segunda-feira, 12 de novembro de 2012
Empreendedor, confira 10 dicas para se tornar mais produtivo no trabalho
Um empreendedor está sempre ocupado e com várias pendências para resolver, porém, ele assim como todo mundo está sujeito a contratempos, e perder um prazo, se atrasar para um compromisso importante ou reunião pode significar um estremecimento de relação com cliente e consequentemente prejuízo. Muitas vezes, isso acontece por causa de organização. Entretanto, algumas atitudes simples do dia a dia podem ajudar você.
José Luiz Cunha, que é empresário sentiu na pele os efeitos da falta de organização de fornecedores e clientes quando tinha empresas de tecnologia. Tanto que ele se especializou em planejamento e criou uma empresa, a OZ! Organize Sua Vida, para ajudar as pessoas a administrarem melhor seu tempo. Ele dá consultorias, palestras e mantém um site.
José Luiz notou que essa desorganização geralmente vem da mesa de trabalho ou da agenda de compromissos, e esses problemas podem afetar sua produtividade. Se o empreendedor tem que parar a todo o momento para procurar os materiais necessários para determinada tarefa, isso faz com que ela perca tempo e dinheiro.
Com a ajuda de Cunha, a UOL listou 10 dicas para o empresário ser mais produtivo. O empreendedor normalmente tem muitas responsabilidades e muitas coisas a fazer. Se não tiver organização adequada, isso vai impactar nos resultados do negócio”, afirma.
1. Tenha uma agenda organizada
Anote todas as tarefas, compromissos e lembretes na agenda, que deve ser o mais importante instrumento de trabalho do empreendedor. Nunca se separe de sua agenda, se preferir, utilize um smartphone que irá lhe avisar sobre seus compromissos. Planeje a semana na agenda e depois faça revisões diárias, isso vai ajudar a diminuir o stress e melhorar o desempenho no trabalho.
2. Planeje, sempre
Uma hora de planejamento pode economizar até 10 horas de trabalho. Todo empreendedor tem muitas ideias e muitos projetos em mente, e criar o hábito de planejar, saber o que está fazendo agora, para onde deve ir e por qual caminho vai fazer a diferença.
3. Tenha um arquivo organizado
Para quem não quer perde tempo procurando documentos importantes, é ideal ter um arquivo organizado. Crie um sistema que funcione bem pra você, com categorias claras e objetivas.
4. Mantenha seu espaço de trabalho organizado
Mantenha sempre seu local de trabalho limpo e organizado Entenda que a bagunça é um grande ladrão de tempo, que prejudica a concentração e contribui para o aumento do stress.
5. Mantenha seu computador organizado
Organize sua caixa de entrada de e-mails e procure mantê-la sempre vazia. Tenha seu desktop limpo, seus arquivos corretamente nomeados e suas pastas bem categorizadas. Manter o computador organizado pode garantir uma grande economia de tempo e aumentar a produtividade.
6. Não tente ser um super-herói
Alguns empresários tentam acumular muitas tarefas, às vezes, acima da sua capacidade, pois não sabem que isso diminui a eficiência na realização das tarefas. Mantenha o foco e a concentração em uma tarefa de cada vez, para ganhar qualidade e produtividade. Se você puder delegar algumas tarefas, faça isso. Depois de tirar dos seus ombros o "eu tenho que fazer tudo sozinho", você será capaz de fazer mais coisas.
7. Defina prazos e alarmes
Existem várias formas de utilizarmos prazos e alarmes para nos ajudarem a lembrar de compromissos importantes. Se você tem tendência a iniciar projetos, mas se distrai com facilidade, alarmes podem ser o indicado para você.
Quando começar um projeto ou tarefa, defina um tempo e coloque um alarme, por exemplo, para 15 minutos. Se o alarme tocar e você ainda estiver trabalhando no projeto, ótimo! Se não está, o alarme vai te ajudar a lembrar que deve voltar para a tarefa.
8. Acabe com a bagunça
Voltamos para a bagunça, lembre-se, ela é uma das principais causas da improdutividade. Se você não encontra suas coisas, pode ser porque não tem um espaço limpo e organizado para trabalhar, ou você está estressado com a bagunça, e isso pode detonar sua produtividade.
