quarta-feira, 9 de maio de 2012

Automação comercial pode gerar economia de até R$ 13 mil




Erros de pedidos, dificuldade de interpretar devido à caligrafia ruim, evasão de receitas e dificuldade no controle da comissão dos garçons, esses são apenas alguns exemplos dos constantes problemas enfrentados por restaurantes que utilizam a comanda de papel. A automação comercial dessas empresas, além de evitar a fraude fiscal, podem gerar uma economia de até R$ 13 mil reais no ano, como também agilizam o atendimento e diminuem os erros dentro e fora do balcão.

Essa economia é facilmente percebida, um bloco com 1.000 folhas (mil) custa aproximadamente R$ 20. O gasto anual com comendas de um restaurante com 10 garçons é de R$ 1.000 (mil). Um cardápio com fotos coloridas custa, em média, R$ 25 e o gasto anual com cardápios de um restaurante com 80 cardápios é de R$ 12.000 (doze). O total anual de gastos com papel deste restaurante chega a R$13.000.

Atualmente a Solução Sistemas trabalha com 2 recursos que facilitam em muito a vida do empresário.

SS Restô 

O SS Restô é uma ferramenta operacional e de gerenciamento para empresas nesta área de atuação. Automatizando todos os setores de forma integrada e utilizando as mais modernas tecnologias disponíveis no mercado. Um dos pontos fortes são suas ferramentas de fidelização do cliente, utilizando para alcançar este objetivo: e-mails, estatísticas, rapidez no atendimento, site de atendimento, memória de consumo. Qualidade e rapidez, suporte 24h.

CE-300

A CE-300 é uma Comanda Eletrônica sem fio que funciona com protocolo nativo e é utilizada como periférico para executar a entrada e saída de dados do seu estabelecimento alinhada com o software utilizado. A Ce-300 possui um software embarcado desenvolvido em C de fácil interação com o operador, que permite ao usuário configurar vários procedimentos. Suas funções básicas são: Inclusão de pedidos, consultar antes de enviar, consultar o último pedido enviado, consultar vários pedidos, enviar um ou mais pedidos para o servidor, imprime a conta do cliente, testa a situação da bateria, testa a conectividade com o servidor, dentre outras funcionalidades.

Com informações do site cozinhaprofissional.com.br

terça-feira, 8 de maio de 2012

Como ser um executivo em uma empresa familiar



É bastante comum o uso da expressão "profissionalização da gestão" quando tratamos da transição da gestão familiar, conduzida pelo fundador da empresa ou familiares sucessores, e a gestão feita por profissionais sem vínculo de parentesco com a família. Essa expressão é equivocada e, de certa forma, ofensiva à família fundadora de empresa, pois sugere que sua gestão não seria profissional. 

Existem aspectos positivos e negativos em ambos os modelos de gestão, mas "profissionalismo" certamente não é o que faz a diferença entre elas. Não podemos ignorar o fato de que a maioria dos argumentos a favor da "profissionalização da gestão" vem de "profissionais". Logo, não são completamente isentos.

Um dos argumentos mais utilizados para criticar a gestão familiar é seu "personalismo". Os acionistas, acumulando a função de gestores, tenderiam a "misturar" seus interesses pessoais com os da empresa. Mas, convenhamos: na prática, não são poucos os executivos "profissionais" que têm a mesma atitude. Aliás, ao optar pela gestão por executivos contratados, os acionistas devem contar com isso e adotar sistemas de incentivo que alinhem os interesses "pessoais" com os objetivos da empresa.

Vamos abandonar a expressão "gestão profissional" e substitui-la por "estrutura de governança corporativa". Uma estrutura (ou sistema) de governança corporativa convencional pressupõe que os acionistas têm um lugar especialmente reservado para eles (o board), que a gestão será feita por executivos contratados em função de sua competência e que serão estabelecidos processos para garantir que a "alta gerência" trabalhe alinhada com os interesses dos acionistas, sem se esquecer dos demais stakeholders (partes interessadas).

Traduzindo, uma estrutura de governança corporativa visa a garantir que a empresa seja dirigida com a mesma determinação e comprometimento da gestão familiar e, no mínimo, com a mesma competência.
Essa "complicação" só se justifica quando:

- os fundadores já não têm interesse em administrar diretamente a empresa;

- a empresa cresceu muito ou o contexto sofreu grandes alterações, de modo que os empreendedores/fundadores já não reúnem as competências requeridas para a gestão cotidiana do negócio;

- uma nova geração de acionistas não tem interesse ou a competência requerida para a gestão do negócio;
- existem problemas insuperáveis de sucessão na família fundadora.

