sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Amazon lança navegador Silk com acelerador via nuvem


Na conferência de imprensa em que anunciou quatro novos dispositivos kindle, a Amazon lançou também seu próprio navegador para dispositivos móveis, o Silk, que tem o desempenho acelerado graças à nuvem. O software é chamado de "navegador bipartido", porque tem suas funcionalidades executadas parte pelo disco do aparelho móvel - inicialmente, o Kindle Fire - e parte pelo Amazon Web Services (AWS), serviço da empresa na nuvem.

Segundo a gigante de varejo online, a cada página que o usuário acessa na internet, o programa avalia quais componentes vão rodar no dispositivo e quais vão usar recursos da cloud. O processo leva em consideração o tipo de site que está sendo aberto, as condições da conexão - que, no Kindle Fire, é Wi-Fi e gratuita -, além de arquivos que já estejam disponíveis no aparelho ou no serviço virtual. De acordo com a Amazon, as páginas na web têm, em média, 80 arquivos associados, localizados em cerca de 13 domínios diferentes. Estes arquivos precisariam ser baixados um a um, uma vez que poucos, de acordo com a empresa do CEO Jeff Bezos, podem ser obtidos simultaneamente. A consequência é o tempo de espera para que o site seja completamente carregado.

O Amazon Elastic Compute Cloud (EC2), parte do (AWS), estaria permanentemente conectado aos principais servidores da internet, e teria "à mão" os arquivos de que as páginas vão necessitar, diminuindo o tempo de carregamento. Os números citados são de 100 milissegundos para que um browser móvel comum consiga ir até o servidor e voltar com os arquivos. O EC2, segundo a Amazon, conseguiria completar a operação em cinco milissegundos. Outra consequência do processo do browser bipartido seria a possibilidade de realizar mais atividades online, uma vez que o navegador não chega a estourar sua capacidade limitada de funcionamento, já que uma parte do trabalho é transferida para nuvem. A vida útil da bateria teria ganho também, de acordo com a fabricante do Silk, já que o esforço do aparelho é menor.
A companhia de Bezos destaca, ainda, que o tempo gasto para iniciar o processo de conexão entre o browser e o servidor da página de internet não existe no navegador do Kindle Fire, uma vez que o programa está "permanentemente conectado ao EC2, e pronto para começar a carregar o próximo site".

O navegador bipartido também otimiza o tempo de espera do usuário utilizando algoritmos desenvolvidos pela empresa para recursos presentes no site da Amazon, como o "quem comprou isso também comprou aquilo" exibido para usuários que fazem buscas por produtos. Na conexão à internet, isso significa que a companhia consegue mapear padrões de navegação e deixar pré-carregados os conteúdos mais acessados. O exemplo citado é o de usuários que acessam um site de notícias determinado: se o sistema percebe que 85% dos visitantes clicam na manchete do site, o EC2 pode já baixar os arquivos referentes à página e entregá-los com vais velocidade ao usuário. O nome Silk (seda, em inglês) é "inspirado na conexão quase invisível, porém extremamente forte, entre duas coisas diferentes", uma metáfora para a ligação entre o browser do Kindle Fire e o serviço de computação em nuvem da Amazon.

Com informações do Terra

Foto: Amazon/YouTube/Reprodução

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Google deve lançar novo sistema Android no dia 11 de outubro




O Google, em parceria com a Samsung, começou a enviar os convites para um evento para a imprensa no dia 11 de outubro, como conta o site TechCrunch. No convite, as companhias prometem o que há de novo no que se refere ao Android.

A expectativa é que seja anunciado o novo smartphone Nexus Prime, o primeiro dispositivo com a nova versão do sistema operacional para dispositivos móveis do Google, o Android Ice Cream Sandwich. O novo aparelho também deverá vir com processador dual-core, dois modelos de tela (uma de 4,5 polegadas e outra de 4,65 polegadas), além de suporte 4G.

Na primeira semana de setembro, durante uma conferência em São Francisco, nos Estados Unidos, Eric Schmidt confirmou o lançamento da nova versão do sistema operacional para, no máximo, novembro.

Com informações do Terra

Foto: AFP

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Feito no Brasil, Xbox 360 vai custar a partir de R$ 800, anuncia Microsoft




Aparelhos serão fabricados pela Flextronics, na Zona Franca de Manaus.


