quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Saiba como escolher o sistema de automação ideal para seu bar ou restaurante




O mercado de restaurantes é um dos ramos que mais cresce mais no país, e vários empreendedores entram neste ramo em expansão. O que eles devem saber é que a gestão de um negócio deste ramo é algo que exige muito, já que são muitos detalhes a serem avaliados pelo empresário. Alguns exemplos são: A preparação de um bom produto, qualidade no atendimento e gerenciamento da equipe.

Um critério muito importante que todo empresário deve considerar e que se não for observado pode significar perda de lucro no seu negócio é a automação comercial. Estes softwares foram criados para agilizar, facilitar e otimizar o trabalho da equipe e dos empreendedores.

A primeira coisa a ser avaliada pelo empresário na hora de contratar um serviço desses é verificar a empresa que irá fornecer o software, analise a reputação dela no mercado e veja os clientes da mesma. Sempre procure empresas que tenham suporte tanto para o software quanto para o hardware, a Solução Sistemas em Fortaleza é um exemplo.

Após escolher a empresa é ideal conversar sobre qual sofwtare ou hardware você irá querer para seu bar ou restaurante, normalmente o sistema é oferecido em módulos onde o cliente pode optar pelas ferramentas necessárias de acordo com o porte de seu estabelecimento. Fique atento na escolha para não adquirir um sistema muito mais encorpado do que sua empresa necessita ou até mesmo o contrário.

Os benefícios de ter um sistema desses são imensos, a economia gerada por estes softwares pode chegar a R$ 13 mil reais no ano. Outras vantagens são que problemas como Evasão de receitas, erros de pedidos e no fechamento das contas por causa da caligrafia e dificuldade no controle da comissão dos garçons não existirá mais. Além de agilizar o atendimento e diminuir os erros dentro e fora do balcão.

SS Restô
O SS Restô é um software que foi desenvolvido pela Solução Sistemas para ser uma ferramenta operacional e de gerenciamento para empresas na área de alimentação como: restaurantes, padarias, lanchonetes, boates, casas de show, deliverys, confeitarias, buffets dentre outras.

Automatizando todos os setores de forma integrada e utilizando as mais modernas tecnologias disponíveis no mercado. Um dos pontos fortes são suas ferramentas de fidelização do cliente, utilizando para alcançar este objetivo: e-mails, estatísticas, rapidez no atendimento, site de atendimento, memória de consumo. Qualidade e rapidez, suporte 24h.

Com informações do site Gestão de Restaurantes

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Conheça algumas rede sociais, aplicativos e sites para fazer networking sem sair de casa


Há muito tempo que o networking deixou de ser feito apenas ao vivo, com a tradicional troca de cartões. Hoje em dia qualquer pessoa pode investir na sua rede de relacionamentos profissionais mesmo estando sentada no sofá de casa, em um dia de domingo.

Redes sociais, sites e aplicativos têm facilitado, mudado e ampliado a maneira como se faz networking. “Hoje o profissional tem a escolha de abrir sua imagem para o mundo”, diz Winnie Welbergen, consultora da Hays.

Está precisando turbinar sua rede de relacionamentos sem sair de casa? Confira algumas ferramentas:

LinkedIn

Lançada em português em 2010, a rede social voltada para trabalho atingiu recentemente a marca de 10 milhões de usuários brasileiros cadastrados, no mundo inteiro são 175 milhões. Os números tornam o LinkedIn o espaço virtual mais indicado, na atualidade, para a criação de novos relacionamentos de carreira.

O principal recurso para investir no networking dentro do LinkedIn é a função "grupos". É possível conectar-se a pessoas com interesses em comum e aumentar sua rede de conexões.

Power Meeter

Criado em julho pelo britânico Shed Simove, o Power Meeter, chamado originalmente de 85by55, 85 mm x 55 mm é a medida de um cartão de visita. É inspirado no Chatroulette, site que coloca aleatoriamente desconhecidos em contato pela webcam.