Em qualquer dos casos, essa transição não é fácil. O desafio recorrente que mais observo é o da confiança. Costuma ser muito difícil para os fundadores acreditar que um executivo contratado vá cuidar do seu negócio com a mesma preocupação e dedicação. Isso gera um dos problemas mais comuns na fase de transição: a dificuldade para delegar autoridade de forma compatível com a responsabilidade.

Pode parecer óbvio que contratar um diretor geral (ou CEO) significa que ele deva ser o responsável por conduzir a empresa. Mas não espere que a transferência de autoridade para tanto seja automática e sem traumas.

Na medida em que a "alta gerência" (ou seja, os executivos contratados para dirigir a empresa) assumam sua responsabilidade e exerçam a autoridade correspondente, apenas prestando contas ao board de acionistas, é relativamente comum um sentimento de insegurança e a expressão "ditadura dos executivos" (ou alguma semelhante) passa a frequentar os encontros privados de acionistas, traduzindo o sentimento de que os executivos contratados querem "mandar na empresa".

Esse sentimento dificilmente é superado pelos sócios-fundadores e justifica suas idas, vindas e interferências na gestão durante a fase de transição, mesmo quando a empresa vai bem e supera resultados. Em algumas situações as interferências beiram o assédio moral, mas há que se dizer em defesa dos acionistas que entregar sua empresa na mão de "estranhos" não é uma tarefa trivial.

Cabe aos executivos contratados compreender essa situação e procurar conquistar a confiança dos acionistas sendo o mais transparente possível em suas ações e decisões, sem arrogância ou melindres.
Se não tiver paciência ou talento para tanto, melhor procurar emprego em companhias de capital aberto, onde os problemas serão outros.

Com informações de Administradores.com

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Inventar segmento é opção para ganhar mercado


Não é de hoje que a inovação tem sido apontada por especialistas como uma das maneiras mais certeiras de alcançar o sucesso nos negócios. É possível inovar nos processos e na maneira como se conduz a empresa e adotar novas estratégias de marketing e de recursos humanos, além de criar, de fato, um produto ou serviço completamente novo.

"Já é um clássico nos estudos de administração aquilo que chamamos de 'miopia de mercado'. Esse conceito ajuda a entender por que não foram os fabricantes da carruagem que inventaram o carro, por exemplo", explica Alexssandro Mello, professor do Programa de Capacitação da Empresa em Desenvolvimento (Proced) da Fundação Instituto de Administração (FIA), de São Paulo.

Inovação é a grande sacada
Apesar de todos entenderem a importância do conceito, conseguir realizar a inovação, de fato, não é algo corriqueiro. "Se fechar na própria empresa, no seu próprio segmento, é muito fácil", afirma Mello. Principalmente os micro e pequenos empreendedores costumam estar completamente imersos em suas rotinas, o que dificulta o pensamento fora da caixa.

Para desenvolver um produto ou serviço novo, Alexssandro Mello diz que é essencial encontrar uma necessidade de mercado. Ou seja, observar o que já existe e, a partir daí, perceber o que falta.

Segundo ele, o mais importante, a princípio, é desenvolver o conceito, a ideia, para só no momento seguinte se preocupar se a indústria fornece matérias primas e componentes para torná-lo real. "O conceito vem antes do produto. A ideia do telefone, por exemplo, existia antes de ele ser de fato construído", esclarece Mello. Como no caso do telefone, muitas vezes o empreendedor acaba por criar todo um novo segmento de negócios, não apenas um produto ou serviço. Em outras palavras, leva aos consumidores uma necessidade que eles nem sabiam que tinham.

O professor recomenda - no caso de não existir ainda uma indústria que dê suporte à criação do novo produto - que o empreendedor conte a sua ideia para mais pessoas e, assim, estabeleça relações. "Nesse caso, ele também vai ter de ser o precursor da cadeia produtiva", afirma Alexssandro.

Dicas para se inspirar
Não existe uma regra válida para todos os empreendedores, mas é fundamental conhecer o segmento que se pretende atuar e o consumidor final do potencial produto, porém isso não se consegue apenas por meio de consultorias. O ideal é que empreendedor visite as empresas concorrentes, converse com possíveis clientes e pesquise na internet. "É dessa maneira que ele vai perceber quais são as lacunas de mercado e agir exatamente nessa brecha", opina o professor Alexssandro.

Mesmo que um produto seja inovador, o empreendedor tem de saber como a demanda na área em que ele pretende atuar está sendo atendida no momento e qual é o preço praticado pelo mercado. "É fundamental saber onde se vai pisar", aponta Alexssandro.

