terça-feira, 1 de outubro de 2013

Saiba como investir na sua carreira profissional


Se você deseja crescer, tanto pessoal como profissionalmente, não tenho dúvidas de que o melhor caminho passa pelo autodesenvolvimento. Este assunto vem cada vez mais ganhando espaço no mundo corporativo e pode trazer muitos benefícios em curto, médio e longo prazo.

O balizador do autodesenvolvimento é o plano de carreira. Onde você quer chegar? Em quanto tempo? Por quais passos tem de passar? Quais são suas fortalezas ou fragilidades?

Diversas habilidades podem ser desenvolvidas num processo como este, dependendo da área de atuação do profissional, é claro. No caso dos que atuam na área de vendas, por exemplo, é necessário ter boa comunicação, capacidade analítica para articular um argumento de vendas, boa capacidade de relacionamento e boa capacidade de escuta, estas últimas para ouvir e se relacionar com os clientes. Para desenvolver este tipo de competência, é importante conhecer muito bem o produto que será vendido, ter sensibilidade, e isso pode ser desenvolvido acompanhando pessoas muito boas em vendas com esta capacidade. Elas podem contar como percebem as nuances dos clientes, o que ajuda quem está aprendendo a aguçar a percepção.

Já na área industrial, é importante ter uma boa habilidade com números, boa capacidade de raciocínio analítico e muita lógica. É uma área em que é importante fomentar a inovação, pois um simples ajuste em uma máquina ou um processo pode representar milhões. É necessário também demonstrar liderança, pois se trabalha com muita gente e é importante saber direcionar, motivar, enfim, gerir pessoas. Para aprender tudo isso, é importante escolher uma formação em exatas, pois ajuda com a lógica e o raciocínio analítico, além de cursos e leituras sobre liderança.

Há vários caminhos para seu autodesenvolvimento, desde treinamentos, workshops até leituras de artigos e jornais. Algumas ferramentas, indico para todos, como:

- Coaching: peça para alguém ser seu orientador em determinado tema;

- Leituras: leia sempre e cada vez mais; livros, artigos e jornais são fontes repletas de conhecimento e lhe ajudam a refletir sobre suas próprias ações;

- Benchmarking: Aproveite sempre que possível para saber o que os outros estão fazendo. Isso sempre o favorece a inovar, sugerir e fazer a crítica saudável;

- Assuma a responsabilidade: Assumir projetos, novos desafios ou saber mais sobre novas áreas são fontes de conhecimento e aquisição de novas habilidades e competências;

- Treinamentos: Participar de treinamentos também é positivo, mas não esqueça de se planejar financeiramente e de escolher instituições sérias.

Investir em você é sempre algo que com certeza renderá bons frutos. E o autodesenvolvimento lhe confere independência e chances de voar cada vez mais alto. Na próxima semana, darei mais dicas para você crescer em sua carreira. Siga confiante e boa sorte!

Com informações do Administradores.

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Saiba como o líder pode alterar a forma de agir dos colaboradores


Há coisas que todo mundo sabe, mas não faz. Dizer bom dia, obrigado e por favor estão nos primeiros lugares da lista. Mas ela é muito maior.

É comum encontrar executivos que pensam que podem dar conta de um de seus maiores desafios - a melhoria da performance das pessoas – simplesmente lhes impondo metas cada vez maiores (ou fazendo ameaças de demissão ou de mudança de território). Quem age assim esquece que não basta utilizar a cenoura e o chicote para garantir mais e melhores resultados.

Acredito que o caminho mais eficaz para obter melhores resultados de uma equipe seja alterando o modo de pensar dos colaboradores. Mas como fazer isso?

Baseado nas ideias de David Rock, meu guru na área de liderança, afirmo que descobrir as causas das dificuldades não é a melhor forma de conseguir mudanças no nosso jeito de ser. O desafio é substituir maus hábitos por novos hábitos, sem ficar perdendo muito tempo na infértil discussão sobre porque agimos assim.

Para tornar esse raciocínio mais claro, pense na pessoa que está muito acima do peso e passa a maior parte do tempo procurando entender porque come tanto. Enquanto pensa na resposta – e se angustia – come ainda mais.