O networking por meio do Power Metter é imprevisível, como o próprio Shed classifica. Isso dá um tom mais divertido para as conversas que duram dois minutos. O usuário se cadastra e escolhe, por meio de uma lista de assuntos, com quem quer conversar. Se o papo vai para frente pode até virar negócio e um nome a mais na sua agenda de contatos. Caso contrário, é só partir para o próximo.

Atlz

Criada pela brasileira Paula Guedes, a Atlz é uma rede social profissional no estilo do LinkedIn mas com foco em universitários. Por lá, também é possível conectar-se com outras pessoas interessadas em compartilhar pontos de vista e aprendizagem sobre temas em comum por meio de grupos.

O usuário também pode seguir empresas e participar de comunidades para manter contato com pessoas que tenham os mesmos interesses profissionais.

Work Simple

No Work Simple, é possível ter seguidores e seguir outros usuários, assim como fazer e receber recomendações. Você pode adicionar seus objetivos profissionais e compartilhar em tempo real, com sua rede de contatos. Também dá para criar seu portfólio e fazer um perfil individual, de equipe e de empresas.

Camcard

Se você considera que a troca de cartões ainda é a alma do networking, mas acaba perdendo aqueles pequenos pedaços de papel pode começar a usar o CamCard.

O aplicativo é um “leitor” de cartões de visita, a partir da câmera do seu celular ou tablet. Ele reconhece e decodifica as informações, automaticamente organizando a sua agenda de contatos.

Beknown

O aplicativo Beknown, criado pelo Monster Worldwide, especializado em recrutamento, permite aos usuários do Facebook estabelecerem uma rede profissional dentro da rede social. A proposta é ter as duas redes no mesmo site, mas separadas. Além disso, a ferramenta de networking também auxilia na busca de oportunidades profissionais.

Com informações do site Exame.

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Conheça 4 coisas que seu cliente quer de você



Mesmo que o produto ou serviço prestado pela sua empresa seja excelente, nem sempre é apenas isso que o cliente espera. E saber exatamente o que o consumidor quer é uma tarefa do vendedor. É claro que existem os clientes difíceis, entretanto, os empreendedores devem ficar atentos a isso, por que  vender de um produto ou serviço não significa que a missão está cumprida, e prestar atenção a isso traz ótimos resultados.

Independente da área de atuação da sua empresa, o treinamento da equipe é fundamental para que a imagem da sua marca não seja arranhada e que a propaganda boca a boca tenha efeito, de forma positiva. “As empresas precisam pensar que o cliente quer ser surpreendido”, afirma Diego Maia, presidente do Grupo CDPV (Centro do Desenvolvimento do Profissional de Vendas).
O Diretor do IBVendas Carlos Cruz e a Exame listaram 4 coisas que seus clientes querem de você e sua empresa:

1. Respeito
Lembre-se que sua equipe fala pela sua empresa, o primeiro contato é muito importante, e por mais que o cliente esteja de mal humor ou estressado as boas maneiras devem ser mantidas. Coloque-se no lugar do cliente e lembre-se de que atitudes grosseiras podem afastar qualquer tipo de pessoa. “Todo mundo gosta de ser bem tratado”, afirma Maia. Outra coisa essencial é não tentar adivinha o pedido do cliente, “Não subestime o potencial do cliente”, afirma ele.

2. Agilidade
Ninguém gosta de esperar, sua equipe deve ser proativa, jamais deixe o cliente esperando ou indo atrás das coisas por conta própria, isso conta ponto negativo para sua empresa. Foque na solução e ajude o cliente a entender o que ele quer e o que vai comprar. "Só não vale tentar empurrar coisas que não tem nada a ver”, conta Cruz.
Mesmo que o atendimento tenha sido perfeito, mas se em outras etapas da compra ou da prestação de serviços, a demora interferir a ponto de o cliente cogitar desistir da compra, tudo terá sido em vão. “Os processos não podem demorar”, afirma Maia. Para isso, é preciso que o empreendedor adote medidas ou invista em softwares que auxiliem o momento da venda, comenta o especialista.

