sexta-feira, 29 de novembro de 2013

A criatividade é o ingrediente chave para o sucesso da sua empresa



Criatividade não é nada mais que o reconhecimento e a imersão na diversidade. É a porta de entrada para tudo que é novo e vem para solucionar problemas antigos de novas maneiras. A criatividade humana é a responsável por libertar o imaginário, produzir novos conhecimentos, ver e interpretar o mesmo fato diversas vezes por diversos ângulos diferentes.
A intuição criativa nos faz ousar, arriscar, atrever, aventurar, experimentar, andar por caminhos nunca antes desbravados. Se aliada a um perfil empreendedor e mercadológico, a criatividade pode transformar uma simples ideia em um negócio de sucesso. Porém, ela não elimina a necessidade de um planejamento bem feito, da perspicácia de identificar o nicho de mercado mais adequado para aquela ideia e muito menos o mais importante: muito suor e trabalho duro.
O potencial criativo dos humanos existe mesmo antes de nascermos, nos úteros de nossas mães. Entretanto, muitos de nós não têm as mesmas oportunidades para desenvolver, desde pequeno, a sua criatividade. Quando temos pais que nos elogiam e nos incentivam a produzir ideias criativas, tendemos a ser adultos ousados e empreendedores. Mas o inverso também é verdadeiro, apesar de não determinante.
Quando estamos longe das ameaças, temos mais condições de soltar nossa índole criativa. Na sociedade opressiva e competitiva em que vivemos, esse é um desafio diário. “Criatividade é o processo de tornar-se sensível a problemas, deficiências, lacunas no conhecimento, desarmonia; identificar a dificuldade, buscar soluções, formulando hipóteses a respeito das deficiências; testar e retestar estas hipóteses; e, finalmente, comunicar os resultados.” (Torrance, 1965)
Novas perspectivas
Criatividade tem tudo a ver com sensibilidade. Criar é dar lógica ao caos e caotizar a lógica racional. É dar sentido às coisas sem sentido e mudar o sentido das coisas já “batidas”. Criar é renovar, é começar algo antigo de novo sob novas perspectivas. Criar é experimentar coletivamente algo que vem de dentro, que vem da alma.
Não creio ser possível ser criativo sem estar apaixonado. A paixão pela vida (ou pela morte) ou por algo que movimenta o instinto criativo é essencial no processo de derrubar paradigmas e construir algo novo.
“Para dar uma oportunidade a nosso potencial criativo, primeiro temos de ser apaixonados por nós mesmos [...] e depois pelo resto [...], independente de ser feio, bonito, simpático, antipático, amigo ou inimigo… Enfim, devemos ser apaixonados pela vida, como fonte de inspiração e objetivo do produto de nossa criatividade. Paixão é mais do que gostar. É encantamento. E você pode encantar-se com algo que abomine, justamente pelo quanto esse algo consegue ser abominável.” (Stalimir Vieira)
Na antiguidade, a criatividade era vista como “estado místico de receptividade a algum tipo de mensagem proveniente de entidades divinas.” Pode não estar ligado a Deus (ou como quiser que o chame), mas sem dúvida está ligado a algo transcendental, por uma conexão propulsora de movimentos intensos.
“Havia também a concepção que associava a criatividade à loucura, considerando as manifestações criativas como um ato impensado, que serviria de compensação aos desajustes e conflitos inconsciente da pessoa.” (Wikipédia)
Loucos são aqueles que não criam, que não criticam o status quo e a razão de viver em sociedade.
Criatividade coletiva
Dizem que se pode ser criativo individualmente, mas nos últimos anos tem se fortalecido a criatividade coletiva, na qual um grupo em sociedade se conecta paralelamente com seu interior e com seu exterior, e o produto dessas relações é maior que a soma das partes.
“O mundo da arte e da cultura é preeminentemente um mundo da criatividade, porque o artista não está diretamente ligado às convenções, dogmas e instituições da sociedade. O artista tem uma expressão criativa que é resultado direto de sua liberdade.” (Wikipédia)
“Criatividade é arma de combate na conquista da sobrevivência dos seres vivos. O homem, através de sua criatividade, aperfeiçoa, melhora e inova os fundamentos de sua sobrevivência.”
Criatividade x empreendedorismo
Através da criatividade, o homem faz história, constrói impérios, produz vacinas e acaba com doenças. Há também a possibilidade de se usar criatividade para criar, promover e desenvolver negócios. Ela pode ser usada para identificar mercados potenciais, localidades com ausência de demandas específicas, ou até mesmo descobrir desejos humanos ainda não explorados por outras iniciativas empresariais. Alinhar isso com planejamento estratégico, distribuição de tarefas e uma pitada de marketing é o caminho para um empreendimento de sucesso.
Eis então que surge um novo conceito de Marketing, baseado no potencial criativo e inovador de ideias de negócios. Criatividade é um pilar essencial para qualquer estratégia de marketing eficaz e sustentável, independente de época, tendências ou da economia.
Quando se está aberto a ela, qualquer pessoa encontra pontos de benefícios mútuos em uma relação com outra. Um criativo consegue encontrar dentro de si o que mais ninguém no mundo tem e explora isso de forma tão singular que se diferencia dos demais. Isso é posicionamento.
Porém, essa criatividade não é perene. Como os músculos, precisa ser usada, bem tratada e fortalecida diariamente. Criatividade é 90% transpiração e 10% inspiração. Não pense que vem como mágica. Não vem em bula de remédio, nem em receita de bolo. Cada um tem a sua. Basta encontrá-la.
Só você mesmo pode encontrar a sua verdadeira fonte criativa. Você pode usá-la para o bem ou para o mal. Pode limitá-la à sua mediocridade ou multiplicá-la aos quatro ventos, em prol da sociedade em que vive. Como quase tudo na vida. É uma questão de escolha.
Com informações do site Sebrae Mercados