9. Use a tecnologia a seu favor
A tecnologia está ai para te ajudar, use-a. Defina que tecnologias são necessárias para o bom andamento do seu trabalho. Algumas podem ser obrigatórias, como um bom computador de mesa ou notebook e conexão básica de Internet. Outras podem ser desejáveis, como uma conexão banda larga de alta velocidade e um smartphone adequado, pois podem melhorar a sua produtividade.
10. Organize-se para traballhar em casa
Você nunca sabe que tipo de problemas podem vir a ocorrer em seu trabalho, por isso, mantenha um escritório em casa caso aja necessidade. Porém, trabalhar em casa requer alguns cuidados. Seu maior desafio é manter-se organizado e gerenciar seu tempo, convença sua família que você está trabalhando. Uma posição firme é essencial. Não tente assumir seu papel de pai ou mãe e de profissional ao mesmo tempo.
Com informações do site UOL
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sexta-feira, 9 de novembro de 2012
Confira algumas dicas de como lidar com clientes difíceis
Por essas razões, é muito importante saber lidar com o consumidor mais exaltado. Um bom serviço de atendimento ao cliente é aquele que sabe desarmar os insatisfeitos, solucionar seus problemas e, assim, fazer com que voltem.
Porém, fazer isso não é simples, por isso Mike Effle, CEO da Vendio (EUA), uma empresa especializada em soluções para o comércio eletrônico enumerou 8 dicas de como lidar com clientes estressados, podendo ainda transformar essa insatisfação em uma oportunidade de fidelizar a clientela, afinal não tem nada mais satisfatório do que ver seu problema ser resolvido com agilidade e eficiência.
1. Acima de tudo, ouça
Escute o que o cliente está falando e não o interrompa, mesmo que a reclamação dele não tenha sentido nenhum, nem discuta com ele. Enquanto você escuta, aproveite para entrar em sintonia com o consumidor.
2. Pratique a empatia
Procure entender a reclamação do cliente, coloque-se no lugar dele e imagine o que ele esteja sentindo, isso deixará as coisas mais tranquilas. Se o atendente der sinais verbais de que concorda com o cliente, ele se sentirá mais compreendido.
3. Baixe o tom de voz
Mesmo que o cliente esteja gritando, mantenha o tom de voz calmo e fale mais calmamente. Essa atitude se refletirá nele e o ajudará a se acalmar. Quando o atendente aborda a situação com calma e clareza, a raiva geralmente se dissipa. Lembre-se, entenda bem o cliente.
4. Finja que estão olhando
Procure transparecer para o cliente que outros estejam observando a discussão, Faça de conta que não está falando com uma pessoa, e sim com uma multidão. Essa mudança de perspectiva serve como um amortecedor emocional para clientes verbalmente abusivos.
5. Saiba quando desistir
Se você notar que o cliente é irredutível, e que essa discussão irá durar horas, desista, pois isso pode repercutir negativamente para a empresa. Sempre é melhor ceder ao consumidor, Assim, o atendente terá mais tempo para dedicar aos demais clientes que esperam atendimento.
6. Não se enerve
Mais uma vez, jamais eleve a voz ou se irrite com o cliente, mesmo que ele esteja sendo ofensivo. Continue falando brandamente, como se não estivesse sendo ofendido. Responder com grosseria só pega mal para você e sua empresa, além de levar a conversa para um estágio desagradável, e ainda repercutirá mal, pois os outros clientes verão você discutindo com o consumidor.
7. Nunca leve para o pessoal
Mantenha o assunto discutido em mente e nunca leve críticas para o lado pessoal. Se o cliente fizer isso, manobre a conversa de volta ao tema, explique como pode resolver a situação e ignore comentários pessoais.
8. Seja humano
Tocando mais uma vez na empatia, pense que o cliente pode estar em um dia ruim, estar mal humorado. Tente melhorar a situação adotando um tom de voz calmo e agradável.
Com informações Papo do Empreendedor
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quinta-feira, 8 de novembro de 2012
O Produto é sempre a estrela principal
Os tempos passam e os nossos costumes mudam, mas uma coisa não muda e que todos querem, sempre, em qualquer estação do ano: Comer bem.