Mas, se ao invés de ficar tentando descobrir o porquê, a pessoa se reprogramar para fazer outra coisa prazerosa toda à vez que tiver fome, as chances de emagrecer serão maiores. Simples assim.

Por analogia acredito que ao invés de ficar discutindo porque a equipe não tem conseguido os melhores resultados, o desafio do líder é propor novas formas de agir. É preciso aprender a focar nas soluções e não nos problemas. O caminho mais fácil para fazer isso é:

a) Compreender como as pessoas pensam

b) Não ser preconceituoso

c) Agir como um verdadeiro coach

d) Ajudar a criar um novo jeito de pensar

Muitas vezes achamos quem pensa errado quem pensa diferente de nós. Tente entender o que leva as pessoas a pensar – e consequentemente a agir – de determinada forma. Pratique a empatia.

Não se deixe levar por visões preconceituosas, muitas vezes baseadas em falsas verdades. Será que o que você acha que significa ser um bom colaborador é o mesmo que os clientes de sua empresa pensam?

O principal desafio do coach é estar preparado para fazer as perguntas certas que permitirão que as pessoas repensem o seu jeito de ser e agir. Não tem nada a ver com a ideia de possuir as respostas certas, mas tem tudo a ver com a ideia de ser capaz de ensinar as pessoas a encontrar as verdades escondidas dentro delas mesmas.

Por último, esteja sempre disponível para conversar e ajudar as pessoas a descobrir novas formas de fazer as coisas.

Agindo assim você estará se lembrando permanentemente que as pessoas são capazes de fazer coisas extraordinárias, quando corretamente motivadas.

Com informações do Administradores.

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Saiba como fazer o seu dia de trabalho render


A vida de um empreendedor é atarefada, com dezenas de preocupações e afazeres. Nesse contexto, é comum ter um dia em que não é possível terminar tudo. É claro que é complicado ter um dia que renda, mas pode ser que você esteja fazendo algo que atrapalhe a sua produtividade.

Christian Barbosa, especialista em produtividade, listou 10 dicas para quem quer organizar seu tempo e realizar todas as tarefas. Dentre elas, há soluções ditas há tempos – "tenha uma agenda!" – e práticas que devem ser evitadas, mas que muita gente nem desconfia que sejam prejudiciais. Confira:

1) Organize seus compromissos: Para Barbosa, uma agenda é fundamental. "Primeiro, uma ferramenta que organize o tempo faz com que todos os compromissos sejam lembrados. E quando os horários são levados à risca, é mais fácil realizar todas as tarefas, ou, na pior das hipóteses, o empreendedor não vai fazer um monte de coisas ao mesmo tempo e se atrapalhar", afirma Barbosa. Segundo o especialista, não interessa se a agenda é de papel ou digital, mas ela tem que fazer parte da vida de quem tem um negócio.

2) Planeje três dias à frente: O ideal é que o empreendedor saiba quais são seus apontamentos com o máximo de antecedência possível. "Quando o empreendedor monta seu cronograma três dias à frente, ele consegue distribuir melhor a carga de trabalho", diz Barbosa.

3) Guarde um tempo para os imprevistos: Em um expediente de oito horas ou mais, há sempre tempo para que algum imprevisto apareça: problemas com clientes, trabalhos extras, reuniões que levam mais tempo que o planejado... em resumo, sempre tem um pepino. Para Barbosa, não tem jeito: os imprevistos vão aparecer. "Um recurso que um empreendedor pode usar para atenuar as emergências é resolver as tarefas já previstas em um tempo menor e deixar uma ou duas horas do dia reservadas para imprevistos", afirma ele. Assim, o empreendedor estará livre para resolver problemas mais rapidamente e, caso um milagre aconteça e nada surja, ele poderá adiantar tarefas de outros dias.

4) Adote hábitos saudáveis: Segundo Barbosa, uma pausa no trabalho não é perda de tempo. Ele afirma que práticas defendidas por nutricionistas, como alimentação a cada três horas e a ingestão de dois litros de água por dia, devem ser seguidas durante o expediente. "Quando uma pessoa se alimenta direito, ela se sente melhor. Consequentemente, ela aumenta sua produtividade e consegue dar conta de todos os seus afazeres."