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

4 dicas para você empreendedor não ficar sobrecarregado na sua empresa



É comum um empreendedor ficar sobrecarregado no meio de tantas responsabilidades e decisões. Ficando difícil não se dedicar integralmente ao seu próprio negócio.

Se essa dedicação for feita do modo errado, você acaba preso nas reviravoltas do seu estabelecimento. Felizmente, existem dicas e truques que podem ser aplicadas ao seu pequeno negócio para escapar dessa armadilha. Veja 4 dicas profissionais do pessoal da Entrepreneur e viva o sonho de ter o próprio negócio.

Automatize tudo que puder
Faça uma lista das tarefas que realizadas no restaurante. Veja quais delas podem ser feitas pelo computador. Por exemplo, se você recebe muitos pedidos para coffee-breaks e tem que montar orçamentos, talvez seja mais fácil ter um menu padrão preparado com os devidos preços. Aí, é só deixar no seu site, na internet. Imprima também algumas vias, para poder entregar a seus clientes, é claro.

Contrate um gerente
Sim, é preciso confiança, mas essa pessoa vai aliviar bastante sua carga de trabalho. Um bom gerente, que seja profissional é um excelente aliado para o seu negócio e pode até resolver algumas tarefas com mais eficiência do que você. É verdade que o salário de um gerente pode afetar suas margens, mas os ganhos que ele vai trazer são enormes. Especialmente no seu tempo. Com mais tempo livre, você poderá se dedicar àquilo que realmente importa no seu negócio.

Aprenda a delegar
Lembre-se você tem uma equipe. Não precisa ter medo de delegar ou de ensinar. Faça uma lista das atividades diárias. Olhe bem e veja o que pode ser delegado para a sua equipe. Em geral, equipes de restaurantes são formadas por  jovens que estão loucos por um pouco mais de responsabilidade. Aposto que depois de aprender a delegar, você verá o aumento da criatividade no restaurante.

Organize-se
Existem muitas ferramentas que ajudam você a se organizar. Um bom calendário, servidores para guardar arquivos, programas para gerenciar suas mídias (e a presença digital). Aprenda a lançar mão delas. Tenha suas contas em dia, assim como seu equipamento. Com tudo organizado, as coisas fluem mais fáceis.

Com informações do site Gestão de Restaurantes

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Saiba como gerenciar diferentes comportamentos dentro de sua empresa



Toda empresa tem colaboradores com comportamentos distintos: o expansivo e brincalhão, que costuma ganhar a simpatia de todos; o mais acomodado, sempre levando as piores broncas; o líder natural, focado em resultados e objetivos; o calado e introspectivo, às vezes surpreendente na execução de determinadas tarefas. Enfim, inúmeros tipos de personalidades que, quando combinadas, podem fazer maravilhas pelos resultados e faturamentos de um empreendimento ou arruiná-lo.