Seu negócio: restaurante, bar, cozinha industrial, entrega de marmitex etc, pode não estar muito bem localizado, o salão pode não ser o mais confortável e o seu pessoal pouco esforçado. Algumas coisas podem deixar a desejar, mas isso não será motivo para não comerem o que você oferece se esse produto for realmente um excelente produto, de boa qualidade.
Obvio que se além de você proporcionar uma alimentação de boa qualidade, oferecer ainda outros atrativos que cativem o cliente, melhor ainda, pode ser um preço atraente, um local de fácil acesso, ambiente bem decorado que transmita paz, pratos bonitos e etc. Tudo vale na hora de conquistar seus clientes.
Comer fora: Necessidade ou Lazer?
Claro que os dois, existem pessoas que necessitam comer fora e outras que comem por lazer, você terá que observar em qual nicho de mercado o seu empreendimento se encaixa. Agora uma coisa é valida para os dois tipos de pessoas: Quem come fora, espera fazer uma alimentação no minimo igual ou superior à que teria em sua casa, não concordam? se coloquem no lugar do cliente de vocês e reflitam. Seja o que forem comer, uma empada, um salgado, um saquinho de pipoca ou um bife a cavalo, a boa apresentação e a qualidade devem imperar.
O crescimento acelerado do ramo!
Segundo a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes - Abrasel o setor de alimentação fora do lar cresceu perto de 18% em 2010 e movimentado cerca de R$ 215 bilhões de reais.
O estilo de vida contemporâneo e agitado das grandes cidades, traz essa necessidade de comermos fora de casa. Uma pesquisa feita pela revista Bares e Restaurantes aponta que cerca de 40% da população da grande São Paulo se Alimentam fora de casa.
A mulher que hoje representa 43,7% de presença no mercado de trabalho, não tem tempo e nem habito de cozinhar, você deve conhecer alguém da nova geração que diz que cozinha é coisa da mamãe e vovó. Os números mostram que o setor de alimentação deve continuar crescendo cerca de 15% a 20% ano.
Com informações do site Negócio Alimentação.
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quarta-feira, 7 de novembro de 2012
Sugestões para quem pretende empreender no setor de alimentação
Pode parecer fácil abrir um restaurante, cada vez mais pessoas comem fora, o brasileiro está com um poder aquisitivo maior e a economia do país está boa, mas a realidade requer muito planejamento. Segundo a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes - Abrasel, de 100 restaurantes abertos em São Paulo, 35 fecham as portas em um ano e apenas três sobrevivem mais de 10 anos.
Um restaurante pode lhe dá muito lucro sim, mas para isso você deve se proteger para evitar possíveis dores de cabeça. O primeiro passo para se obter sucesso é decidir qual a especialidade do seu estabelecimento (churrascaria, sushi, massas).
Segundo o presidente da Abrasel-SP, Joaquim Saraiva, a próxima providência é escolher a região onde será inaugurado o estabelecimento e adquirir o alvará de funcionamento. "Normalmente, o erro é gostar do local e não verificar na Prefeitura se lá é permitido abrir um restaurante", diz.
Outro problema é começar um restaurante sem conhecer o ramo. Para os inexperientes, o ideal é ter um sócio com experiência neste tipo de negócio ou então contratar um bom gerente para desenvolver o projeto. Abrir uma franquia também é recomendado nesse caso, já que o franqueado normalmente recebe todo o suporte necessário.
Dicas:
Você deve estudar o setor, a legislação e o histórico. Selecionar e contratar funcionários com eficiência, definindo cargos como administração geral, chefia ou coordenação da cozinha e responsável técnico pelo estabelecimento. O empresário também deve cumprir as leis de inclusão em vigência e programar intenso treinamento dos funcionários.
O cardápio deve ser elaborado de acordo com o conceito definido no plano de negócios, e lembre-se que o cardápio é muito importante para a impressão que o cliente terá de seu restaurante. Escolher fornecedores, levando em consideração qualidade de seus produtos e serviços, pontualidade na entrega, preços, localização e formalidade.
