quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Google vende ativos da Motorola Home por US$ 2,3 bilhões


O Google vendeu parte dos ativos da Motorola Home. A empresa fechou acordo com o Arris Group.

A operação foi fechada por mais de 2,3 bilhões de dólares e 86% desse montante serão pagos em espécie.

Os ativos negociados fazem parte do braço do negócio que produz conversores digitais e outros tipos de aparelhos da Motorola. A aquisição vai reforçar a capacidade do Arris de fornecer a próxima geração desse produto aos consumidores.

Por meio de comunicado, o grupo Arris afirmou que a aquisição dos ativos da Motorola será complementar aos negócios da companhia. "Queremos gerar sinergias de 100 a 125 milhões de dólares anuais com o negócio", disse Bob Stanzione, CEO do Arris, em comunicado.

O Google finalizou a compra da Motorola Mobility Holdings em maio deste ano por 12,5 bilhões de dólares - aquisição visava impulsionar o sistema operacional Android da companhia.

Com informações do Exame
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quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Abrir um negócio, comprar uma empresa ou adquirir uma franquia?


Muitos querem começar seu negócio mas alguns têm dúvidas sobre quais modalidades pretendem investir. Abrir sua própria empresa, comprar uma já existente ou optar por uma franquia são alguns dos negócios mais optados pelos profissionais, mas qual será a sua?

O empreendedor, presidente da Fran Systems e consultor em desenvolvimento de negócios e franquias, Batista Gigliotti compara as vantagens e desvantagens das três modalidades mencionadas acima: 

Negócio próprio 

Esta opção permite ao empreendedor elaborar ‘algo novo’. Com bastante estudo, é possível ‘acertar em cheio’ no negócio e criar uma nova necessidade na sociedade (futuros clientes). Seja em serviços ou varejo, a inovação é fundamental. 

No entanto, o desafio de iniciar um negócio do zero requer cautela, planejamento e muita análise. Conhecer a fundo o mercado que irá investir não é o suficiente e pode frustrar eventuais planos. “Outro fator negativo é a falta de conhecimento da área empreendedora, caso o profissional nunca tenha trabalhado na área antes” diz Gigliotti. “O investimento acaba sendo maior por ter que criar todas as áreas de uma empresa e ainda torná-la conhecida no mercado”. 

Empresa já existente 

A vantagem em adquirir uma empresa em andamento, de certa forma, facilita a vida do empreendedor. Ter uma carteira de clientes formada, ponto comercial testado e aprovado atenua eventuais riscos. Para o consultor, ao contrário do que muitos imaginam, há muitas oportunidades neste segmento. Além disso, existem muitas empresas à venda que estão no azul. A vantagem de se conhecer e de se auditar o histórico também diminui (e muito) os riscos.

Se a consultoria responsável pela intermediação do negócio não tiver metodologias adequadas, que conheçam os pontos que precisam ser avaliados e seus devidos valores, a negociação pode ser benéfica apenas para um dos lados. 

Franquia 

O know-how do franqueador auxilia o futuro empreendedor, que terá o suporte necessário para fazer toda a operação de sua loja. Além disso, pertencer a uma marca reconhecida no mercado pode ser considerado muito positivo para quem está iniciando a carreira. 

A difícil localização de um ponto comercial estratégico pode prejudicar os planos do empreendedor. “Quando falamos em franchising esta questão é ainda mais perceptível porque a territorialidade é determinada de acordo com os planos da franqueadora. E, como não poderia ser diferente, os melhores locais já estão locados e em operação”, finaliza Gigliotti. 

Com informações do InfoMoney.

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Gestão de pessoas nas micro e pequenas empresas: há diferenças?


Dados recentes do IBGE confirmam que as micro e pequenas empresas já representam 20% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. Essas empresas são responsáveis por 60% dos 94 milhões de empregos no país e constituem 99% dos seis milhões de estabelecimentos formais existentes no Brasil. Os dados evidenciam que as pessoas estão cada vez mais buscando o sonho do próprio negócio, no entanto, alguns ainda se esquecem que a abertura de um empreendimento confere também novas responsabilidades.

Gerenciar pessoas é sempre um desafio, ainda mais quando se está à frente do próprio negócio. Há muitas dúvidas com relação a questões financeiras e administrativas, o que acaba deixando a gestão de pessoas, geralmente, na última posição das prioridades. As pequenas empresas também não costumam ter um departamento de Recursos Humanos estruturado, como o das grandes corporações. Isso, no entanto, não é motivo para negligenciar as questões de gestão. O importante é manter um modelo que se adapte à empresa e que seja construído com base na confiança mútua e profissionalismo.