5) Saia do Facebook: Parar um pouco e dar uma olhada nas mídias sociais é de praxe para quem trabalha em frente a um computador. A influência dessas plataformas na produtividade de um trabalhador é considerada nociva por alguns e não tão ruim assim para outros. Barbosa faz parte do primeiro grupo. "O Facebook é um ladrão sorrateiro de tempo", diz ele. Ninguém está recomendando a proibição das redes sociais no ambiente de trabalho, mas é importante que elas sejam acessadas com parcimônia.

6) Cuidado com o e-mail: O especialista recomenda que programas de e-mail não fiquem abertos no computador. "O hábito de responder e-mails imediatamente é ruim, pois interrompe tarefas e diminui a concentração." Para Barbosa, o ideal é que as mensagens sejam respondidas durante intervalos entre compromissos.

Outro ponto abordado por Barbosa é o tempo que uma pessoa que não domina o computador perde toda vez que escreve um e-mail. "Se a pessoa não sabe mexer nos programas, é melhor perder tempo apenas uma vez, aprendendo como usar a ferramenta, do que gastar preciosos minutos toda vez que for escrever algo", afirma ele.

7) Reuniões demais fazem mal: Barbosa começa a falar de reuniões relembrando uma característica de muitos empreendedores com quem ele teve contato. "A impressão que dá é que tem muita gente que é viciada em reunião e as fazem até quando elas não são necessárias. Pior: fazem reuniões longas e cansativas que não trazem benefício a ninguém", diz o especialista. Para Barbosa, os empreendedores devem fazer reuniões somente quando for realmente necessário. E, de preferência, às sextas-feiras. "É comum ver pessoas marcando reuniões às segundas. Este é o pior dia da semana, já que todos estão começando a semana e estão cheio de atividades. Quando o encontro ocorre na sexta, os funcionários chegam na semana seguinte sabendo exatamente o que têm que fazer."

8) Saiba o que interrompe seu trabalho: Assim como responder um e-mail logo que a mensagem chega à caixa de entrada atrapalha o avanço de uma tarefa e diminui a concentração, há um monte de fatores que interrompem e atrapalham o expediente: ligações em excesso, pausas demais e conversas com amigos são apenas alguns deles. É complicado neutralizar todas essas interrupções – até porque você pode parecer mal-educado fazendo isso – , mas um bom começo é listar essas interrupções e, na medida do possível, evitar que elas apareçam.

9) Tenha indicadores de produtividade: Para o especialista, é importante ter estatísticas do tempo gasto em cada tarefa do dia. "Por exemplo, vale levantar quantas horas são gastas em reuniões ou respondendo e-mails, e aí depois verificar se é possível otimizar esses processos e usar esse tempo na realização de outras tarefas."

10) Conte com a tecnologia: Para Barbosa, há alguns softwares que podem ser utilizados para se organizar e otimizar tarefas. Um dos mais conhecidos é o Evernote. O aplicativo, cujo slogan é "lembre-se de tudo", permite que o usuário possa salvar qualquer coisa, sejam ideias, textos, fotos e áudio. O programa é gratuito, mas tem uma versão premium que é paga – mas clientes da Vivo, por conta de uma parceria entre a operadora e o Evernote, não gastam nada para ter acesso a essa versão.

Dentre os aplicativos que otimizam a produtividade por meio de agendas e gerenciadores de tarefas, o especialista recomenda as plataformas Neotriad, RescueTime e Wunderlist.

Outro software interessante é o Zendesk, que reúne todas as comunicações dos clientes, sejam elas por e-mail, telefone e redes sociais, em um só lugar, o que facilita o atendimento ao consumidor. Para quem recebe toneladas de cartões de visita e acaba perdendo os papéis, outra dica é o Camcard. O aplicativo, disponível para iPhones e celulares com Android, fotografa os cartões, reconhece informações como nome, empresa e telefone e as transforma em dados, que podem ser acessados a qualquer momento.

Com informações da Revista Pequenas Empresas e Grandes Negócios.

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Dicas valiosas para quem quer abrir o próprio negócio


Abrir um negócio exige um conjunto de conhecimentos e habilidades. É necessário saber qual é o mercado em que você deseja atuar, qual o tipo de público que se quer atingir e que tipo de serviço será prestado ou oferecido para que você possa fazer um bom planejamento.