3. Criatividade
Seja criativo, não use o mesmo discurso para todos, utilizar o bordão clichê “vocês vão achar este prato delicioso” não agrada ninguém. “Vendedor tem que focar na solução e saber fazer perguntas”, afirma Cruz.
O ideal, segundo o especialista, é sugerir até três opções que atendam à necessidade do cliente. “Fuja do script, porém conecte-se à realidade do cliente”, completa Cruz.

4. Credibilidade
O empreendedor deve respeitar sempre aquilo que ele expõe como “slogan”, pois consistência no seu discurso é o que leva uma empresa a ter credibilidade com seu público e fornecedores. O cliente precisa confiar no serviço e produto que está comprando e o responsável por essa ponte é o vendedor, que deve fazer com que a credibilidade da empresa não seja colocada em risco.
Jamais minta ou moita uma informação isso seria catastrófico, caso o vendedor não tenha a informação que o consumidor necessita, a sinceridade é o único caminho. “Quero me certificar de que não lhe darei uma informação errada” é uma das frases que ele gostaria de escutar. Completa o especialista.

Com informações da Exame

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Confira os benefícios de treinar e motivar sua equipe para conseguir excelentes resultados



Atingir as metas é o objetivo de todas as empresas, porém a receita ideal para isso ainda não existe, já que o mercado e a equipe nem sempre são favoráveis do modo como se planeja, porém algumas estratégias podem ser aplicadas para ajudar sua equipe a conseguir ótimos resultados.

A primeira coisa a se fazer é garantir que as metas estejam estipuladas corretamente. . "Existem 'n' formas de ampliar as chances para chegar lá. A mais comum é avaliar os meses e períodos anteriores. Se a meta nunca é batida, ela pode ser alta demais. Se sempre é batida, pode ser fácil demais", afirma Diego Maia, presidente do Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas (CDPV). Segundo o especialista o gestor deve sempre ficar de olho nas metas e acompanhar o progresso. "Quando o assunto é gestão de equipes de vendas, a flexibilidade é necessária", diz.

Treinamento
O bom gestor investe no treinamento de sua equipe, pois quanto mais qualificados eles forem, mais sucesso eles trarão para a empresa. "Um grande dilema dos gestores é encontrar pessoas que tenham formação adequada e capacidade para lidar com isso", afirma Mário Rodrigues, diretor do Instituto Brasileiro de
Vendas (IBVendas). "O treinamento detalhado, continuado e elucidativo dos produtos ou serviços comercializados é vital", acredita Diego. O vendedor deve ter em mente, por exemplo, os ciclos de vendas e compras e métodos de negociação da empresa.

O empreendedor deve deixar sua equipe ciente da importância das metas, mostrar que se a empresa alcançar metas ela cresce, se ela cresce o funcionário tem mais a ganhar. "Para o vendedor amador, que é a maioria, a meta é algo que não se discute e acaba sendo uma ferramenta de pressão", explica Mário. Mostrar os resultados e permitir que os vendedores possam acompanhá-los ajuda na conscientização do fundamento das metas.

Mário sugere realizar um acompanhamento das principais competências do profissional. São elas disciplina, comunicação, criatividade, capacidade investigada, adaptabilidade, empatia, networking e tenacidade comercial. "Nós fazemos avaliações para mostrar como estão evoluindo em cada competência e o que devem aprimorar", afirma.

Motivação
A motivação se mostrou bastante eficaz nas empresas, um funcionário motivado produz mais, O acompanhamento e a orientação do gestor são importantes também para o vendedor não se perder. "Líder que deixa a pessoa se virar sozinha segue um caminho ruim. Fatiar a meta mensal por semana ou, melhor ainda, por dia, tem se mostrado exitoso", afirma Diego.

As recompensas concedidas conforme as metas exigidas são consideradas indispensáveis. "A proporção desse item com a remuneração fixa tem ligação direta com o tempo de fechamento e o fluxo de vendas. Eu gosto muito das recompensas imediatas, por venda, diárias, semanais ou quinzenais", comenta o presidente da CDPV. Ele também indica as recompensas referentes à "supermeta", um adicional para quem superar substancialmente a meta determinada pela gestão.