Checar se toda a documentação, verificar se os registros em órgãos oficiais estão feitos, tais como CNPJ, certificado municipal de vigilância sanitária e também se todas as exigências formais estão atendidas e, se não estão, resolvê-las com urgência. Ter um capital de giro que sustente durante três meses o negócio até que se possa fazer caixa próprio.
Com informações do site Gestão de Restaurantes
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terça-feira, 6 de novembro de 2012
Conheça dez frases que os empreendedores devem evitar falar sobre o seu negócio
Normalmente os empreendedores costumam ser apaixonados por seus negócios e não é difícil vê-los empolgados contando sobre uma nova funcionalidade de suas startups. Apesar da importância desse comprometimento com o projeto, na hora de conversar com um investidos é preciso ter os pés no chão. “Ser transparente 100% do tempo é o melhor caminho para a boa fluidez da sociedade e isso faz com que o investidor adquira cada vez mais confiança no empreendedor”, diz Marcio Santos Filho, associado da Inseed Investimentos.
Geralmente, as oportunidades de conversa com investidores são rápidas, e o tempo serve também para testar o empreendedor, e devem ser certeiras. Neste momento, a fala e a expressão são analisadas pelo interlocutor. “Falar olhando nos olhos mostra que ele sabe o que está falando. Se a pessoa começa a olhar para o alto ou para baixo, é sinal de que ela não está muito confortável”, opina Luisa Ribeiro, CEO da Papaya Ventures.
Tomar cuidado com os clichês e evitar frases de efeito são boas dicas para não errar nesta aproximação. “Esta conversa é parecida com uma entrevista de emprego. O empreendedor tem que fazer a lição de casa e conhecer o perfil do fundo ou da incubadora que ele está conversando”, explica Rafael Duton, sócio fundador da aceleradora 21212. Veja algumas frases que causam uma má impressão nos investidores.
“Minha equipe ainda não está tão boa”
Investidores adoram ver uma equipe bem preparada. Por isso, não queira esconder os outros sócios para parecer mais importante. “Ter um equipe bem motivada e alinhada com os interesses mostra controle e liderança, e traz segurança aos investidores”, diz Santos. Para Duton, mostrar que tem pessoas bem preparadas tocando o projeto conta pontos. “Tem que mostrar que tem uma equipe, que está com pessoas já atuaram no mercado e que sejam da área. Mostre que tem as pessoas certas para resolver esse problema”, explica.
“Não aceito essa crítica”
Saber ouvir críticas mostra maturidade. Por mais apaixonado, e cego, que o empreendedor possa estar, ser flexível é importante para estabelecer um relacionamento com os investidores. “O que a gente vê muito é que a pessoa está trabalhando com a ideia há algum tempo e costuma ter resposta para tudo. Quando você questiona algum ponto do modelo, tem gente que rebate e defende aquele projeto com unhas e dentes”, diz Luisa. Para ela, é importante baixar a guarda de vez em quando e mostrar que ouviu as dúvidas e sugestões.
“Vamos faturar milhões já neste ano”
Usar projeções extraordinárias para impressionar o investidor pode ser uma furada. Na maior parte das vezes, ele espera números reais. “Trabalhe sempre com premissas conservadoras e mantenha sempre um orçamento ajustado à realidade do momento”, ensina Santos. Mais do que números impressionantes, é importante mostrar vontade de fazer o negócio crescer. “Mostre novos caminhos aos investidores, traga empresas similares como forma de comparação e tenha metas objetivas e claras”, afirma o associado da Inseed.
“A internet no Brasil tem 80 milhões de usuários”
Quem tem uma startup na área de internet já deve ter incluído esta frase em alguma apresentação. Para Luisa, ao invés de aparentar conhecimento, o dado chega a ser um clichê e mostra falta de preparo do empreendedor. “As pessoas perdem tempo explicando coisas que todo mundo já falou. Aproximar-se de um gestor que tenha conhecimento do mercado e falar o óbvio é ruim. Você pode dar um dado ou fazer uma aproximação diferente para falar do seu produto”, diz. Ela explica que é importante saber demonstrar de maneira clara e concisa um conhecimento do mercado em que se propõe atuar.