Para você obter sucesso, é necessária uma gestão com estratégias de marketing, com controle e fluxo de caixa, ter criatividade e buscar, de tempos em tempos, inovação. O primordial para atingir sucesso é descobrir se você tem características de empreendedor. Depois, é preciso que você colete informações para a criação da empresa.

Seguem abaixo algumas dicas essenciais para o planejamento de uma empresa:

- Construa seu plano de empresa, defina estratégias para lançar corretamente a empreitada no mercado e pesquise se o negócio que deseja abrir lhe trará retorno financeiro.

- Esteja seguro dos gastos e controle de suas despesas e custos. Tenha domínio, pois, sem controle financeiro, não se gerencia nada. Considere sempre possíveis gastos adicionais com adequação do espaço de trabalho.

- Cuidado com a escolha do sócio, pois ele é um complemento de conhecimento e de atitudes que você tem. Ele não é igual a você, mas é uma nova visão. Os dois têm que enxergar juntos na mesma direção, com os mesmos objetivos.

- Avalie a diferenciação de seu negócio em relação à concorrência e aos cenários e trabalhe com pessoas que conheçam o ramo escolhido tanto quanto ou mais que você.

- Todo começo é incerto. Cuide bem dos investimentos e do capital de giro, olhe bem para ver quanto de capital precisará antes de pedir emprestado.

- Procure um contabilista competente para abrir sua empresa e assessorá-lo com impostos, tributações e taxas no dia a dia.

- Lucro é a única forma de garantir o retorno dos investimentos, atenção com ele! Negócio foi feito para gerar lucro. Parte do lucro é o que consegue manter o seu capital de giro dentro da necessidade. A outra parte será responsável pelos investimentos para gerar alavancagem. No começo, não dá para ter todo lucro gerado de volta para você.

Optar pelo setor de franquias é uma das formas mais promissórias para quem deseja entrar no mundo empresarial. Em nosso país, possuímos uma lei específica para este tipo de empreendimento: nº 8955 de 15 de dezembro de 1994, que regulamenta a relação entre franqueador e franqueado, com direitos e deveres das partes. De acordo com a Associação Brasileira de Franchising (ABF), o índice de mortalidade de uma unidade franqueada é de 1% comparado aos 22% vivenciados por empresas unitárias, que fecham suas portas antes de completar o segundo ano de atividades.

Com informações do Administradores.

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Aprenda a criar um planejamento estratégico na sua empresa


O planejamento é muito importante para que qualquer companhia, independente do porte ou segmento, cresça de forma contínua e acelerada. E para que o mesmo seja desenvolvido, de maneira  prática e eficiente, é necessário que sejam respeitadas algumas etapas.

Primeiramente, a companhia precisa definir a missão e visão. A partir desse passo é que será definido o porquê da existência daquela instituição e o que ela pretende para o futuro. A missão trará o que essa empresa fará ao longo do tempo e como ela irá impactar o mercado, construindo uma marca. A visão dará a perspectiva a longo prazo, indicando aonde a empresa deseja chegar num futuro palpável, porém mais distante. O ideal é pensar em missão e visão para um ciclo de no mínimo cinco anos e no máximo dez, para quem está iniciando o negócio. As companhias mais maduras conseguem se planejar para ciclos maiores.

O próximo passo é definir objetivos tangíveis, e a longo prazo. Normalmente, estes objetivos estão ligados a números como faturamento, market share, área de atuação, entre outros. Este trabalho deverá ser realizado em conjunto com a visão e a missão da companhia, servindo de orientação e motivação, de forma que todos os colaboradores trabalhem em função de tais metas quando olharem para o futuro.

A terceira etapa será a de definição de ciclos menores de planejamento. Depois de estabelecido um período de nove anos, por exemplo, é essencial desdobrar este período em ciclos menores para que seja feito um acompanhamento de macro-indicadores que dirão se a instituição está crescendo conforme o planejado. Para o caso acima, poderiam ser feitos três ciclos de três anos cada, adotando estratégias macro que auxiliem no sentido de manter a visão global já estabelecida.