Mas claro que o gestor deve ficar sempre atento, afinal, um estímulo para um pode não ser para outro. Mário aconselha que os empreendedores façam um questionário com os funcionários, perguntando-lhes o que  lhes motiva. "Existe uma falsa certeza de que ele só se motiva por dinheiro. Muitos se motivam mais por segurança, poder ou aceitação", afirma.

Alguns funcionários se importam mais com segurança no trabalho, um plano de saúde ou salário estável. "Também pode-se trabalhar com objetos de desejo, que podem ser de uma caneta a um carro ou viagens", completa.

Com informações do Terra

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Conheça alguns startups que levaram a gastronomia para o mundo virtual



Comprar vinhos, reservar um restaurante ou encontrar um lugar bacana para sair com os amigos. Os empreendedores já conseguiram levar boa parte dessas ações para a internet e diversas startups estão prestando serviços relacionados ao mundo do comer e beber. São empreendedores que viram na união da web com a gastronomia uma boa oportunidade de negócio.
As plataformas online ajudam a fazer reservas, conhecer mais sobre vinhos e cervejas e pedir comida para delivery. Conheça nove pequenas empresas que fazem do setor da alimentação uma possibilidade de novos negócios.

Sonoma
O site lançado em julho reúne ofertas de vinhos e produtos gastronômicos, com curadoria de especialistas. “Selecionamos apenas produtos que adoramos, oferecidos em quantidades limitadas, e por não trabalhar com estoque nem com distribuidores, conseguimos oferecer preços muito abaixo do mercado”, revela Edson Barbosa, um dos sócios. A ideia surgiu quando o californiano Alykhan Karim, CEO do site, viu que modelos parecidos com esse darem certo nos Estados Unidos. Em parceria com Barbosa e Jô Barros, Karim começou a desenvolver relacionamentos com pequenos produtores e importadores. “Também trabalhamos com mercados e restaurantes para selecionar e harmonizar produtos”, revela Barbosa. A empresa teve apoio de investidores-anjo americanos. O faturamento pretendido para este ano é de 1 milhão de reais.

Selo Reserva
O Selo Reserva conta com chefs e sommeliers para garimpar novidades no mundo dos vinhos. A página traz no máximo 12 promoções por semana e os descontos podem chegar a 60%. Em dois meses no ar, tem 3 600 clientes ativos, mesmo com a limitação de exigir convite para participar. “Nossa ideia é ter um público selecionado, que realmente valorize uma experiência gastronômica. Todo mundo tem um amigo para quem ligar na hora de escolher um bom vinho. Nosso público vai confiar nos nossos curadores como se eles fossem seus amigos”, diz o sócio Andre Korenblum, que trabalha com os amigos Cristiano Lanna, Erik Nako, Caetano D´araujo e Alexandre Nako. O faturamento deve ser de 1 milhão de reais neste ano. “Nós já recebemos, inclusive, 400 mil reais em investimento de anjos em uma primeira rodada e estamos prospectando novos investimentos”, conta.

Wine
O site Wine também aposta na venda de vinhos online. “A nossa missão é contribuir para que haja o aumento do consumo consciente de vinhos finos em todo o Brasil, e para isso contamos com mais de 2 000 rótulos das principais regiões vitivinícolas do mundo, além de acessórios para degustação e produtos gourmet”, diz Rogério Salume, que é sócio de Anselmo Endlich. “Nós sempre acreditamos que poderíamos vender vinhos pela internet, mesmo sendo criticados. Nossa ideia é que as pessoas procuram algo mais, um serviço diferenciado e verdadeiro”, complementa. A renda da marca vem da comercialização de vinhos pelo site, e a expectativa de faturamento é de 60 milhões de reais para esse ano.

Restorando
O Restorando é um site para reservas de restaurantes. “Ao reservar pelo Restorando, você nunca mas vai ter que esperar por uma mesa”, brinca Frank Martin, CEO e co-fundador do Restorando. Segundo ele, a vantagem para o restaurante é ter uma interface para a gestão de todas as reservas e um banco de dados dos clientes. A fonte de receita da marca é prioritariamente a quantidade de clientes gerados para os restaurantes parceiros. “Nós já até tivemos investimentos em um valor total de 4 milhões de dólares que vieram de fundos do Vale do Silício e outros fundos locais”, diz.