Para isso, porém, é primordial ficar atento na hora da contratação, e selecionar profissionais que compartilham das mesmas visões da empresa e que acreditam na importância de sua contribuição para o crescimento da instituição. Esse, aliás, é um dos grandes desafios dos gestores na atualidade: envolver os colaboradores na causa da empresa e reter os talentos. A alta competitividade do mercado, atrelada às novas perspectivas de crescimento profissional, tem contribuído para impulsionar a rotatividade de funcionários.

Como forma de valorizar os profissionais e, também, evitar que haja uma grande taxa de turnover, é preciso investir na construção de um ambiente de trabalho agradável, no qual os colaboradores possam ter voz e oportunidade de se desenvolverem profissionalmente. Acredito que erros sempre vão acontecer, mas eles são importantes para conseguirmos acertos no futuro e encontrarmos o equilíbrio na gestão de pessoas.

Para mim, mais importante do que ter um bom profissional na empresa, é ter colaboradores de caráter e confiáveis. Aprendi que, além de competência, ter índole é também muito importante, já que o funcionário é a "cara" da empresa. É por isso que aqui, na Wesco, investimos no diálogo aberto e na construção de um ambiente agradável para todos.

Com informações do Portal Administradores.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Conheça 5 dicas para você ser mais feliz no trabalho

Não importa a área de atuação ou o cargo, todos estão sujeitos ao estresse profissional, seja pelas altas jornadas de trabalho, ou por um conjunto de preocupações que tiram seu sono. “Passamos tempo demais trabalhando para não sermos felizes com o que fazemos”, diz Beth Thomas, autora do livro “Powered by Happy: How to Get and Stay Happy at Work” (“Energizado pela Felicidade: Como se Tornar e Ficar Feliz no Trabalho”). Ser infeliz no trabalho não só afeta o seu humor como também atrapalha a sua produtividade, o que pode ter efeitos negativos sobre o faturamento da sua empresa.



Pensando nisso, a jornalista Lisa Evans listou cinco dicas de Beth Thomas que podem ajudar você a trazer mais alegria e satisfação para sua vida profissional. 

1 – Fique no presente
“Muitos dos nossos pensamentos negativos vêm de preocupações acerca de situações que talvez nem aconteçam”, diz Beth. Muitos empreendedores costumam se precaver adotando medidas para emergências, mas pensar constantemente no pior é estressante para o seu corpo e a sua mente e drena recursos pessoais que poderiam ser usados de forma mais produtiva.

2 – Pense positivamente
Procure pensar positivamente, transforme pensamentos negativos em positivos melhore seu humor e a sua mentalidade. “Toda vez que um pensamento negativo entrar na sua cabeça, pare e pense em algo positivo,” diz Beth. Faça isso por algumas semanas e você notará rapidamente a criação de um novo hábito que irá aumentar a sua felicidade, não só no trabalho como na vida pessoal. 

3 - Ajude os outros 
Há várias maneiras de prestar apoio – você pode se envolver em atividades filantrópicas ou ajudar os seus funcionários a melhorar em seus trabalhos. Beth conta que a generosidade é o segredo da felicidade duradoura. “A felicidade no trabalho não está no que você conquista sozinho. Não está em ficar bem na fita, e sim em fazer com que todos da sua equipe melhorem o empenho.” Algo que pode contribuir para a felicidade de todos no ambiente de trabalho é designar tutores – colaboradores experientes que aconselham trabalhadores mais juniores. Outra opção é envolver os funcionários em alguma atividade caridosa. 

4 – Dê um tempo 
O descanso é importante, o estresse positivo tende a ser motivador, mas é preciso saber quando sua mente e seu corpo precisam de descanso. “Mesmo que você goste do seu trabalho, o estresse pode ser maçante ao ponto de te deixar infeliz”, diz Beth. Tire alguns dias para você ou então ache alguma maneira de se descontrair depois do horário de trabalho ou nos fins de semana. 

5 – Pratique a gratidão 
A felicidade vem principalmente do reconhecimento e apreciação pelo que você já tem. Antes de começar a trabalhar, pense em cinco coisas pelas quais você sente gratidão. Faça a mesma coisa antes de encerrar o expediente. Assim, você treina o seu cérebro para pensar de forma positiva. 