Na opinião do escritor, economista e terapeuta comportamental, Jamil Albuquerque, a maneira como a 'combinação' de temperamentos dos funcionários influi nos resultados da empresa e no clima organizacional é, pelo menos em parte, do chefe. "Cada gestor tem que saber como estimular as virtudes e minimizar os vícios comportamentais dos seus colaboradores. Quem está comandando precisa desenvolver a arte de lidar com pessoas difíceis; as melhores atitudes são acolher, corrigir e apoiar", afirma. Os profissionais, por outro lado, devem atentar para a moderação dentro do ambiente de trabalho, sob pena de prejudicar a própria carreira.

Jamil explica que os excessos decorrentes dos vícios podem resultar em atitudes consideradas 'gravíssimas'. "A falta do senso de equipe, preconceitos, não saber se comunicar, não se enquadrar nas normas da empresa, pessimismo, o excesso de reclamações; tudo isso traz implicações negativas, tanto para a empresa quanto para o profissional", diz.

Virtudes

Para superar as falhas comportamentais, as virtudes podem e devem ser trabalhadas tanto pelos gestores quanto pelos próprios profissionais. Jamil acredita que entre as qualidades e habilidades procuradas no temperamento profissional estão a visão, inspiração, assertividade, planejamento, comunicatividade e percepção de sustentabilidade, atributos que não são exclusivos de apenas um tipo de comportamento e podem ser abordados de diferentes maneiras por diferentes pessoas.

Como as pessoas podem lidar com isso? Como minimizar as falhas e maximizar as boas características do temperamento? A resposta para essa pergunta, conforme Jamil, foi dada 400 a.C. pelo filósofo Sócrates. "Conhecer a si mesmo é a chave para moldar o comportamento; existem traços imutáveis no comportamento, mas também há traços mutáveis, que podem ser construídos ao longo da vida", indica.

Para Jamil, existem nove tipos de comportamentos ou modelos de temperamentos profissionais. Cada qual conta com suas virtudes e vícios, de modo que não há um comportamento melhor ou pior. Confira:

1. Perfeccionista (ou geométrico)



Costumam atuar nas áreas financeiras ou contábeis das empresas. Geralmente são metódicos, porém intransigentes e maniqueístas, tendendo a não se preocupar com os resultados da empresa no geral, apenas com os próprios resultados;

2. Prestativo


Carismáticos e voluntariosos, geralmente ocupam cargos que envolvam contato com pessoas, como vendas e RH. Por se preocuparem demais com os outros, podem esquecer de si mesmos e desenvolverem um orgulho em demasia, por se acharem bem intencionados e solícitos;

3. Bem-sucedido (ou focado em resultados)



São considerados exemplos de dedicação, eficiência e realização profissional, mas o excesso de vaidade pode torná-los frios e manipuladores. São facilmente reconhecidos em atividades como advocacia, administração e consultoria;

4. Emocional (ou romântico)



Pessoas com essa linha de comportamento tendem a ser sensíveis, criativos e autênticos, mas podem se tornar críticas, invejosas ou mesmo irônicas por causa do idealismo exarcebado. Têm mais afinidade com áreas que exigem senso artístico e compreensão, como decoração, psicologia ou jornalismo;

5. Observador (ou introspectivo)



São equilibrados, racionais e analíticos, não gostam de estar dentro dos acontecimentos, preferindo ficar 'de fora', observando e analisando. Engenharia, Tecnologia da Informação e áreas relacionadas à pesquisa são as preferidas;

6. Questionador – As suas melhores características são a lealdade e o comprometimento; costumam ser precavidos e cautelosos, mas podem se tornar legalistas, ansiosos e desconfiados, avessos a mudanças. São hábeis na percepção de riscos, qualidade que os torna comuns em cargos de gerência;

7. Sonhador



Geralmente são criativos, otimistas e bons de improvisação, o que representa uma grande vantagem em tempos de crise; mas costumam ser livres de regras e horários, não se dão bem com o 'relógio de ponto'. Gostam de variar e detestam atividades mecânicas e repetitivas. São mais ligados às áreas que exigem mais ideias do que compromisso, como marketing e publicidade;

8. Confrontador



O tipo mais ligado à liderança. Pessoas com essa linha de comportamento são realizadoras e objetivas; mas quando o ego é insuflado por conta dos resultados, tendem a se tornar verdadeiros déspotas dentro da empresa, autoritários e intimidadores;

9. Preservacionista (ou indolente)

Ou às vezes chamado injustamente de 'preguiçoso'. É o tipo mais adaptável, pode exercer funções variadas dentro da empresa e aprender outras atividades sem protestar. Seu temperamento calmo e sereno o transforma num ótimo mediador, muitas vezes cedendo aos interesses dos outros e abdicando dos seus. Podem ser apáticos e proteladores, preferindo se afastar de desafios que pressuponham atritos e assumir a postura de 'o que decidirem para mim está bom'.

