pessoas certas para resolver esse problema”, explica.
“Não aceito essa crítica”
Saber ouvir críticas mostra maturidade. Por mais apaixonado, e cego, que o empreendedor possa estar, ser flexível é importante para estabelecer um relacionamento com os investidores. “O que a gente vê muito é que a pessoa está trabalhando com a ideia há algum tempo e costuma ter resposta para tudo. Quando você questiona algum ponto do modelo, tem gente que rebate e defende aquele projeto com unhas e dentes”, diz Luisa. Para ela, é importante baixar a guarda de vez em quando e mostrar que ouviu as dúvidas e sugestões.
“Vamos faturar milhões já neste ano”
Usar projeções extraordinárias para impressionar o investidor pode ser uma furada. Na maior parte das vezes, ele espera números reais. “Trabalhe sempre com premissas conservadoras e mantenha sempre um orçamento ajustado à realidade do momento”, ensina Santos. Mais do que números impressionantes, é importante mostrar vontade de fazer o negócio crescer. “Mostre novos caminhos aos investidores, traga empresas similares como forma de comparação e tenha metas objetivas e claras”, afirma o associado da Inseed.
“A internet no Brasil tem 80 milhões de usuários”
Quem tem uma startup na área de internet já deve ter incluído esta frase em alguma apresentação. Para Luisa, ao invés de aparentar conhecimento, o dado chega a ser um clichê e mostra falta de preparo do empreendedor. “As pessoas perdem tempo explicando coisas que todo mundo já falou. Aproximar-se de um gestor que tenha conhecimento do mercado e falar o óbvio é ruim. Você pode dar um dado ou fazer uma aproximação diferente para falar do seu produto”, diz. Ela explica que é importante saber demonstrar de maneira clara e concisa um conhecimento do mercado em que se propõe atuar.
“Nossa solução é excelente”
Sim, sua empresa deve ter uma solução excelente. Mas, antes, os investidores querem saber qual o problema que você identificou. “Começa a ficar mais relevante quando o empreendedor sabe dizer claramente qual o problema que ele está se propondo a resolver. Mais do que a solução, é conseguir mostrar que identificou um problema relevante e grande do ponto de vista de mercado”, afirma Duton. Mostrar que a empresa já fez testes ou versões básicas também é interessante.
“A concorrência não chega aos nossos pés”
Além de antiético, falar mal da concorrência é visto como um ato de desespero. “Eu acho que é até feio”, diz Luisa. Por isso, evite falar mal dos competidores gratuitamente. “Ao invés disso, mostre por A+B os pontos positivos do seu projeto”, ensina.
“Não abro mão do meu pró-labore por nada”
O investidor é mais um sócio do negócio, mas seu retorno acontece em termos diferentes dos empreendedores. “O empreendedor deve ter claro que o investidor será seu sócio no negócio, mas não será remunerado pela empresa”, diz Santos. Brigar por um pró-labore fixo em uma empresa incerta é uma atitude perigosa. “Escalonar o seu salário com base no crescimento da receita da empresa - obviamente até um teto de mercado - é uma atitude extremamente prudente e de boa prática”, diz.
“Estou esperando este problema se resolver”
Se o investidor apontar um problema na sua ideia, não diga que está de braços cruzados esperando que ele se resolva sozinho. “Antecipar um problema futuro é um dos fatores chaves e trazer soluções para os problemas é uma atitude excelente também. Não espere passivamente que as soluções apareçam”, diz Santos.
Para ele, transparência e sinceridade são essenciais. “Se algum problema acontecer, comunique imediatamente os demais sócios”, afirma.
“Nosso mercado é todo mundo que tem celular”
Dizer algo deste tipo mostra que o empreendedor está sendo inocente ou pouco preparado. “A gente gosta do cara que sabe exatamente qual é o mercado dele. Quanto mais foco, melhor. Vir com algo bem definido e especifico é extremamente positivo”, diz Duton. Causa uma boa impressão saber dizer e mostrar claramente o tamanho do mercado que pretende atingir.
“Vamos esperar mais um pouco pelo resultado”
Não insista em ações que já se provaram problemáticas. Além de evitar números e projeções mirabolantes, é importante manter a empresa preparada para um desvio de rota. “A famosa planilha ‘orçado x realizado’ deve ser revista mensalmente e, se preciso for, ajustar o curso do negócio”, ensina Santos.
Com informações do site Exame.
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segunda-feira, 5 de novembro de 2012
Conheça 4 dicas que ajudam você e sua equipe a serem mais produtivos
Não importa o ramo em que uma empresa atua, ela quer produtividade, e ela acontece em três esferas. A primeira é a pessoal, o indivíduo aprendendo a melhorar o uso do seu tempo com técnicas de planejamento, organização etc. A segunda é a equipe, ou seja, cada um contribui com suas qualidades a fim de obter resultado. A terceira esfera é a organização ou unidade de negócio, formada pelo conjunto de equipes que seguem estratégias de produtividade para atender os anseios da empresa.
O papel do líder é essencial na segunda esfera (equipe), pois ele pode influenciar diretamente na produtividade da mesma. Por isso o site Administradores.com listou algumas dicas que são vitais para que o líder ajude a equipe a produzir mais e melhor.
1. Estabelecer um propósito comum
As pessoas vivem por aspirações, sonhos, objetivos, coisas que que vão além do salário e metas. Isso vale muito para a geração Y, pois não basta dizer o que os Ys devem fazer, devemos inspirá-los a fazer por si próprios. Estabelecer um propósito comum é uma discussão que precisa ser incentivada pelo líder na equipe.
