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segunda-feira, 28 de abril de 2014

Como se tornar um microempreendedor individual



Mudar de vida, ter seu próprio negócio é o sonho de muitos brasileiros. A economia em alta e as novas oportunidades que surgem no país tornam o momento propício para empreender. Mas investir em uma ideia de negócio requer muita pesquisa, planejamento e preparo. O empreendedor precisa conhecer o mercado em que vai atuar, buscar novas oportunidades e se antecipar às ameaças.

Além disso, é preciso cuidar da formalização do negócio para poder emitir notas fiscais e recolher impostos. Visando facilitar o registro de empreendimentos pequenos e, em sua maioria informal, desde julho de 2009 existe no Brasil o Microempreendedor Individual (MEI ou EI), que faz parte da Lei Geral da Micro e Pequena Empresa. O MEI permite que manicures, costureiras, pintores, mecânicos, feirantes e outros profissionais possam se formalizar.

Com CNPJ e cobertura previdenciária, os horizontes se abrem para o empreendedor que quer crescer. O que começa como um pequeno negócio pode virar uma média ou grande empresa no futuro. Tudo começa com a formalização e o direito de exercer a profissão e a cidadania de acordo com as leis do país.

Como se tornar um Microempreendedor Individual (MEI/EI)

Para ser um empreendedor individual é necessário faturar no máximo até R$ 60.000,00 por ano, não ter participação em outra empresa como sócio ou titular e ter um empregado contratado que receba o salário mínimo ou o piso da categoria.

As atividades que se enquadram no MEI são comércio e indústria em geral e serviços de natureza não intelectual sem regulamentação legal – como lavanderia, salão de beleza, lava jato, agência de viagem, entre outros.

O registro é feito totalmente online, via Portal do Empreendedor e o único custo da formalização é o pagamento mensal de 5% do salário mínimo (R$ 31,10), R$ 5 de ISS (Imposto sobre Serviços) e R$ 1 de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços). O MEI é enquadrado no Simples Nacional e fica isento dos tributos federais (Imposto de Renda, PIS, Cofins, IPI e CSLL).

Pagando essas contribuições, o Empreendedor Individual tem acesso a benefícios como auxílio maternidade, auxílio doença e aposentadoria e pode registrar até um empregado com custos mais baixos.

Com informações do site Canal Do Empreendedor

sexta-feira, 1 de março de 2013

O que você empreendedor deve saber na hora escolher uma franquia



Abrir uma franquia está nos objetivos de grande parte dos empreendedores brasileiros, porém o empresário deve ter em mente que ele deve realizar algumas pesquisas antes de escolher o negócio que deseja investir. Para Marcos Nascimento, diretor da Cia de Franchising, é fundamental que o interessado analise o mercado e o produto. “Tudo vem do mercado, saber se essa demanda é contínua, se é sazonal e como interfere nos negócios”, afirma.

O empreendedor deve ficar atento ao manual da franquia que é um documento contendo a maioria das informações e o know-how da franqueadora. Se você tiver com antecedência certas informações a respeito suas chances de sucesso aumentam. Com a ajuda de Nascimento, André Friedheim, diretor da Francap, Janete Nagasawa, diretora de consultoria do Grupo Bittencourt, e Wagner L. Almeida, diretor da Divisão de Consultoria e Expansão da Global Franchise, a Exame listou algumas perguntas essenciais que devem ser feitas à empresa franqueadora.

1 – Qual é a estrutura de apoio ao franqueado?

“A pessoa, no primeiro momento, está preocupada com o segmento do negócio, ramo de atuação, mas não enxerga o depois”, afirma Friedheim. Se a empresa não der apoio e atenção necessárias ao franqueado, é bem possível que ele tenha muita dor de cabeça. O empreendedor deve sempre perguntar como é feito esse apoio, se na hora de uma crise como deve ser feito um contato, se será apenas por e-mail ou telefone. “Principalmente quando o franqueado tem dificuldades para atingir os resultados esperados, um suporte estratégico faz a diferença”, explica. Janete

2 – Como são realizados os treinamentos?

O programa de capacitação da equipe variam de empresa para empresa, e como as franquias não é diferente. O empreendedor deve questionar sobre como é feito o treinamento da equipe naquela empresa e quais os recursos que ele tem disponível para isso, se o curso é feito somente à distância ou presenciais, e como são realizados cursos de reciclagem.

3 - Há uma consultoria de campo?