Com informações do site Administradores.

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Saiba como contratar a pessoa certa para a sua empresa



Alguns executivos enfrentam dificuldades na hora de entrevistar um candidato, principalmente se eles não forem especialistas de Recursos Humanos. Por não possuírem o conhecimento técnico, estes profissionais têm – sem dúvidas – um grande desafio. Pensando nisso, listo abaixo 16 dicas valiosas para você não errar e contratar a pessoa certa para a sua empresa.

1- Saiba qual é a posição, o cargo e as principais atividades que aquela pessoa irá exercer na sua empresa.

2- Pense nas características necessárias ao bom desempenho na determinada função. (Exemplo: ter bom raciocínio lógico, ter habilidade de comunicação, ser metódico, ser criativo, etc).

3- Pense nos comportamentos que a pessoa deverá ter (Exemplo: se a função for técnica, é necessário garantir que a pessoa seja objetiva, que lide bem com prazos, mesmo sob pressão e que seja focada em resultados, se for uma função de relacionamento, deverá saber construir parcerias, ter liderança, ter poder de persuasão, saber ouvir, etc.)

4- Leia o currículo com atenção e já anote suas dúvidas ou curiosidades a respeito do histórico que lhe é apresentado por ele.

5- Depois de se preparar, vá para a entrevista garantindo o horário e o local combinado com o candidato. Lembre-se de que devemos tratar todas as pessoas como gostaríamos de ser tratados, ok? Você deve ser cordial e tentar deixar o candidato a vontade, sendo objetivo e fazendo com que a pessoa sinta que você está investindo tempo com ela, pois acredita que ela valha a pena.

6- Comece com perguntas de quebra-gelo e aproximação procurando algo em comum com o candidato ou algum tema do dia. “O trânsito estava pesado hoje, não é? Foi tranqüilo chegar até aqui?” ou algo como “Nossa o sol está maravilhoso hoje, raro para um dia de inverno. A propósito, você gostaria de um copo de água?”

7- Na seqüência, pergunte a parte técnica, ou seja, o que consta no CV. O candidato normalmente estará tenso e ansioso por contar sua experiência e seu conhecimento. Deixe-o falar ao seu tempo, sempre prestando atenção e demonstrando interesse (desligue seu celular, avise seus colegas que estará em reunião importante e que não pode ser interrompido), anote o que julgar importante para não esquecer os fatos ou características que lhe chamarem a atenção. Caso o candidato seja um pouco prolixo, você pode ser sutil e mencionar que ele pode contar o próximo item de forma mais sucinta que você perguntará o que não tiver entendido ou o que quiser mais detalhes.

8- Quando estiver satisfeito em relação às questões técnicas, pense nos comportamentos e características que mencionou como ideais e inicie as perguntas. Por exemplo, se quiser saber como a pessoa lida com pressão pergunte algo como “Percebi que na empresa X, você tinha um nº alto de relatórios sob sua responsabilidade. Houve alguma vez em que você teve um prazo menor para concluir seu trabalho? Como você garantiu a entrega? O resultado foi satisfatório?”... Veja que você está pedindo uma situação que realmente aconteceu e não algo hipotético e terá a chance de avaliar se a atitude tomada pelo candidato na empresa anterior seria satisfatória na sua empresa. Se não for, pergunte se ele teria feito algo de diferente com a experiência vivida. Proceda assim, para os demais temas... Se quiser saber como a pessoa constrói relacionamentos, explore como ela abordou e conduziu um projeto com pares, quais foram os resultados obtidos, como foi o projeto seguinte, e por aí vai...

9- Entre nas perguntas pessoais... Perguntas pessoais não querem dizer invasivas... E para que elas servem? Para você ver como será o “jeitão” da pessoa no dia a dia, fora os protocolos de venda do processo seletivo... E este aspecto é de extrema importância, pois pagamos por um trabalho, mas convivemos com as pessoas...