“Nossa solução é excelente”
Sim, sua empresa deve ter uma solução excelente. Mas, antes, os investidores querem saber qual o problema que você identificou. “Começa a ficar mais relevante quando o empreendedor sabe dizer claramente qual o problema que ele está se propondo a resolver. Mais do que a solução, é conseguir mostrar que identificou um problema relevante e grande do ponto de vista de mercado”, afirma Duton. Mostrar que a empresa já fez testes ou versões básicas também é interessante.
“A concorrência não chega aos nossos pés”
Além de antiético, falar mal da concorrência é visto como um ato de desespero. “Eu acho que é até feio”, diz Luisa. Por isso, evite falar mal dos competidores gratuitamente. “Ao invés disso, mostre por A+B os pontos positivos do seu projeto”, ensina.
“Não abro mão do meu pró-labore por nada”
O investidor é mais um sócio do negócio, mas seu retorno acontece em termos diferentes dos empreendedores. “O empreendedor deve ter claro que o investidor será seu sócio no negócio, mas não será remunerado pela empresa”, diz Santos. Brigar por um pró-labore fixo em uma empresa incerta é uma atitude perigosa. “Escalonar o seu salário com base no crescimento da receita da empresa - obviamente até um teto de mercado - é uma atitude extremamente prudente e de boa prática”, diz.
“Estou esperando este problema se resolver”
Se o investidor apontar um problema na sua ideia, não diga que está de braços cruzados esperando que ele se resolva sozinho. “Antecipar um problema futuro é um dos fatores chaves e trazer soluções para os problemas é uma atitude excelente também. Não espere passivamente que as soluções apareçam”, diz Santos.
Para ele, transparência e sinceridade são essenciais. “Se algum problema acontecer, comunique imediatamente os demais sócios”, afirma.
“Nosso mercado é todo mundo que tem celular”
Dizer algo deste tipo mostra que o empreendedor está sendo inocente ou pouco preparado. “A gente gosta do cara que sabe exatamente qual é o mercado dele. Quanto mais foco, melhor. Vir com algo bem definido e especifico é extremamente positivo”, diz Duton. Causa uma boa impressão saber dizer e mostrar claramente o tamanho do mercado que pretende atingir.
“Vamos esperar mais um pouco pelo resultado”
Não insista em ações que já se provaram problemáticas. Além de evitar números e projeções mirabolantes, é importante manter a empresa preparada para um desvio de rota. “A famosa planilha ‘orçado x realizado’ deve ser revista mensalmente e, se preciso for, ajustar o curso do negócio”, ensina Santos.
Com informações do site Exame.
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segunda-feira, 5 de novembro de 2012
Conheça 4 dicas que ajudam você e sua equipe a serem mais produtivos
Não importa o ramo em que uma empresa atua, ela quer produtividade, e ela acontece em três esferas. A primeira é a pessoal, o indivíduo aprendendo a melhorar o uso do seu tempo com técnicas de planejamento, organização etc. A segunda é a equipe, ou seja, cada um contribui com suas qualidades a fim de obter resultado. A terceira esfera é a organização ou unidade de negócio, formada pelo conjunto de equipes que seguem estratégias de produtividade para atender os anseios da empresa.
O papel do líder é essencial na segunda esfera (equipe), pois ele pode influenciar diretamente na produtividade da mesma. Por isso o site Administradores.com listou algumas dicas que são vitais para que o líder ajude a equipe a produzir mais e melhor.
1. Estabelecer um propósito comum
As pessoas vivem por aspirações, sonhos, objetivos, coisas que que vão além do salário e metas. Isso vale muito para a geração Y, pois não basta dizer o que os Ys devem fazer, devemos inspirá-los a fazer por si próprios. Estabelecer um propósito comum é uma discussão que precisa ser incentivada pelo líder na equipe.
2. Saber o que deve ser feito
Pode parecer estranho, mas muitos líderes não sabem muito bem o que deve ser feito para executar um projeto, atingir os números da meta, melhorar a qualidade do atendimento, etc. Em alguns casos ele não precisa realmente saber, mas deve ajudar a equipe a conseguir. Os objetivos devem ser claros e bem descritos para a equipe, por que senão as pessoas enrolam, adiam, executam errado e o que é de fato importante é posto de lado. Parar e discutir os próximos passos, determinando tarefas com clareza e tempo de duração, é essencial para uma execução aprumada.