A Microsoft anunciou nesta terça-feira (27) a fabricação do videogame Xbox 360 no Brasil, com redução de preço de cerca de 40% em relação aos modelos importados. Serão montados os dois modelos comercializados pela empresa, com 4 GB e 250 GB de disco rígido para armazenar games, filmes, músicas e fotos. O modelo de 4GB, vendido anteriormente por R$ 1,3 mil, passa a custar R$ 800, enquanto o de 250 GB, vendido por R$ 1,6 mil, será vendido por R$ 1,1 mil.

A empresa venderá ainda dois pacotes com o videogame e o sensor de movimentos Kinect, com preços de R$ 1,1 mil (4 GB) e R$ 1,4 mil (250 GB). Os aparelhos fabricados no Brasil serão vendidos a partir do dia 5 de outubro nas lojas do país. O videogame será produzido por meio de uma empresa terceirizada na Zona Franca de Manaus, a Flextronics. A Microsoft espera fabricar 17 mil aparelhos por semana no Brasil. "Inicialmente, os aparelhos serão comercializados apenas no Brasil", afirma Guilherme Camargo, gerente de mercado do Xbox 360 no Brasil. Ainda, todos os componentes utilizados na montagem do console nacional são importados.

De acordo com Camargo, a empresa trabalha há dois anos para poder fabricar o videogame aqui. "Foi bastante trabalhoso conseguir criar uma fábrica fora da China e conseguimos em tempo recorde". Até o dia 5 de outubro, os aparelhos que já estão na loja terão preço reduzido. O modelo de 250 GB de HD sairá por R$ 1,3 mil, enquanto o de 4 GB custará R$ 1 mil.

Os jogos produzidos pela Microsoft, como "Gears of War 3", grande lançamento da empresa em 2011 para o X360, começaram a ser gravados no Brasil, fazendo com que o preço dos lançamentos caísse de R$ 180 para R$ 130. Os games de catálogo, lançados há mais tempo, custam a partir de R$ 60, com games de Kinect custando R$ 100.

Cartões da Xbox Live

A Microsoft também fabricará no Brasil o cartão de assinatura do serviço Xbox Live, que permite jogar on-line e comprar games por meio de download. A assinatura da versão Gold do serviço por três meses custará R$ 44 (antes custava R$ 55) e de 12 meses por R$ 100 (antes saía por R$ 130). Os cartões de pontos, que permitem comprar os games, serão vendidos por R$ 44 (cartão de 1500 pontos) e R$ 120 (cartão de 4500 pontos).

Rumores se confirmaram

No início de setembro, a subdistribuidora da Microsoft Incomp enviou e-mail para revendas autorizadas da empresa afirmando que o Xbox 360 custaria a partir de R$ 700. De acordo com a empresa com matriz em Porto Alegre ao G1, os novos preços devem ser divulgados em breve pela Microsoft. Rumores apontavam que o motivo da redução de preço seria por conta de que o Xbox 360 seria fabricado no Brasil. Um e-mail enviado para lojistas pela Incomp aponta que o Xbox 360 custaria o preço anunciado pela Microsoft nesta terça-feira.

Com informações do G1

Foto: Divulgação

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Brasil sobe em ranking que avalia a competitividade no setor de TI

País subiu para o 39º lugar geral, à frente México, Argentina e Colômbia.

O Brasil subiu uma posição no ranking que avalia a competitividade no setor de tecnologia da informação de 66 países. A pesquisa, feita pelo Economist Intelligence Unit e pela Business Software Alliance (BSA), foi divulgada nesta terça-feira (27).

De acordo com a organização do estudo, a melhora no desempenho do país foi puxada pelo bom ambiente de negócios, pelo número de estudantes e empregos em TI e pelas melhoras no ambiente jurídico. Apesar disso, o país perde pontos por tributação excessiva e baixa penetração de PCs e banda larga.

Nesta edição do estudo, o Brasil subiu para o 39º lugar geral, à frente de países com o México, a Argentina e a Colômbia. Desde a primeira realização do ranking, em 2007, o Brasil já subiu quatro posições --a última lista foi divulgada em 2009.

Entre os países que mais posições subiram, destacam-se a Índia --que subiu dez posições--, a Malásia, o Cingapura, a Alemanha, o México e a Polônia. Os primeiros cinco países do ranking são Estados Unidos, Finlândia, Cingapura, Suécia e Reino Unido.