10- Pergunte o que ela faz de final de semana, se pratica esportes, que tipo de filme prefere, que tipo de música, que tipo de comida, etc... Estas perguntas podem parecer ingênuas, mas a pessoa sai da tensão ou da programação da entrevista e se solta... Aí você consegue perceber se gosta mais de ambientes de grupos, se é mais fechada, se é criativa, pragmática, refinada, etc.

11- Aproveite para observar se o discurso na vida pessoal é coerente com o que a pessoa lhe apresentou na vida profissional, nesta hora, vale dar uma olhada no visual do profissional também. Se a pessoa menciona que é extremamente organizada, mas sua camisa está desalinhada, cabelo despenteado e o discurso não é alinhado, provavelmente ela trouxe a informação, pois acredita que seja importante para a função e não porque realmente o seja. Se a pessoa se diz criativa e dinâmica e menciona que o prato preferido é um determinado fast food ou um prato convencional e que seu filme predileto ou estilo de filme é drama ou filmes históricos, também podemos ter algum desalinhamento de discurso.

12- Lembre-se de entrar na entrevista sem conceitos prévios (ou seja, seus preconceitos), ouça as pessoas, veja a coerência do discurso delas e veja se é aderente a o que a sua empresa busca e não a o que você como pessoa buscaria num amigo, num sócio, num relacionamento. Lembre-se de que perfis distintos trazem soluções mais ricas, pois conseguem ver o mundo de formas diferentes, o que traz ganhos para a sua empresa, amplia horizontes, melhora o ambiente e minimiza riscos pois vários ângulos serão analisados em cada tema, ok?

13 - Evite “cortar” ou interromper um profissional quando estiver falando... Deixe suas perguntas para as pausas... Se julgar que o candidato está sendo prolixo, ao primeiro momento de pausa, mencione que ele pode ser mais sintético, pois você já entendeu bem o que ele está demonstrando... Lembre-se que na cabeça do entrevistado, é o momento de ele mostrar tudo o que sabe e há uma tendência natural de haver um excesso de informações, pois ele está querendo mostrar o quanto ele é bom para a posição...

14 - Se julgar que o candidato não é o perfil reduza as perguntas, mas procure ouvir algo de comportamento ou pessoal, pois, às vezes, sua opinião pode mudar a respeito do mesmo... Garantidamente é mais fácil aprender um conteúdo técnico que mudar um comportamento.

15 - Evite criar situações hipotéticas... Pois uma pessoa criativa ou mais experiente pode ter respostas boas, mas que não sejam condizentes ao que ela realmente tenha feito na prática...

16 - Não há uma regra clara para dar a resposta ao candidato, pois depende do processo, da vaga, da urgência de sua empresa e do tempo que você possa se dedicar à seleção. Meu pai diz sempre que o “combinado não sai caro”, ou seja, deixe claro com os profissionais o tempo e o prazo do processo, mencione a data que pretende dar um feedback e a cumpra, tanto para o feedback positivo (aprovação ou próxima fase) ou de agradecimento pela participação, mas dê feedback a todos e no prazo que mencionou..., ok? Trate os outros como gostaria de ser tratado...

Em linhas gerais, uma entrevista será boa se você seguir algumas regrinhas simples, mas com o tempo, você perceberá qual a ordem e qual a forma que se sente mais confortável. Vale a pena lembrar que as pessoas se preparam para a parte técnica da entrevista, mas o comportamento de um candidato é a parte que lhe será mais importante na empresa, pois garantirá o engajamento, a qualidade, o respeito aos clientes e aos demais colegas e você perceberá que o comportamento vem a tona em perguntas simples e despretensiosas.

Dilma Rios é Gerente de Desenvolvimento Organizacional e Humano da Propay - Matéria do site Administradores.com

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Conheça 10 livros que te ensinam a organizar a sua empresa e sua vida

Você quer tornar sua empresa ainda mais profissional? Quer saber trabalhar em grupo ou lidar com pessoas? Atingir suas metas, vendas ou ainda, administrar melhor sua empresa e seu tempo? Saiba quais livros irão mudar sua vida dando um salto em qualidade e profissionalismo.