Chef’s Club
O ChefsClub é um clube de gourmets. O cliente paga para ter descontos em restaurantes selecionados. Segundo Fabrizio Serra, fundador do site, o conceito veio da Dinamarca. “Fiz o meu mestrado na Copenhague Business School e vi que esse negócio pegou rápido por lá. A fonte de receita principal da startup é a assinatura dos membros do clube, cerca de 10 reais por mês. “O diferencial hoje é que vendemos para o consumidor final e também fazemos pacotes diferenciados para as empresas, visando transformar o ChefsClub em um benefício corporativo”, diz. A expectativa para 2013 é estar presente em 15 cidades, com faturamento anual de 10 milhões de reais.

Grubster
Essa proposta de pagar para ganhar desconto em restaurantes também é encarada pelo Grubster. “Os clientes reservam as mesas mais disputadas da cidade com 30% de desconto na conta, independente do número de pessoas na mesa”, diz Pedro De Conti, sócio da empresa. Para ele, o negócio é bom para os restaurantes. “Essa é uma ferramenta capaz de aumentar a ocupação de mesas ociosas”, conta. A ideia é que a ociosidade dos dias de pouco movimento sejam uma oportunidade de desconto. “Partimos da premissa de que não faz sentido cobrar do cliente em uma segunda-feira vazia o mesmo valor de uma sexta-feira com fila de espera”, revela. A fonte de receita da startup vem das reservas, pois o usuário paga 10 reais para receber o desconto na comida e na bebida. A expectativa de faturamento da marca para 2013 é de 10 milhões.

Donde Voy
O site Donde Voy é um guia de restaurante colaborativo, que classifica os estabelecimentos com base na opinião dos usuários. O site está presente em São Paulo, no Rio de Janeiro e tem lançamento previsto para Belo Horizonte ainda em outubro. “É um local para encontrar novos restaurantes”, diz Pedro Cavalcanti, um dos sócios. As fontes de receita principais são anúncios, clube de relacionamento com os restaurantes e venda de cupons. O site ainda não tem faturamento. “Mas a expectativa para 2012 é que ele já seja autossuficiente, inclusive no que diz respeito a investimentos de mídia”, conta.

iFood
Até mesmo o delivery on-line chegou a essas plataformas, caso do iFood, que permite que os pedidos sejam feitos via internet ou com apps. Hoje, são mais de mil restaurantes expondo seus cardápios e prontos para atender a 35 mil pedidos por mês em oito cidades. “O objetivo é expandir o serviço para outras cidades e estados do país, chegando a mais de 5 000 restaurantes e redes de alimentação até 2014”, diz Felipe Fioravante, CEO da marca. A fonte de receitas do iFood é uma comissão de 10% sobre o valor de cada pedido enviado aos restaurantes. “Mas a comissão é paga pelos estabelecimentos”, explica. A previsão de faturamento para 2012 é de 1,3 milhão de reais. No ano passado, o site recebeu aporte de mais de 3 milhões de reais da Warehouse Investimentos.

Have a Nice Beer
O Have a Nice Beer é um clube de assinaturas de cerveja. “Todos os meses, o site entrega dois exemplares de duas das melhores cervejas do mundo juntamente com uma revista exclusiva”, conta Pedro Meneghetti. O cliente paga cerca de 68 reais mais o frete pelo serviço. “Na realidade, não há mensalidade, o associado paga apenas pelas cervejas que recebe. Portanto, o preço varia conforme o valor de cada seleção”, diz. A ideia surgiu quando Pedro ganhou de presente de seu amigo de infância, e hoje sócio, Rafael Borges, o livro “1001 cervejas para beber antes de morrer”. “O livro deixou um questionamento no ar: como fazer para beber todas essas cervejas, já que não temos tempo nem dinheiro para isso”, recorda Pedro. Para iniciar, eles tiveram o investimento de 200 mil reais e esperam faturar 3 milhões de reais neste ano.