Com informações do Terra

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Em tempos de redes sociais, empresas precisam de qualidade, transparência e interação



Com milhões de brasileiros cadastrados no Twitter - o país ocupa o segundo lugar em número de perfis -, não dá para ignorar a rede social. Muito menos o Facebook, que possui mais de 40 milhões de brasileiros inscritos


Já não é mais novidade que o poder do consumidor é outro graças às redes sociais. De fato, à medida que se tornam ainda mais populares, essas redes aumentam a sua influência sobre a esfera econômica e, especialmente, sobre as empresas.

Não é a toa que as corporações se vêem quase que obrigadas a fazer parte desse universo online de interação. Há, inclusive, quem afirme ser essa uma questão de sobrevivência para as empresas.

Para traçar um panorama dessa realidade, o Instituto Brasileiro de Inteligência de Mercado (Ibramerc) realizou, em abril de 2012, uma pesquisa com centenas de gerentes e diretores de inteligência de mercado dos segmentos B2C (que tem a emoção como publicidade) e B2B (que tem a razão como publicidade).

Em ambos os casos, o resultado apontou que 84% dos profissionais do segmento B2B e 92% dos profissionais do segmento B2C - justamente o que tem na compra um fator emocional e, por isso mesmo, a necessidade de ter o consumidor mais envolvido com a marca - usam desses meios.

Porém, ainda que os números demonstrem ser cada vez maior a presença das empresas nas redes sociais, esse não é um universo fácil de entrar, interagir e permanecer de forma competente. O que hoje pode parecer simples e bem sucedido, pode se transformar em uma ameaça à própria existência da empresa, a depender da sua relação com o consumidor fora e dentro da internet.

Isso porque, mais do que um canal de interação com o cliente - que como toda estratégia de marketing tem como objetivo aumentar os lucros – as redes sociais são uma poderosa ferramenta que os consumidores têm em suas mãos para fazer valer os seus interesses.

Em tempos de redes sociais, os consumidores querem ainda mais exigir os seus direitos. Há inclusive sites específicos para denunciar abusos, como o reclameaqui.com.br e o fiadapeste.com.br que, com linguagem nordestina.
No entanto, o poder coletivo nas redes sociais não se limita a sites que fazem o papel de intermediação. O próprio consumidor pode propagar em suas redes qualquer que seja sua insatisfação. Ele descobriu que reclamar pelo Twitter, por exemplo, é bem mais eficaz do que ligar para o SAC da empresa. Esse é o medo de muitos empresários, já que a informação na internet se dissemina com muito mais rapidez.

Com milhões de brasileiros cadastrados no Twitter - o país ocupa o segundo lugar em número de perfis -, não dá para ignorar a rede social. Muito menos o Facebook, que possui mais de 40 milhões de brasileiros inscritos. E como aí estão os formadores de opinião, é claro que as empresas não querem propagar uma imagem negativa.

Mas como fazer para que seus clientes se apaixonem por sua marca no universo online? Qualidade é o fundamental. Se a sua empresa não for realmente boa no que se propõe a fazer, as pessoas certamente irão compartilhar suas frustrações. O mesmo vai acontecer quando elas se sentirem felizes, realizadas e até surpreendidas com seu produto ou serviço.

Quanto ao envolvimento na internet, é preciso que haja transparência e interação contínua. Não basta criar uma página ou perfil empresarial e deixá-lo a cargo de um parente ou funcionário sem a qualificação e tempo necessários. A pessoa responsável por essa função não precisa de formação específica, mas as mais adaptadas são aquelas com formação em ciências sociais e humanas, que possuem um perfil bem diferente dos profissionais e TI e, principalmente, dos representantes comerciais. Se a sua empresa não tem alguém que possa se dedicar exclusivamente a essa atividade, o ideal é deixá-la por conta de uma agência especializada.

Com informações do site administradores.com.br

quinta-feira, 3 de maio de 2012

A Copa do Mundo pode alavancar consumo de alimentos orgânicos no país




Grandes eventos que o Brasil vai sediar nos próximos anos, como a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016, podem ser oportunidades para aumentar o consumo de orgânicos no país. Uma campanha, coordenada pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), por meio do Núcleo Temático Copa Orgânica e Sustentável, tem o objetivo não só de promover o consumo consciente, como também de aumentar a circulação desses produtos no varejo.

"A intenção é aproximar oferta da demanda. E a Copa pode acelerar isso", afirma o coordenador do Núcleo Copa Orgânica e Sustentável, Arnoldo de Campos. Segundo Campos, o mercado de orgânicos movimenta cerca de R$ 500 milhões por ano. A meta é fazer esse número dobrar até o fim de 2014.
Além de estimular o consumo de orgânicos, a campanha Copa Orgânica e Sustentável, quer chamar a atenção do consumidor para valorizar também outros aspectos relativos à produção, como agricultura familiar, certificação de origem, comércio justo e economia solidária. Entre os produtos oferecidos no programa estão alimentos, bebidas, cosméticos e artesanato.