Algumas dúvidas só aparecem quando o negócio está em operação. Para Nascimento, a quantidade de vezes que consultores da franqueadora passam na sua unidade é um diferencial. “Faz parte do suporte contínuo”, afirma.

4 - Quais são as regras do ponto comercial?

O sucesso do negócio, às vezes, pode depender muito do ponto comercial ou da localidade da franquia dentro de um shopping. "Você tem que ser muito criterioso em relação ao ponto", afirma Friedheim. As características do ponto e o limite do aluguel podem diminuir a lucratividade do franqueado, por exemplo.

5 – Quais são as regras para abrir mais de uma franquia?

Os critérios para o investimento em mais de uma franquia variam de empresa para empresa. Existem casos onde o empresário deve sair da cidade para fazer uma nova franquia. “Quando não há nada especificado no contrato, é bom perguntar para onde ele pode crescer”, aconselha Almeida.

6 – Como funciona o marketing da marca?

Geralmente o franqueado paga uma taxa de marketing, mas cada empresa tem um modelo de marca e ações diferentes.  “Em muitos dos casos, a franqueadora faz uma ação que, às vezes, não chega a uma região”, explica Janete. Segundo Nascimento, é muito importante que o empreendedor entenda como se dá o fundo de marketing institucional, por isso pergunte sempre sobre isso antes de montar uma franquia.

7 - Qual é o capital realmente necessário para abrir uma franquia?

O investimento inicial de uma franquia é um número estimado, mas há outros gastos que envolvem abrir uma unidade. Especialistas afirmam que o empresário precisa se atentar ao capital necessário durante a pré-operação. "Além da montagem da loja, saiba como funciona a adequação do local e qual é o custo de ocupação", explica Janete.

Com informações da Exame.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Conheça 3 dicas para cortar custos na sua empresa


Alguns empreendedores em tempos de crise procuram cortar os gatos de suas empresas, mas em determinados casos, eles fazem isso nos setores errados. Para cortar custos de forma eficiente, e sem comprometer a empresa, o empresário deve sempre se cercar de dados confiáveis sobre as atividades do seu negócio. Veja abaixo três aspectos que devem ser avaliados:

1 – Alugue, não compre 

Se a empresas puder terceirizar serviços que não são essenciais para a empresa, faça isso. Isso deixa você livre para concentrar-se em outras pendências que irão gerar retorno para seu negócio. Se a empresa precisa de veículos para transporte, ela deve alugá-los, já que a compra de automóveis significa manutenção e uso de tempo para gerir algo que não envolve a atividade-fim da empresa. Essa regra vale, de maneira geral, para todas as atividades que não geram receita diretamente para o negócio.

2 - Tenha o foco no Ativo Econômico

O empresário deve focar nas atividades nas quais a empresa é especialista e deve investir no Ativo Econômico, limitando os gastos em atividades que não são a finalidade do negócio.

O Ativo Econômico representa os investimentos em ativos imobilizados ou intangíveis (como patentes, marca etc), que geram fluxo de caixa para a empresa. Assim, a organização deve concentrar seus investimentos em novas tecnologias, máquinas, produtos, pesquisa e ações que efetivamente tragam resultados para o negócio.

3 – Mantenha os dados da sua empresa atualizados

Alguns empresários fazem cortes ineficientes, e sempre acaba sobrando para os funcionários, mas se for mal planejada o empresário pode perder muito, pois pode fazer com que os melhores funcionários deixem a empresa ou criar um ambiente no qual os colaboradores não se sintam valorizados. Mantenha a empresa sempre atualizada, e utilize esses dados para determinar aqueles custos que não estão trazendo retorno para o caixa. Esses custos podem ser gastos com escritório, despesas de comunicação ou custos logísticos. A única forma de identificar os custos a serem cortados é levantar o peso de cada um nas contas da empresa e, para isso, os dados devem ser levados em consideração.

Com informações da Exame.

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Confira 5 dicas para sua empresa ter vida longa


O Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT) publicou em setembro um censo de empresas e entidades públicas e privadas do País abertas no Brasil. A conclusão foi de que 15,41% dos negócios acabam ainda no primeiro ano de vida. Para efeito de comparação, na década de 1970 esse número era quase o dobro, 29,15%.

Além de se basear em informações das empresas, o censo usou dados de Receita Federal, secretarias estaduais da Fazenda, secretarias municipais de Finanças, Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Juntas Comerciais, Portal da Transparência e Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Para o consultor e diretor do Grupo Candinho Assessoria Contábil, Glauco Pinheiro da Cruz, dois fatores foram essenciais para a baixa da mortalidade de empresas. Em primeiro lugar, está o maior poder aquisitivo da população. "O aumento de renda da população trouxe acesso ao consumo de produtos e serviços que determinadas classes não tinham", afirma.