O quarto passo está relacionado à definição de metas, que devem ser estabelecidas de forma anual para os primeiros três anos, com foco especial ao primeiro ano, que será quando o trabalho acontecerá de forma mais intensa. Após a meta anual definida, é necessário realizar uma discussão com o objetivo de entender quais seriam as estratégias de crescimento necessárias para atingir o desejado. Neste aspecto, é importante que a meta esteja em torno de 30% acima do que é esperado como resultado, pois essa diferença irá fazer as pessoas buscarem uma solução para entrega do planejado.

Depois disto serão definidos os planos de ação. Nesta etapa se pensa orçamentos, prazos, responsáveis (nominados) e metas. Todas estas informações partem de discussões entre os envolvidos no ambiente corporativo. Um aspecto específico é que as metas estão sempre ligadas a variação prazo x investimento, o que denota uma análise detalhada para que não ocorram erros no meio da execução.

Para que o planejamento estratégico seja eficaz também é preciso definir metas individuais. Acredito que todas as pessoas da companhia precisam ter objetivos pessoais, mas ligados aos planos de ação e, consequentemente, às estratégias.

É necessário, ainda, que a empresa tenha uma pessoa, ou uma equipe, responsável por cobrar o cumprimento dos planos estabelecidos. Essa área é extremamente importante para que todas as atividades, individuais e de equipes, sejam acompanhadas e tenham a evolução planejada. Dessa forma pode-se bonificar os profissionais por conta de resultados obtidos, o que é uma ferramenta interessante na complementação do planejamento, por motivar as pessoas em conjunto com a visão e missão da companhia.

O planejamento estratégico não é um processo engessado, mas adaptável à realidade de cada empresa. Os passos aqui listados, porém,  são uma forma prática e eficiente de ter um planejamento e acelerá-lo conforme a necessidade da organização.

Com informações do Administradores.

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Veja como construir relacionamentos na carreira


A confiança é um dos princípios fundamentais da construção de relacionamentos. Ela, contudo, “não acontece de um dia para outro, exige o que a pessoa tem de melhor, se desenvolvendo aos poucos. Ela precisa ser conquistada com nossas ações e comportamentos”, explica o consultor e palestrante Eduardo Shinyashiki, presidente da Sociedade Cre Ser Treinamentos.

Assim como na vida pessoal, relacionamentos profissionais também dependem dela para se manterem saudáveis. “Uma relação de confiança no ambiente de trabalho cria espaço para a cooperação, o comprometimento, a circulação de ideias inovadoras, superação das diferenças, aumentando a satisfação no trabalho e melhora da comunicação”, explica Shinyashiki.

Veja quais os passos para construir um relacionamento baseado na confiança:

Honestidade, integridade e coerência

“Não posso dizer confie em mim, mas por meio destes três aspectos eu estabeleço o vínculo de confiança”, diz Shinyashiki. Para que um indivíduo confie em alguém e se comprometa com ele é preciso acreditar nele. “Perceber que é verdadeiro e coerente nas ações”, diz o especialista.

De acordo com a coach Thirza Reis, especialista da Homero Reis e Consultores, a relação de confiança no trabalho só pode ser estabelecida em um terreno da sinceridade. “É saber que posso acreditar no que o profissional está falando”, diz.

Competência técnica

Thirza Reis também cita a competência como um dos pilares da confiança no trabalho. “É acreditar que ele tem a competência técnica para fazer o que diz ser capaz de fazer”, explica. Ou seja, o gestor precisa confiar na competência da sua equipe e vice-versa. Por isso sem a competência não há confiança no âmbito profissional.

Compaixão e empatia

De acordo com Shinyashiki, a compaixão e a empatia – que é a capacidade de se colocar no lugar da outra pessoa – formam a “ base espiritual” para que se estabeleça uma relação de confiança no trabalho.

“Alguns líderes não se colocam no lugar no funcionário. Pouco importa para ele se o filho do funcionário está mal de saúde, se o casamento dele está arruinado. O que importa é o resultado”, lembra o especialista. E um comportamento assim vai minando a relação de confiança. “Nem resultado que se constrói à custa do sofrimento de alguém é duradouro”, diz.