1 - Como fazer amigos e influenciar pessoas - Dale Carnegie



Este é um livro brilhante que costuma fazer grandes mudanças nas pessoas que o lêem e encaram com seriedade o desafio de mudar a si mesmo antes de querer mudar os outros. Na minha opinião, se você tivesse que ler apenas um livro desta lista, ou se quisesse começar por algum em específico, sugiro fortemente começar por este.  O próprio título mostra o que você pode esperar desta obra, com centenas de exemplos reais de pessoas como eu e você que resolveram adotar uma vida mais consciente e fizeram verdadeiras revoluções. Esse é o tipo do livro que certamente você vai ler e reler diversas vezes.

2 - Os 7 hábitos das pessoas altamente eficazes


O autor é brilhante no ponto central deste livro: Ele mostra que ao mudar a maneira como nós nos vemos e como interagimos com as pessoas a nossa volta, podemos ser mais bem sucedidos.  Ele trata de sete hábitos, que abrangem a maioria dos princípios da eficiência humana, com um nível de pensamento maduro. Fala sobretudo de autodomínio, trabalho em equipe e renovação contínua.

3 - A cauda longa  - Chris Anderson



O livro mostra o impacto que as novas tecnologias, especialmente a web 2.0 e as comunidades de novos dispositivos trouxeram para a economia de massa para um mercado de nichos e micronichos. Por décadas os consumidores estavam acostumados a se comportar conforme a onda da maioria, e compravam os hits (os top 10, top 40 de um determinado segmento). Esse modelo foi por água abaixo com a introdução de aplicativos e máquinas (hardwares) novos, onde o consumidor se vê livre da imposição dos grandes gestores de hits: gravadoras no mercado de música, produtoras no mercado de filmes, editoras no mercado de livros, passando a mergulhar em nichos até então praticamente inacessíveis. Os poucos grandes hits, dão lugar a uma infinidade de possibilidades. A grande constatação de Anderson, reforçada por depoimento de grandes executivos do mercado online é que apesar da venda diminuir drasticamente quanto mais de aprofunda no eixo (na cauda), o valor raramente chega a zero, e o mais importante: em muitas situações a soma dos valores acumulados pode ser muito próximo ou até mesmo superior ao HIT.  Essa lógica é bem importante sobretudo na venda de produtos virtuais, onde o custo de armazenagem, estoque e logística é praticamente nulo.

4 - Free: O futuro dos preços


O mesmo autor de “A Cauda Longa”, neste livro aborda o futuro dos preços e mostra que na economia digital as empresas conseguem transformar serviços gratuitos em milhares de dólares.  Veja o caso do Facebook, Twitter, YouTube, e do próprio Google. Mostra uma tendência acentuada neste mercado, que vai além da mídia e mostra que a redução drástica de uma série de itens de produção tornam possível dar o produto de graça ao invés de uma simples amostra grátis.

5 - A  meta - Eliyahu Goldratt


Excelente livro que aborda a teoria das restrições de uma forma totalmente diferente: em forma de romance. Nesta obra, o gerente de uma fábrica se vê no risco iminente de que sua fábrica seja fechada pela alta administração, pois ela está com pedidos atrasados, ritmo de trabalho insustentável e muitos outros problemas. Com a ajuda de um consultor, conseguem diminuir o lead-time dos pedidos (tempo de espera entre um pedido feito pelo cliente e a entrega efetiva pela empresa) de alguns meses para algumas semanas.  É uma leitura envolvente e trata especialmente dos gargalos de produção.  Leitura obrigatória.

6 - Foco uma questão de vida ou morte para sua empresa


Não importa o tamanho nem o ramo da sua empresa, neste livro o autor vai te mostrar com exemplos de diversas empresas que é possível aumentar a competitividade se você estreitar o foco. Aqui entra uma atitude dolorosa proposta pelo autor: dizer não aquilo que lhe tira do foco. 

7 - Alta performance em vendas  - J.Oliver Crom e Michael Crom 



É um curso completo de vendas, condensado em menos de 280 páginas. Sugiro que você leia primeiro “Como fazer amigos e influenciar pessoas”, pois o conteúdo de Alta Performance em Vendas somente faz sentido se você entender os princípios básicos de relações humanas abordados por Dale Carnegie.  Objetivamente, ele ensina como fazer mais vendas, e como reduzir objeções.