O projeto está fazendo parcerias com empreendimentos das 12 cidades-sede da Copa. Os estabelecimentos podem aderir à campanha comercializando os produtos credenciados direta ou indiretamente. Campos explica que "pode participar tanto um hotel que utilize peças artesanais de uma comunidade da Amazônia em sua decoração, quanto um restaurante que cozinhe refeições a partir de produtos orgânicos".

Os estabelecimentos que optarem por participar serão promovidos e farão parte de um guia de apoiadores da campanha. Segundo Campos, o foco é chegar a locais onde o consumidor vai circular durante a Copa, como bares, restaurantes, hotéis e estádios. "É o momento de expor o produto amazônico, da Caatinga, a nossa diversidade rural", afirma. O projeto deve ser lançado até o fim deste ano, para que seja testado na Copa das Confederações, que ocorre no país no ano que vem.

Campos vê os grandes eventos como catalizadores. "Se o hotel incorpora esses produtos para a Copa, dificilmente vai deixar de fazê-lo depois". Ele diz que a intenção é deixar esse tipo de consumo consciente como um dos legados da Copa.

Fonte: Terra

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Controle integrado de pragas



Manter as pragas longe do estabelecimento é fundamental para a saúde dos negócios


A presença de pragas nos estabelecimentos de alimentos revela falha nos procedimentos de boas práticas de manipulação comprometendo a qualidade higiênico-sanitária dos alimentos, podendo transmitir doenças aos clientes e  trabalhadores.

As baratas domésticas são vetoras de microrganismos patogênicos, através do seu corpo e patas, sendo responsáveis por doenças gastrointestinais, conjuntivites, infecções urinárias, toxinfecções alimentares, alergias, verminoses, micoses, protozooses. As formigas também são condutoras mecânicas de agentes patogênicos, como vírus, bactérias e fungos.

Os roedores urbanos estão vinculados à leptospirose, salmonelose, hantavirose, peste, sarna e micoses. As moscas são  fortemente atraídas por restos orgânicos em decomposição, como fezes de animais ou humanas e ao pousar em superfícies domésticas e utensílios veiculam agentes  patogênicos em suas patas, transmitindo várias doenças e distúrbios  gastrointestinais.

As pragas urbanas invadem as cozinhas na busca por alimento, água e abrigo. O  Controle Integrado de Pragas é um sistema que incorpora ações preventivas e corretivas destinadas a  impedir o acesso e a proliferação de vetores e pragas  urbanas, de forma a garantir resultados favoráveis sob o ponto de vista higiênico,  ecológico e econômico. O objetivo é minimizar o uso abusivo e indiscriminado de  praguicidas.

A aplicação de produtos químicos só deve ser realizada quando adotadas todas as medidas de prevenção, só podendo ser utilizados produtos registrados no Ministério da Saúde. Quando a adoção das medidas preventivas não for suficiente para eliminar as pragas e for necessário o uso de produtos químicos, deve-se contratar uma empresa especializada em controle de pragas. Ao contratar uma empresa solicite a Licença de Funcionamento emitida pela Vigilância Sanitária.

Os fatores que reduzem a proliferação de pragas são: 

• Conservar os alimentos em recipientes bem fechados;
• Limpar diariamente o piso, fogão e demais equipamentos;
• Limpar quinzenalmente caixas de gordura, mantendo-as bem fechadas;
• Remover o lixo diariamente, quantas vezes necessário, devidamente tampados
e ensacados. Os sacos de lixo devem ser colocados em lugares altos próximo à
hora da coleta. Lavar periodicamente a lixeira, mantendo-a seca e fechada.
• As áreas internas e externas do estabelecimento devem estar livres de objetos em desuso ou estranhos ao ambiente, entulhos e com a grama aparada;
• Limpar frequentemente os armários, principalmente aqueles com pouco uso;
• Descartar embalagens de papelão ou madeira usadas para transporte de
alimentos;
• Vedar todos os orifícios, aberturas ou frestas nas paredes.
• As portas e as janelas devem estar  ajustadas aos batentes;
• As aberturas externas das áreas de armazenamento e preparo de alimentos
devem ter telas milimetradas e vãos sob as portas protegidos com anteparo de
borracha;
• Os ralos devem ser do tipo abre e fecha para serem fechados quando em desuso;
• Vedar fossas sépticas, assépticas, instalações hidráulicas e rede de esgoto.

Com informações da Revista Mercado Gastronômico