Em seguida, o consultor enumera a preparação do empresário. "As pessoas estão mais preparadas para abrir uma empresa. Hoje, o fácil acesso às informações permite que o empreendedor pesquise antes mesmo de abrir um negócio", avalia Glauco.

No entanto, a vida média de uma empresa no Brasil é de 8,7 anos - um resultado considerado muito baixo pelo consultor. "Hoje, as exigências para abrir empresas podem até ter aumentado em alguns ramos por conta da burocracia. Por isso, quem leva o negocio adiante é quem está mais preparado e mais ciente", diz.

Confira cinco dicas de Glauco para aumentar a longevidade de sua empresa.

1. Não confundir a pessoa física com pessoa jurídica

Segundo o consultor, as entidades são distintas e a confusão entre elas pode prejudicar muito. "O novo empresário não deve achar que pode pôr no bolso o dinheiro que acabou de entrar no caixa", diz.

2. Não desejar a "grama" do vizinho

"Não se pode querer o mesmo que o vizinho empreendedor", explica. É preciso aceitar o fato de que existem "empresas" e "empresas" e que elas não apresentam as mesmas condições, nem têm os mesmos resultados.

3. Trabalhar!

"Às vezes, o empresário acha que apenas por ser dono pode parar de trabalhar no negócio. Mas não é assim. Ele tem de estar presente", afirma o consultor.

4. Inovar

O novo sempre chama mais atenção. Por isso, Glauco recomenda praticar a inovação toda vez que houver uma oportunidade. "É preciso inovar a forma de trabalho, independentemente do ramo. Atualizar-se sempre."

5. Planejamento

Um planejamento correto faz toda a diferença. "Não dimensionar os custos pode levar a não ter recursos adequados até que a empresa se sustente sozinha", analisa Glauco. "O planejamento na parte tributária é o mais importante, por ser a parte mais complexa.

Com informações do Portal Terra.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Abrir um negócio, comprar uma empresa ou adquirir uma franquia?


Muitos querem começar seu negócio mas alguns têm dúvidas sobre quais modalidades pretendem investir. Abrir sua própria empresa, comprar uma já existente ou optar por uma franquia são alguns dos negócios mais optados pelos profissionais, mas qual será a sua?

O empreendedor, presidente da Fran Systems e consultor em desenvolvimento de negócios e franquias, Batista Gigliotti compara as vantagens e desvantagens das três modalidades mencionadas acima: 

Negócio próprio 

Esta opção permite ao empreendedor elaborar ‘algo novo’. Com bastante estudo, é possível ‘acertar em cheio’ no negócio e criar uma nova necessidade na sociedade (futuros clientes). Seja em serviços ou varejo, a inovação é fundamental. 

No entanto, o desafio de iniciar um negócio do zero requer cautela, planejamento e muita análise. Conhecer a fundo o mercado que irá investir não é o suficiente e pode frustrar eventuais planos. “Outro fator negativo é a falta de conhecimento da área empreendedora, caso o profissional nunca tenha trabalhado na área antes” diz Gigliotti. “O investimento acaba sendo maior por ter que criar todas as áreas de uma empresa e ainda torná-la conhecida no mercado”. 

Empresa já existente 

A vantagem em adquirir uma empresa em andamento, de certa forma, facilita a vida do empreendedor. Ter uma carteira de clientes formada, ponto comercial testado e aprovado atenua eventuais riscos. Para o consultor, ao contrário do que muitos imaginam, há muitas oportunidades neste segmento. Além disso, existem muitas empresas à venda que estão no azul. A vantagem de se conhecer e de se auditar o histórico também diminui (e muito) os riscos.

Se a consultoria responsável pela intermediação do negócio não tiver metodologias adequadas, que conheçam os pontos que precisam ser avaliados e seus devidos valores, a negociação pode ser benéfica apenas para um dos lados. 

Franquia 

O know-how do franqueador auxilia o futuro empreendedor, que terá o suporte necessário para fazer toda a operação de sua loja. Além disso, pertencer a uma marca reconhecida no mercado pode ser considerado muito positivo para quem está iniciando a carreira. 