8 - Administrando para obter resultados -Peter Drucker


Resumiria este livro dizendo que se trata de uma faculdade de administração condensada em uma única obra. De todos os livros desta lista, este livro você precisará de concentração máxima, de muita reflexão e precisa ser digerido aos poucos. É um livro que pode fazer toda a diferença em sua maneira de enxergar a empresa. Nas palavras do autor: A empresa eficaz é a que focaliza em oportunidades em vez de problemas.

9 - Lee Lacocca, uma autobiografia.


Aos que gostam de biografias e autobiografias, uma que não pode faltar para o pequeno empresário é a autobiografia do Sr.Mustang - como era conhecido Lee Iacocca, um americano filho de imigrantes italianos que trabalhou na Ford, onde foi o responsável pela criação do Mustang. Demitido da empresa, algum tempo depois reaparece como presidente da Chrysler e foi especialmente importante no processo de reestruturação desta mega-montadora que estava a beira da falência. Por se tratar de um livro mais antigo, talvez seja difícil de encontrar, mas se você tiver oportunidade é um dos que vale muito a pena.

10 - Não me faça pensar - Steve Krug

É um dos melhores livros de usabilidade na web que conheço. Você deve estar pensando: mas o que tem a ver usabilidade com uma pequena empresa?  Se você estiver pensando em fazer seu site você precisa ler este livro primeiro - mesmo que você contrate alguém para desenvolver seu site, vale a pena entender estes conceitos que são um tanto simples, mas que tratam sobretudo de bom senso. Se você ler este livro depois de já ter um site projetado, possivelmente vai dizer: “Meu Deus.... Preciso refazer meu site”. 

Gostou das dicas? Garanto que ao ler estes livros você terá um retorno ainda maior. Em caso de dúvidas ou curiosidades deixe seu comentário e fique a vontade para escrever sobre livros que também te marcou ou fez sua empresa dar uma reviravolta, tornando seu produto ou trabalho mais produtivo e qualificado. 

Encontre os livros que vão mudar a sua vida profissional e pessoal! 

Com informações do site Gestor Total.

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Aprenda a se expressar melhor no ambiente de trabalho



O corpo fala. E essa comunicação não-verbal do corpo humano pode transmitir diversas mensagens que muitas vezes sequer imaginamos.

No ambiente de trabalho, então, onde lidamos com diversas situações, algumas posturas revelam mais do que palavras. Existem algumas técnicas comportamentais que, quando colocadas em prática, melhoram o ambiente e o relacionamento entre os colegas de trabalho.
A professora dos Cursos Contmatic, Rosana Spinelli dos Santos, dá cinco dicas valiosas de como se comportar na empresa:

1. Olhe as pessoas nos olhos e não por cima das suas cabeças. Sorria e cumprimente-as de modo firme. Essa atitude revela confiança e comprometimento.

2. Ao falar, as mãos devem ser vistas acompanhando o que você diz, para dar ênfase ao seu discurso e enriquecer o valor das suas palavras.

3. Se o assunto ou a situação permitir, exiba o seu melhor sorriso. Ele adiciona calor e confiança ao ambiente.

4. Mantenha uma postura acolhedora (contato ocular, inclinação em direção à pessoa com quem está falando e semblante tranquilo) e as pessoas vão se manter descontraídas, atenciosas e "desarmadas".
5. Se estiver tenso, procure relaxar até ficar mais seguro. A rigidez muscular interfere na harmonia dos seus gestos e na sua fala.

Com informações do site Vila Mulher

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Surge novo App de avaliação de restaurantes



O myfab5 cria sistema de classificação para que clientes escolham seus cinco restaurantes favoritos em cada categoria e localização

Hoje em dia, antes de ir a um restaurante, é normal se consultar sites de avaliação de consumidores. Mas a infinidade de comentários, muitas vezes longos, acaba tornando essa pesquisa um pouco cansativa.

E também o conflito de opiniões pode atrapalhar mais do que ajudar.

O norte-americano myfab5 é um novo site e aplicativo que substitui todos esses comentários por um sistema de classificação, em que o usuário escolhe seus cinco restaurantes favoritos em cada categoria e localização.

Comentários são até permitidos, mas limitados a 260 caracteres, para que não apareçam textos maçantes.

É possível ainda acompanhar os lugares favoritos para comer dos seus amigos, bem como obter informações sobre os pratos servidos e horários de funcionamento.

O myfab5 está disponível on-line e também como um aplicativo gratuito para iOS.


Com informações do site Pequenas Empresas, Grandes Negócios.