3. Não gastar tempo com coisas que não melhoram
O bom líder deve ajudar sua equipe a melhorar seu trabalho. Errou uma vez, treine novamente. Errou a segunda na mesma coisa, construa o feedback e ajude-o a melhorar. S ele errar a terceira, já pode ser o sinal da falta de perfil para estar naquela equipe. Se houver um quarto erro é perda de tempo. Uma pessoa improdutiva na equipe contamina os outros funcionários e tira o resultado coletivo. É comum que uma pessoa competente não consiga performar se estiver no lugar errado, com as pessoas erradas ou com a função errada. Cortá-la é um ato que será benéfico em médio prazo para ambos os lados, por mais que no início possa parecer o contrário.
4. Intolerância a improdutividade
Se um problema estiver sendo constante, é papel do líder tomar uma atitude para resolvê-lo. Ele jamais deve achar normal um erro que se repete várias vezes, pois a tolerância ao erro cria um ambiente no qual o urgente passa a ser normal e isso não será tratado pelas pessoas com a devida importância.
Com informações do site Administradores.com
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quinta-feira, 1 de novembro de 2012
Franquia da Sodiê Doces ultrapassa a marca de 100 lojas no Brasil
Com faturamento estimado em R$ 105 bilhões para este ano, o setor de franchising brasileiro deve fechar 2012 com 104 mil lojas. Na esteira deste crescimento a Sodiê Doces, franquia de bolos, inaugurou recentemente cinco novas lojas, somando 102 lojas em todo o País.
A fundadora e proprietária da rede, Cleusa da Silva, ressalta que busca o fortalecimento da marca e tem como objetivo principal ser referência no setor de franquias, "ao oferecer produtos de qualidade e que atendam à expectativa de cada cliente”.
Com a proposta de oferecer bolos saborosos a preço acessível, a Sodiê conta com mais de 75 opções de sabores elaborados com base de pão de ló e versão de zero açúcar. A marca tem uma parceria com a Nestlé Professional, para reforçar o padrão de qualidade de seus produtos e a satisfação dos franqueados.
Trajetória
A proprietária começou a produção de bolos por acaso, fazendo bolos para os amigos, quando uma amiga que era uma boleira conhecida na cidade de Salto, interior de São Paulo, teve problemas de saúde e cedeu os clientes para Cleusa.
Após dois anos, mesmo sem formação superior e nenhuma experiência em comércio, largou o emprego e apostou na produção de bolos como atividade profissional já que a demanda e a clientela havia crescido consideravelmente. Abriu a primeira loja, chamada de Sensações Doces, em sociedade com o irmão.
Atualmente, Cleusa possui 20 lojas próprias e mais de 50 lojas franqueadas pelo Brasil. As pessoas interessadas em abrir uma franquia Sodiê Doces podem fazer uma espécie de “test drive” e acompanhar o funcionamento da loja como se fossem delas. O treinamento com duração de 30 dias é feito na matriz da rede, na cidade de Salto.
Futuro
Para os próximos meses, estão previstos os lançamentos de novas unidades em São Paulo, no bairro da Vila Zelina, Mauá, e mais duas unidades em São Bernardo do Campo, além da cidade de Hortolândia, interior do estado. Novas lojas também serão instaladas em Pouso Alegre e Contagem (Minas Gerais) e em Toledo (Paraná).
O plano de expansão da rede está focado em crescer em todas as regiões brasileiras, prevendo a abertura de 20 lojas por ano.
Investimentos da franquia:
Lojas (metragem): 150 m²
Investimento inicial: R$ 300 mil
Taxa de franquia: R$ 60 mil (incluso no investimento inicial)
Capital de Giro: R$ 22 mil
Royalties: 6%
Taxa de propaganda: 1%
Previsão de retorno do investimento: 24 a 30 meses
Tíquete médio: R$ 28,61
Faturamento mensal bruto (média): R$ 70 mil a R$ 90 mil
Número de funcionários por loja: 6 a 10 funcionários
Com informações do site Info Money.
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