A difícil localização de um ponto comercial estratégico pode prejudicar os planos do empreendedor. “Quando falamos em franchising esta questão é ainda mais perceptível porque a territorialidade é determinada de acordo com os planos da franqueadora. E, como não poderia ser diferente, os melhores locais já estão locados e em operação”, finaliza Gigliotti. 

Com informações do InfoMoney.

terça-feira, 3 de julho de 2012

1º semestre tem 47% a mais em formalizações

Crescimento na comparação com primeiros seis meses do ano passado foi de 26 mil adesões, diz Receita


O número de trabalhadores autônomos que decidiram migrar para o setor formal cresceu consideravelmente no primeiro semestre deste ano no Ceará. Segundo dados da Receita Federal, foram registradas 26.183 novas adesões ao programa Empreendedor Individual (EI) somente durante o período, o que representa um crescimento de 47% nos 55.635 registrados no início de 2012. Assim, o Estado contava, até ontem, com 81.818 registros no EI, ocupando a décima posição entre as unidades da Federação com os maiores índices.

Em valores absolutos, o crescimento de adeptos ao programa EI no primeiro semestre deste ano foi superior ao de 2011, mas proporcionalmente, houve certa desaceleração. É que, no ano passado, o número passou de 21.918 para 36.138 no período, uma alta de 65%.

Interior supera capital

Ainda de acordo com dados da Receita Federal, o número de empreendedores individuais formalizados nas cidades do interior do Ceará superaram o de Fortaleza no acumulado de 2012, tendo registrado 43.317 adesões ao EI contra 38.501 da capital cearense.

Fora Fortaleza, Caucaia foi o local onde houve maior registro de empreendedores individuais formalizados, com 3.335 adeptos. Maracanaú (2.639), Juazeiro do Norte (2.615), Sobral (1.934), Iguatu (1.154), Crato (1.022) e Crateús 1.014 também se destacaram, sendo as únicas cidades que registraram patamares superiores a mil.

Feira

Para incentivar ainda mais a formalização de autônomos, além de promover a qualificação através de oficinas, o Sebrae deu início ontem, em todo o Brasil, a 4ª Semana do Empreendedor Individual, que segue com programação até sexta-feira, dia 6, em Fortaleza e em cerca de 14 municípios cearenses.

"Recebemos muitas pessoas com dúvidas sobre os benefícios do programa Empreendedor Individual e que decidiram se registrar", disse Tuany Holanda, funcionária da unidade instalada na Praça do Ferreira.

Com informações do Diário do Nordeste.

Fotos de Waleska Santiago.

terça-feira, 19 de junho de 2012

Executivos brasileiros são os que mais esperam crescimento da empresa

Os executivos de Recursos Humanos brasileiros estão otimistas em relação ao crescimento das empresas em que atuam para o próximo ano, bem como possuem perspectivas positivas de crescimento da economia do Brasil.

Ao menos, é o que aponta levantamento realizado pela Robert Half, com 1876 profissionais da área de Recursos Humanos, em 16 países.

De acordo com o estudo, no Brasil, 96% dos entrevistados estão ao menos um pouco confiante no crescimento de suas organizações, sendo que 70% se dizem muito confiantes.

Economia

Quando se trata da economia do país, os brasileiros também são os mais confiantes entre os pesquisados. Porém, este otimismo aparece com menor intensidade do que o apresentado no crescimento da empresa.

Segundo o estudo, 45% dos profissionais da área de Recursos Humanos no Brasil estão muito confiantes no crescimento da economia e 46% um pouco confiante.

Com informações do site Administradores.com

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Ministro da Fazenda afirma que a economia continuará crescendo até o fim do ano

Mantega afirmou que a economia do país cresceu apenas 0,3% no terceiro trimestre em relação ao segundo, esses dados foram divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). "Para o final do ano, vai haver uma aceleração da economia. Já tenho indicadores que a economia já está se aquecendo a partir de novembro", comentou.

Segundo Mantega, a economia mundial não deve crescer muito devido à crise econômica, enquanto que o Brasil continuará crescendo. "A recessão (da economia mundial) está no horizonte. É uma possibilidade que está dada", completou.


O ministro também ressaltou sobre a importância de proteger a indústria nacional, e que temos que valorizar os produtos do país mais que os importados. O ministro destacou o aumento do IPI para carros importados, que apesar de ainda não ter entrado em vigor, já fez com que aumentasse os projetos de construção de fábricas no País. "Se não tomássemos essas medidas, não teria isso. Considero que a medida foi muito eficaz e nós estamos preservando o emprego e o investimento no país", ressaltou.