2. Saber o que deve ser feito
Pode parecer estranho, mas muitos líderes não sabem muito bem o que deve ser feito para executar um projeto, atingir os números da meta, melhorar a qualidade do atendimento, etc. Em alguns casos ele não precisa realmente saber, mas deve ajudar a equipe a conseguir. Os objetivos devem ser claros e bem descritos para a equipe, por que senão as pessoas enrolam, adiam, executam errado e o que é de fato importante é posto de lado. Parar e discutir os próximos passos, determinando tarefas com clareza e tempo de duração, é essencial para uma execução aprumada.
3. Não gastar tempo com coisas que não melhoram
O bom líder deve ajudar sua equipe a melhorar seu trabalho. Errou uma vez, treine novamente. Errou a segunda na mesma coisa, construa o feedback e ajude-o a melhorar. S ele errar a terceira, já pode ser o sinal da falta de perfil para estar naquela equipe. Se houver um quarto erro é perda de tempo. Uma pessoa improdutiva na equipe contamina os outros funcionários e tira o resultado coletivo. É comum que uma pessoa competente não consiga performar se estiver no lugar errado, com as pessoas erradas ou com a função errada. Cortá-la é um ato que será benéfico em médio prazo para ambos os lados, por mais que no início possa parecer o contrário.
4. Intolerância a improdutividade
Se um problema estiver sendo constante, é papel do líder tomar uma atitude para resolvê-lo. Ele jamais deve achar normal um erro que se repete várias vezes, pois a tolerância ao erro cria um ambiente no qual o urgente passa a ser normal e isso não será tratado pelas pessoas com a devida importância.
Com informações do site Administradores.com
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sexta-feira, 26 de outubro de 2012
Confira os benefícios de treinar e motivar sua equipe para conseguir excelentes resultados
Atingir as metas é o objetivo de todas as empresas, porém a receita ideal para isso ainda não existe, já que o mercado e a equipe nem sempre são favoráveis do modo como se planeja, porém algumas estratégias podem ser aplicadas para ajudar sua equipe a conseguir ótimos resultados.
A primeira coisa a se fazer é garantir que as metas estejam estipuladas corretamente. . "Existem 'n' formas de ampliar as chances para chegar lá. A mais comum é avaliar os meses e períodos anteriores. Se a meta nunca é batida, ela pode ser alta demais. Se sempre é batida, pode ser fácil demais", afirma Diego Maia, presidente do Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas (CDPV). Segundo o especialista o gestor deve sempre ficar de olho nas metas e acompanhar o progresso. "Quando o assunto é gestão de equipes de vendas, a flexibilidade é necessária", diz.
Treinamento
O bom gestor investe no treinamento de sua equipe, pois quanto mais qualificados eles forem, mais sucesso eles trarão para a empresa. "Um grande dilema dos gestores é encontrar pessoas que tenham formação adequada e capacidade para lidar com isso", afirma Mário Rodrigues, diretor do Instituto Brasileiro de
Vendas (IBVendas). "O treinamento detalhado, continuado e elucidativo dos produtos ou serviços comercializados é vital", acredita Diego. O vendedor deve ter em mente, por exemplo, os ciclos de vendas e compras e métodos de negociação da empresa.
O empreendedor deve deixar sua equipe ciente da importância das metas, mostrar que se a empresa alcançar metas ela cresce, se ela cresce o funcionário tem mais a ganhar. "Para o vendedor amador, que é a maioria, a meta é algo que não se discute e acaba sendo uma ferramenta de pressão", explica Mário. Mostrar os resultados e permitir que os vendedores possam acompanhá-los ajuda na conscientização do fundamento das metas.
Mário sugere realizar um acompanhamento das principais competências do profissional. São elas disciplina, comunicação, criatividade, capacidade investigada, adaptabilidade, empatia, networking e tenacidade comercial. "Nós fazemos avaliações para mostrar como estão evoluindo em cada competência e o que devem aprimorar", afirma.
Motivação
A motivação se mostrou bastante eficaz nas empresas, um funcionário motivado produz mais, O acompanhamento e a orientação do gestor são importantes também para o vendedor não se perder. "Líder que deixa a pessoa se virar sozinha segue um caminho ruim. Fatiar a meta mensal por semana ou, melhor ainda, por dia, tem se mostrado exitoso", afirma Diego.
As recompensas concedidas conforme as metas exigidas são consideradas indispensáveis. "A proporção desse item com a remuneração fixa tem ligação direta com o tempo de fechamento e o fluxo de vendas. Eu gosto muito das recompensas imediatas, por venda, diárias, semanais ou quinzenais", comenta o presidente da CDPV. Ele também indica as recompensas referentes à "supermeta", um adicional para quem superar substancialmente a meta determinada pela gestão.
Mas claro que o gestor deve ficar sempre atento, afinal, um estímulo para um pode não ser para outro. Mário aconselha que os empreendedores façam um questionário com os funcionários, perguntando-lhes o que lhes motiva. "Existe uma falsa certeza de que ele só se motiva por dinheiro. Muitos se motivam mais por segurança, poder ou aceitação", afirma.
Alguns funcionários se importam mais com segurança no trabalho, um plano de saúde ou salário estável. "Também pode-se trabalhar com objetos de desejo, que podem ser de uma caneta a um carro ou viagens", completa.
Com informações do Terra
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