O estudo avalia as condições de 66 países em seis fatores considerados "fundamentais" para a competitividade no setor de tecnologia da informação: o ambiente de negócios, a infraestrutura de TI, o capital humano, ambiente de pesquisa e desenvolvimento, ambiente jurídico e suporte ao desenvolvimento do setor.

"De forma geral, as superpotências de TI já estabelecidas em nível global estão mantendo sua força, mesmo diante da crise econômica. No entanto, novos concorrentes avançam sobre esse domínio", comentou Frank Caramuru, diretor da BSA no Brasil.

Com informações do G1

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Facebook triunfa ao buscar "inspiração" nos concorrentes




Na cena do tribunal no filme A Rede Social, Mark Zuckerbeg responde aos irmãos Winklevoss, que o acusavam de copiar a ideia do Facebook, a seguinte frase: "se vocês tivessem tido a ideia do Facebook, vocês seriam os criadores do Facebook". Na vida real, o que se vê, no entanto, é que depois de sete anos de existência, a rede social de Zuckerberg se especializou em se inspirar no que os concorrentes mostravam de melhor.

Nessa semana, durante a conferência F8, o CEO anunciou uma série de mudanças estruturais, entre elas o novo visual, abertamente inspirado na "timeline" do Twitter. O microblog, aliás, vem sendo a principal "vítima" do Facebook. Não que os recursos de organização estrutural do Twitter sejam absolutamente originais. Muito do que o Twitter é veio da própria experiência com blogs e fóruns de discussões, por exemplo. A diferença é que o Twitter apresentou essas funcionalidades ao "mundo social" e se tornou.

Em um post no blog do Facebook de 2009, Mark Zuckerberg explicava o porquê do então necessário foco no "Mural". Para ele, a crescente procura por informação em mídias sociais, influenciada diretamente pelo crescimento do Twitter, fez com que o Facebook, ao entender este movimento, conseguisse se transformar em uma ferramenta que ajudava os usuários a compartilhar as experiências próprias com o resto do mundo.

A questão é que, se não se pode falar em uma obsessão de Zuckerberg pelo Twitter, há um caso interessante entre essas duas ferramentas. Ainda em 2008, o Facebook tentou comprar por US$ 500 milhões o então novato Twitter, que não teria aceito a proposta por entender que valia mais do que isso, segundo o site Swisher.

De lá para cá, houve uma série de funcionalidades que vieram do Twitter, como a lista de sugestão para seguir celebridades e o Subscribe, que permite o usuário receber atualizações de pessoas que não o conhecem, também associado aos círculos do Google+. Falando na rede social do Google, o Facebook sempre teve listas de amigos, mas a adição de filtros e "listas inteligentes" para separação dos contatos em áreas como "escola", "região" e "trabalho", por exemplo, eram a cereja do bolo do Plus.

Viajando um pouco mais no tempo, em 2006, a rede social com maior número de seguidores do mundo foi acusada de copiar o Digg do del.icio.us ao criar o "Compartilhar" para textos, vídeos e fotos. para proprietários de sites de terceiros. Ainda na mesma linha, mais recentemente, analistas de sites e blogs de tecnologias, como o Google Watch, apontam a inspiração do Facebook na tentativa de criar aplicativos de geolocalização similares ao Foursquare, além de acordos comerciais como o gigante das compras coletivas nos Estados Unidos, o Groupon.

Se é arriscado chamar o Facebook de "Microsoft do mundo social", ao menos há uma semelhança com a companhia de Bill Gates. O Facebook sabe, melhor do que ninguém, usar a enorme plataforma para lançar produtos e funcionalidades que, mesmo não sendo originais, conseguem se mostrar da maneira mais bem aplicada e usável possível. Agora, se isso mostra alguma crise de identidade da maior e mais poderosa rede social do mundo, Mark Zuckerberg não parece preocupado. O que ele quer - e já deixou claro - é crescer cada vez mais.

Com Informações do Terra.


Foto: AFP

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

iPad deve liderar mercado de tablets pelo menos até 2014, diz Gartner


O iPad deve seguir na liderança do mercado de tablets pelo menos até 2014, segundo previsões publicadas nesta quinta-feira (22) pela empresa de consultoria e análise Gartner. De acordo com o estudo, a indústria de tablets deve ter forte crescimento nos próximos anos, e deve fechar 2011 com 63,6 milhões de unidades vendidas. O número significa crescimento de 261,4% na comparação com 2010, quando foram vendidos 17,6 milhões de aparelhos.

