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quarta-feira, 4 de junho de 2014
Conforto acústico nos restaurantes
Por trabalhar com acústica, fico olhando para o teto quando entro em bares e restaurantes. Outro dia alguém me falou que ninguém olha para cima. Será por isso que muitos restaurantes são muito barulhentos, ou melhor, não possuem tratamento acústico adequado? Tem muito restaurante que é bem decorado, possui cardápio diferenciado, bom atendimento, mas acusticamente desconfortáveis, ruidosos.
Quando temos dificuldade para entender a conversa em nossa mesa, ou precisamos falar alto para sermos ouvidos é nessa hora que a falta de tratamento acústico vem à tona!
Italiano x Japonês
Mas ter tratamento acústico não quer dizer ter um ambiente muito silencioso. Cada tipo de ambiente requer um tratamento acústico específico. Por exemplo, é de se esperar que um restaurante japonês seja naturalmente mais silencioso, intimista, que um restaurante italiano. Isso está associado à cultura de cada povo. Por ser o italiano naturalmente mais extrovertido, falar todo mundo ao mesmo tempo, é aceitável que uma cantina italiana tenha um tratamento acústico mais leve. Já a cultura japonesa remete à meditação, silêncio, logo o tratamento acústico de um restaurante japonês deve ser mais elaborado. Então para cada tipo de ambiente um tratamento acústico apropriado. Veja a matéria “Bares e restaurantes precisam se preocupar com o conforto acústico de seus clientes” sobre um trabalho que fizemos em um restaurante especializado em frutos do mar em Florianópolis.
Muitas vezes se associa acústica a alto custo, mas isso não é sempre verdade. Se pensarmos o projeto acústico no início da obra, junto com o projeto arquitetônico, o custo da acústica será reduzido. O alto custo de um projeto acústico está mais associado à necessidade de ter que fazer reformas, refazer trabalho. Tenho a impressão que esquecemos o sentido da audição em detrimento da visão. Quem sabe num futuro próximo comecemos a ouvir os ambientes.
Com informações do site Gestão de Restaurantes
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restaurantes
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
O seu restaurante possui um gerente? Conheça a razão para se ter um e quais são suas funções
Hoje em dia a grande maioria dos restaurantes e bares possui um gerente administrando tudo, mas você gestor, já se perguntou se tem mesmo um gerente? Quando o cliente entra em um estabelecimento e encontra mau atendimento, falta de mercadoria, qualidade das refeições, longas filas, mesa suja, dentre vários outros problemas ele irá querer falar com o gestor. O seu está preparado? Se você pensou bem para responder talvez seja a hora de prestar atenção, pois o seu estabelecimento não possui alguém preparado.
Assinar a carteira de um colaborador como gerente e dar a ele a autonomia de abrir e fechar seu estabelecimento não o qualifica como tal e você pode estar jogando dinheiro fora. Mas muitas das vezes a culpa pela sua ineficiência não é do próprio gerente e sim do dono do estabelecimento.
Muitos restaurantes promovem garçons, atendentes para a gerencia achando que está tudo bem, mas na verdade está cometendo um erro, não que o profissional em questão não mereça, pois é uma demonstração da valorização do funcionário que demonstrou empenho e dedicação. Mas o erro está na falta de qualificação. Para um profissional ocupar o cargo da gerencia é necessário avaliar se o mesmo está qualificado para a função. Oferecer ao funcionário um curso de gerenciamento de restaurantes e bares é fundamental para que o profissional conheça ferramentas e mecanismos de gerenciamento para promover o seu negócio. Lembre-se, Um profissional qualificado gera retorno financeiro, economia, menos transtorno e mais retorno
Abaixo listamos algumas das funções que o gerente deve realizar em seu bar ou restaurantes, confira se tudo abaixo está sendo realizado pelo seu gerente, caso você constate que não, é um sinal de alerta!
Planejar, supervisionar, coordenar e controlar as atividades do restaurante
Estudar o custo das mercadorias e lista de preços nos diferentes cardápios
Treinar o pessoal de cozinha e salão, se necessário;
Supervisionar o bom andamento da cozinha, sala e bar;
Manter contato direto com os comensais a fim de Ter ciência do bom
andamento do serviço;
Zelar pelas condições de segurança no trabalho;
Manter a eficiência de maquinas e equipamentos.
Supervisionar o recebimento de mercadorias (qualidade e quantidade);
Atender fornecedores;
Controle de Estoque
Acompanhar a receita da empresa e promover ações contínuas para seu melhoramento.
Promover o bom convívio entre toda a equipe
Planejar a escala de trabalho dos colaboradores
Manter e seguir as normas de limpeza e higiene
Conferir a organização do salão
Com informações do site Gestão de bares e restaurantes e do especialista Alison Alves Figueiredo
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quarta-feira, 4 de julho de 2012
Acessibilidade em bares e restaurantes
Assim que um empresário decide abrir um bar ou restaurante é necessário observar se o local já é acessível, ou se nele é permitido fazer reformas para adaptá-lo aos requisitos atuais de acessibilidade.
E o que é considerado um ambiente acessível? É definido como acessível um local livre das barreiras que impeçam o fluxo dos clientes pelo estabelecimento, desde a entrada.