Com informações do site Papo de Empreendedor.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Conheça 6 maneiras para fazer o cliente dizer “sim”

Graças a boa situação financeira no Brasil, muitos estão se aventurando no mundo dos empreendedores, embora as recompensas sejam satisfatórias, não é uma tarefa fácil vender um produto ou serviço. É preciso conquistar o consumidor. A maioria das pessoas são apaixonadas por fazer compras. Mas na hora em que os clientes descobrem o preço do produto ou serviço, muitos pensam se aquilo é mesmo necessário. Para evitar problemas como esse, a revista Inc listou seis técnicas para que os seus clientes digam sempre “SIM!”.

1 – Demonstre simpatia
Ninguém gosta de pessoas antipáticas, o cliente fica muito mais propenso a comprar se ele notar que o vendedor está sendo simpático, pois isso gera uma “amizade”, embora temporária entre vendedor e consumidor. É por isso que tantos comerciais de TV usam celebridades para participar de suas propagandas. Uma forma simples de ser um vendedor simpático é mostrar um verdadeiro interesse nos seus clientes. Conheça o freguês, procure descobrir seus gostos, mas cuidado para também não ser enxerido.

2 – Conheça bem o que vende
Se existe algo que irrita o cliente, é o vendedor não saber de algo quando questionado. O consumidor que chega no restaurante e pergunta para o garçom sobre um prato, quer uma resposta rápida e satisfatória. As pessoas estarão mais propensas a comprar se o atendente demonstrar conhecimento especializado no assunto. Isso dará credibilidade ao vendedor. Pesquise o assunto, teste os produtos e tente sentir as reais sensações de um consumidor.

3 - Faça favores ao cliente

As pessoas se sentem obrigados a dizer “sim” para aqueles que um dia já lhe fizeram algum favor. No mundo dos negócios, uma maneira de fazer um favor é conseguir um novo cliente para o seu consumidor ou mesmo conceder-lhe tratamentos especiais como formas de pagamento e descontos. Mas é importante ressaltar que a criação de um senso de obrigação em retribuir um favor não deve ser explícita. O desejo sincero de ajudar (em vez de ser ajudado) é percebido pelos clientes, que, como consequência, respondem positivamente e se tornam fiéis ao negócio e ao vendedor.

4 - O cliente precisa ter certeza do que está comprando
Mesmo que você concretize a venda, o trabalho não terminou por ai, o cliente tem que querer voltar, só assim, o “sim” será mais frequente. Eles precisam reconhecer o que estão comprando e compreender que aquilo fará alguma diferença na sua vida ou na dos outros.

5 - Mostre que outros clientes estão felizes ao comprar produtos da sua empresa

Se o consumidor perceber que os outros fregueses estão satisfeitos com sua empresa, ele fica muito mais propenso a comprar, perceber que os outros estão felizes com a aquisição do item. Por isso, é importante que o vendedor dê exemplos de clientes satisfeitos para que a compra seja realizada com maior rapidez.

6 - Faça ofertas raras

A maioria dos clientes valoriza ofertas raras e únicas. Uma maneira de fazer isso é proporcionar ofertas por tempo limitado e ressaltar a data do término. Isso faz com que os clientes entendam que essa pode ser a sua última chance de realizar a compra de determinado produto ou serviço.

Com informações do site Papo de Empreendedor.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Restaurante de prato único: uma boa opção de negócio


Podemos encontrar facilmente no mercado restaurantes especializados em um único prato: são omeletes, risotos, lasanhas, panquecas, além das tradicionais pizzarias. Mas afinal, é um bom negócio investir nesse tipo de estabelecimento? Para o coordenador do Núcleo de Empreendedorismo da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (Fecap), Edson Sadao, a alternativa é uma boa opção de negócio.

"É uma vantagem considerável o restaurante ser conhecido por um prato. Porque nós, consumidores, quando escolhemos um lugar para comer, escolhemos por um tipo de comida. E é difícil você lembrar um restaurante que tem muita variedade. Não guardamos por esse fator", pontua o professor.

Para Sadao, o restaurante precisa ser bom em alguma coisa. "E naquilo que ele é bom, ele tem que apostar e não ficar perdendo o foco. Pode até dar uma variada no cardápio, mas se tem algo que o restaurante quer, é ser reconhecido", diz.