Para 2015, a projeção é que sejam vendidos 326,3 milhões de unidades. A liderança, segundo a Gartner, deve permanecer com a Apple, que pode chegar a 148,6 milhões de iPads vendidos no ano. Somados, os modelos com sistema Android, do Google, ocuparão a segunda posição, segundo a Gartner, com 116,4 milhões de unidades. Modelos com sistema operacional Windows serão responsáveis por 34,4 milhões de unidades.

De acordo com a projeção, o modelo da Apple será responsável por 73,4% do mercado de tablets em 2011. Samsung, Motorola, Acer e outras fabricantes de modelos com sistema operacional Android devem, no total, vender 11 milhões de unidades no ano, ou 17,3% do total. É um avanço em relação aos 14,3% registrados em 2010, mas é 28% menor que a última projeção da Gartner. O número só não foi menor por conta do crescimento das vendas de modelos genéricos na Ásia e a expectativa para a chegada do modelo fabricado pela Amazon.

Em 2010, em seu ano de lançamento, o iPad foi responsável por 83% das vendas. "A Apple deve seguir detendo mais de 50% do mercado até 2014", afirma a vice-presidente de pesquisas da Gartner, Carolina Milanesi.
"A empresa teve a visão de criar este novo mercado e, ao fazer isso, conseguiu se planejar para suprir a demanda em termos de suprimentos de memória e tela sensível ao toque. Isso permitiu que a empresa colocasse um produto com um preço competitivo", afirma Caroilina.

"Já o Android tem sido prejudicado por uma incapacidade de conseguir modelos com preço competitivo, pela dificuldade da interface de usuário e pelo número limitado de aplicativos", segundo Carolina.

Com informações do G1


(Foto: Divulgação)

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Positivo anuncia dois tablets com Android a partir de R$ 1 mil



A Positivo Informática anunciou dois tablets equipados com o sistema operacional Android, do Google. Os aparelhos de 7 e 9,7 polegadas chamados Ypy 7 e Ypy 10 têm versões com wi-fi e wi-fi mais 3G.


“Esses são os primeiros tablets feitos por brasileiros para brasileiros. Estamos lançando hoje um tablet totalmente diferente chamado Ypy, que significa ‘primeiro’ em tupi”, disse Hélio Rotenberg, presidente da Positivo.

O aparelho menor chegará às lojas na segunda quinzena de outubro a partir de R$ 1 mil. Segundo Rotenberg, o valor do tablet poderá ser reajustado conforme o dólar. "O preço dos componentes importados são rapidamente repassados aos tablets. Com o dólar até R$ 1,80 conseguimos manter esse valor", explicou.

Por ter sido desenvolvido depois, o Ypy 10 deve chegar ao mercado depois de outubro, mas até o Natal, de acordo com Adriana Flores, diretora de produto da Positivo. "Estávamos com a tabela de valores de ambos os tablets pronta até ontem. A incógnita sobre o preço depende do dólar", afirmou Rotenberg.

O Ypy 7 roda o Android 2.3.4, pesa 420g e tem 11,8mm de espessura. O aparelho possui bateria que pode durar até 9 horas e câmera frontal para videoconferência. O tablet de 9,7 polegadas é equipado com Android 3.2, pesa 700g e tem a mesma espessura do Ypy 7. O equipamento possui ainda câmeras frontal e traseira e GPS com bússola digital.

A plataforma Android em ambos os aparelhos foi customizado pelo laboratório da Positivo para deixá-la 100% em português. “São os primeiros tablets com Android no mundo feitos no formato 4:3, muito usado em livros e revistas”, disse Rotenberg.

Segundo o executivo, todos os aparelhos são fabricados no Brasil com a redução do imposto. “Só lançamos agora pois estávamos esperando a definição sobre o Processo Produtivo Básico (PPB) por parte do governo. Todos os modelos têm incentivos”, disse.

Rotenberg também afirmou que a companhia está negociando com todas as operadoras de telefonia, mas que até agora nenhum acordo foi fechado. “Esperamos ter as negociações concluídas até outubro para lançarmos o tablet de 7 polegadas no mercado”, afirmou.

Com informações do G1

(Foto: Divulgação)