Os passos para construir a relação de confiança

1 Ser claro e construtivo na comunicação

Derivada do latim comunicare, a palavra comunicação pressupõe “tornar comum” a informação ou experiência, conforme explica Shinyashiki. E para isso, é preciso ser claro e construtivo no ato de comunicar, mantendo o respeito pelo outro. “Sabendo ouvir as suas opiniões e ideias, sabendo compreender antes de querer ser compreendido”, diz o especialista.

2 Compromisso com o resultado

De acordo com Shinyashiki, parte da construção da relação de confiança é “participar ativamente e estar comprometido com os resultados estabelecidos.”

Imagine que seu chefe viva pedindo um esforço extra para que o seu departamento bata as metas. E esse esforço resulta em noites e mais noites no escritório. A equipe se empenha, se compromete e atinge o resultado. Mas é como se não tivesse mais do que a obrigação já que nem um “muito obrigado” ela recebe do gestor.

É certo que o empenho inicial vai aos poucos se esvaindo pela falta da participação ativa da liderança. Nesse caso, a confiança da equipe na chefia foi minada porque não houve demonstração de que a liderança estava comprometida e vibrando pelos resultados.

3 Apoiar e cooperar

Com apoio e cooperação no ambiente de trabalho é que se vai criando o vínculo de confiança. “Quando apoia, você dá sustentabilidade para a equipe”, explica Shinyashiki.

4 Compartilhar

Informações, conhecimentos e experiências. Compartilhar tudo isso é outra atitude de quem está disposto a construir uma relação de confiança, segundo Shinyashiki.

Ao estimular o desenvolvimento de um colega ou subordinado, o profissional demonstra que confia e que também merece confiança

5 Apostar na flexibilidade

“É ser flexível para enfrentar as mudanças e compreender as diversidades e os pontos de vista diferentes”, diz Shinyashiki.

Segundo Thirza Reis, uma relação de confiança ancorada na maturidade não é aquela em que uma pessoa declara para outra: sei que posso confiar em você porque você nunca vai me faltar.

“Essa é a confiança ingênua, a declaração de confiança madura é: confio em você e sei que você pode me faltar um dia. Quando isso acontecer vamos conversar a respeito”, diz ela.

Com informações da Exame.

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Conheça 3 processos pessoais de trabalho


Embora a demanda por trabalho seja a mesma para diversos profissionais, não é novidade o fato de que cada um trabalha de acordo com seus próprios métodos. Entretanto, muitos chefes e gestores têm dificuldade de entender os processos de trabalho de seus colaboradores e acabam interferindo.

É claro que você pode trabalhar de acordo com outras regras, mas dificilmente será tão produtivo. Portanto, se você quer render o máximo durante o expediente, conheça os 3 métodos pessoais de trabalho e descubra qual deles é o seu:

1. Realização

Os realizadores são as pessoas que fazem as coisas acontecerem. Eles se sentem vivos quando as tarefas estão concluídas, as listas de tarefas completamente riscadas e os projetos em andamento perfeito. Normalmente essas pessoas mantém foco intenso em suas atividades e fazem esforços detalhados. Contudo, os realizadores podem se esquecer da comunicação. Por manterem um foco tão intenso, eles tendem a ignorar a necessidade de avisar o restante da equipe sobre suas tarefas, além de mergulharem de cabeça nos projetos, sem antes considerar os prós e contras daquilo.
 
 2. Liderança

Os líderes criam visão e inspiram os outros a acreditarem em um projeto. São o tipo de pessoa que você não consegue evitar ouvir, admirar e seguir. Sem a orientação deles dentro de um projeto, você se sente andando em círculos. Esse tipo de profissional pode se destacar dos demais, mas ainda sentem dificuldades para compreender e executar tudo que sua visão apurada projeta para um trabalho. Por estarem na frente, às vezes os líderes negligenciam o progresso de seus seguidores.

 3. Paixão

Os apaixonados são também os construtores de relações. Eles acreditam que uma equipe unida é mais forte e prosperam em harmonia, mantendo um trabalho árduo para gerenciar relacionamentos e construir consensos. Pessoas com estilo apaixonado são sensíveis e empáticas, mas podem exagerar no que se refere aos detalhes.

Com informações do Universia Brasil.