Caso o empresário busque ampliar o cardápio, Sadao aconselha a não fazer grandes mudanças. "Uma certa flexibilidade não tem problema. O problema é quando a flexibilidade acaba desvirtuando e o restaurante acaba perdendo a identidade", diz Sadao.

O risco dos restaurante de prato único é ficar refém da variação de preços do ingrediente principal. Por isso, é importante manter uma boa relação com os fornecedores. Outra alternativa é participar da cadeia produtiva, como um pequeno produtor.

Com informações do Estadão.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

5 dicas para ter um restaurante de sucesso

Abrir um restaurante é o sonho de muitos empreendedores. O glamour do negócio atrai milhares de empresários para esta área. Esta é a única atividade presente em todas as cidades do Brasil, inclusive em vilarejos.

Em um mercado concorrido e versátil como este, só sobrevivem as empresas que sabem gerir bem o negócio. “Quando você vai montar, é fundamental ter convicção e foco do que quer e se preparar para isso”, sugere Marcelo Fernandes, que comanda cinco restaurantes em São Paulo e foi eleito o restauranteur do ano pela publicação Veja São Paulo Comer & Beber.

No comando de 130 funcionários, Fernandes já foi sócio do chef Alex Atala e, hoje, fatura quase 1 milhão de reais por mês na administração do Kinoshita, Clos de Tapas e Mercearia do Francês. “O sucesso está em um tripé de atendimento, cardápio e ambiente excepcionais”, diz. Veja essa e outras dicas do empresário para quem quer abrir um restaurante de sucesso.

1 - Siga as regras

Os empresários do setor de bares e restaurantes costumam reclamar da alta carga tributária e da burocracia do negócio. Lei seca, lei antifumo e lei do silêncio são alguns exemplos de que tipo de regulação os empresários precisam se adaptar. Por isso, a informalidade aparece quase como uma tentação. “Não crie um negócio pensando em burlar o esquema”, ensina Fernandes.

O primeiro passo para dar certo é prever o negócio com todos os custos, inclusive de impostos. “Assim, você já larga prevendo todas as adversidades”, explica.

2 - Treine o atendimento

Excepcional. É assim que Fernandes define como deve ser o atendimento em seus restaurantes. “Isso necessita de muito treinamento”, diz. Em São Paulo, quase 800 mil pessoas trabalham na área gastronômica. Mas nem todo mundo está disposto a trabalhar dias e noites, inclusive aos finais de semana e a rotatividade é bastante alta. “A gente perde muitos colaboradores e está constantemente buscando novos. Por isso, tente reter talentos com plano de carreira”, diz.

Entre as práticas sugeridas pelo empresário, está a chance de participação dos funcionários na empresa. “Dê chance dos colaboradores terem participação no negócio. O Araújo, por exemplo, era maître no D.O.M. e hoje tem participação na Mercearia do Francês”, conta.

3 - Prepare o ambiente

Não tente impressionar os clientes com um ambiente excessivamente luxuoso nem seja simplista demais a ponto de ser desconfortável. “Não é só beleza e riqueza. Precisa ter harmonia de entender seu espaço para que fique confortável e seja uma extensão da casa do cliente, onde ele tenha prazer”, sugere Fernandes. Ele reforça a ideia de que disposição das mesas e a decoração sejam pensadas para que o seu público-alvo se sinta em casa. Assim, ele terá a chance de aproveitar melhor a refeição e vai querer voltar.

4 - Dedique-se ao cardápio

Apesar de atender um público de classe A, Fernandes acredita que algumas regras valem para qualquer tipo de restaurante. “Busque produtos da estação com preço confortável para o cliente e rentável para o restaurante”, sugere. Para quem quer criar, a dica é estar muito atualizado com o que está acontecendo
no mundo. “Os meus chefs são focados em trazer os produtos da estação no melhor momento. Precisa ter um equilíbrio para atender o paladar do cliente e não o do chef”, ensina.

5 - Administre despesas

A gestão de um negócio de gastronomia é tão importante quanto o atendimento, cardápio e ambiente, para Fernandes. “Para investir em um restaurante, você tem que ter muita certeza e enxergar a oportunidade”, explica. Outra dica do empresário é estar atento aos custos e as perdas. “Saiba administrar despesas. Eu, dificilmente, estou administrando lucros”, diz.

Com informações da Exame.