E por que se preocupar com isto? A acessibilidade além de ser uma lei cada vez mais fiscalizada, é um ato de cidadania e mostra a preocupação que a empresa tem com as pessoas. Um espaço acessível facilita o deslocamento de todos, e consequentemente auxilia nos fluxos de funcionários e mercadorias. Também beneficia a visualização do cliente sobre determinado produto ou serviço, o que pode acarretar em aumento de vendas e a satisfação final do consumidor.
Abaixo seguem estão alguns itens da norma brasileira de acessibilidade para restaurantes, bares e similares:
1. É necessário que pelo menos 5% do total das mesas, com no mínimo uma, seja acessível à pessoa cadeirante. Esta porcentagem também é válida para o buffet e caixa. As mesas devem ser integradas às demais, para que sejam oferecidas todas as habituais comodidades e serviços disponíveis no local. Em alguns estabelecimentos observam-se certas incoerências em relação ao assunto, por exemplo, espaços destinados às pessoas com mobilidade reduzida localizados no segundo pavimento, com o acesso obrigatório realizado por escadas, ou mesas isoladas do restante do salão. O cliente está cada vez mais informado e percebe quando as adequações são excludentes.
2. O estabelecimento deve oferecer exemplares do cardápio em braile.
3. Atente-se para as medidas, principalmente em relação às alturas. Nos balcões de auto-serviço, a altura máxima é de 85 cm.Também é necessária uma área de aproximação de 90 cm. Veja a figura 1.
4. Os caixas de pagamento e atendimentos rápidos devem possuir altura máxima de 105 cm do piso. Veja figura 2.
E lembrem-se! Não devemos considerar somente como beneficiários os portadores de algum tipo de necessidade especial permanente, mas também os portadores de necessidades especiais momentâneas, que podem ser qualquer um de nós, em determinada época da vida. A gravidez, uma perna quebrada, torção no pé ou até mesmo uma gripe, deixam as pessoas incapazes de exercer uma atividade com a mesma intensidade. E nestes momentos, como seria bom se não existissem degraus, se o local fosse bem sinalizado, se as rampas e passeios tivessem a inclinação correta e demais condições de acessibilidade respeitadas.
Com informações do site Gestão de Restaurantes.
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quarta-feira, 20 de junho de 2012
O mobiliário é um importante elemento nos bares e restaurantes
O mobiliário é um importante elemento nos bares e restaurantes, e suas
características devem ser coerentes com a identidade visual do estabelecimento
e com o público de interesse. Abaixo seguem algumas sugestões de estilos de
mobiliários e suas vantagens e desvantagens.
Cores e materiais
Elas influenciam na percepção que os clientes têm sobre o ambiente. As cores
da mobília devem ser coerentes com o restante da ambientação. É a integração
entre forma, cor e material que proporciona aos ambientes características
próprias, sejam elas despojadas, jovens, austeras, tradicionais,
contemporâneas, entre outras. Por exemplo, em ambientes que priorizam o público
feminino, como casa de chá, normalmente usa-se linhas orgânicas, e materiais
quentes, como a madeira e cadeiras estofadas.
Em relação às cores, é importante um estudo das características do público
de interesse, pois mesmo definido que os usuários são mulheres, elas podem ser
jovens, de meia idade, extrovertidas, tradicionais, e essas especificidades
interferem na criação da identidade visual. O tempo de permanência no
restaurante ou bar também influencia no estofado. É necessário atentar-se para
evitar materiais frios, como alumínio, em cadeiras do qual as pessoas
permanecerão sentadas por muito tempo.
Refeitório: Mesas fixadas no piso, cadeiras resistentes e sem braços,
permitindo que pessoas de diferentes pesos utilizem o mobiliário.
Lanchonete: Público jovem. Ambientação com cores vibrantes, mesas altas
deixam o espaço despojado, e o pouco espaço entre elas proporciona interação
entre os clientes.
Bases das mesas e cadeiras:
As bases das mesas devem facilitar o encaixe das cadeiras. No mercado,
encontramos cadeiras com bases bonitas e contemporâneas, porém, algumas
apresentam instabilidade caso as pessoas assentem-se muito perto da borda.
As cadeiras com quatro pés são mais estáveis e transmitem a sensação de
segurança, além de serem essenciais para o cliente idoso. Aquelas com braços
são recomendadas em restaurantes com refeições demoradas. É interessante evitar
os modelos mais estreitos, e caso opte por esses, colocar no salão opções de
assentos mais amplos, para serem usados por pessoas obesas.
Medidas dos mobiliários e espaços
entre mesas e cadeiras:
O empresário deve analisar o cardápio e o perfil dos seus clientes para
escolher o melhor tamanho para o mobiliário. Para uma refeição confortável, uma
pessoa precisa de uma mesa com aproximadamente 60 cm de largura e 35 cm de
profundidade, considerando ainda uma faixa livre de 20 cm para apoio de
travessas, acompanhamentos, entre outros, resultando em uma profundidade ideal
de 80/85 cm.
As medidas variam de acordo com o cardápio e serviço. O mais importante é
verificar, antes de comprar o mobiliário, o espaço que as refeições ocuparão na
mesa. Um restaurante fast-food utiliza espaços menores, em comparação aos que
oferecem refeições sofisticadas, pois estes necessitam de superfícies maiores,
para disposição dos utensílios e taças.
Com informações do site Gestão de
Restaurantes
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Solução Sistemas,
vantagens e desvantagens
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