Com informações Site Exame.

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Aprenda como agir em situações constrangedoras em seu restaurante



O que fazer quando um cliente acha algo na salada, as pessoas da mesa ao lado estão fazendo barulho excessivo, o copo vem sujo ou outro problema? Todo bar ou restaurante está sujeito a este tipo de constrangimento, mas você pode aprender a minimizar os estragos. O IG comida conversou com dois gerentes de restaurantes para ensinar como contornar estes problemas.

“Nossa missão é minimizar os danos, acalmar os comensais e tentar evitar que no futuro esses deslizes se repitam", diz Ismael Martins, gerente do restaurante Gero e 22 anos de Grupo Fasano. Flávio Tupinambá, o Tupi, que trabalhou durante anos à frente de um restaurante e agora é sócio do recém-inaugurado Ruaa, concorda. "Quem sai de casa quer se divertir, e nosso papel é tornar a visita das pessoas uma experiência agradável", diz. A dupla prepara você para agir em situações constrangedoras.

Quando o cliente encontra algo em sua comida ele provavelmente chamará o garçom e mostrará o
problema, o garçom por sua vez deve se desculpar ao cliente e substituir o prato por outro igual, às vezes é melhor deixar o cliente escolher qualquer outro prato do cardápio pagando o mesmo preço, dessa forma você ganha a simpatia do cliente e conta como desculpas pelo imprevisto.

Se seu copo ou taça vir com alguma sujeira o procedimento é o mesmo, o cliente chamará o garçom e mostrará o problema, a taça ou copo deve ser imediatamente substituída, e não haveria problema em dar ao cliente um agrado como um petisco para acompanhar a bebida como uma compensação.

Um problema muito comum é quando a carne vem mal passada demais, algo que irrita muitos clientes. O correto mesmo é deixar claro o ponto desejado na hora de fazer o pedido. Muitas vezes, o "mal passado" do chef é diferente do imaginado pelo cliente. O mesmo serve para massas e risotos, normalmente servidos al dente (mais durinho). Aqui, a comida volta para a cozinha e, geralmente, o prato é trocado.

Existem clientes que querem um prato, as não do jeito que está no cardápio, pede um filé a parmigiana sem queijo, um hambúrguer no prato e com o pão à parte ou um linguado Belle Meunière sem alcaparras, isso é normal, mas às vezes eles querem substituir um ingrediente por outros que nem sempre estão disponíveis. Isso vai depender da boa vontade do chef, afinal, o que o restaurante tem para oferecer é o que está no cardápio, a cozinha não está lá para executar todo e qualquer prato que o cliente está com vontade de comer.

É claro que o mais indicado é não cometer essas gafes, mas caso aconteça o gerente, garçom ou responsável devem estar preparados para lidar com o problema, se ele for resolvido da maneira correta, você não apenas se livra de um problema, mas deixa o cliente com ótima impressão.

Com informações do IG

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Um líder é capaz de selecionar talentos, potencializá-los e desafiá-los em busca da excelência



Bernardo Rocha de Rezende, o Bernardinho, premiado técnico da seleção brasileira de vôlei, tem oferecido importantes contribuições sobre os temas liderança, gestão de pessoas e trabalho em equipe quando fazemos uma analogia entre as vivências no esporte e no mundo corporativo.

Líder é aquele que atinge resultados utilizando como diferenciais competitivos sustentáveis o capital, a tecnologia e, em especial, o fator humano, o que consiste em selecionar talentos. Nesta tarefa, os talentos certos são formados nem sempre pelos melhores, mas sim pelos complementares.

Um talento por si só não basta para a conquista do sucesso. É o trabalho em equipe, a consciência coletiva, o fator decisivo. E cabe ao líder não apenas identificar os talentos certos, mas potencializá-los individualmente e em conjunto, exigindo mais de cada membro da equipe, aplicando testes constantes capazes de desafiá-los e promovê-los a um nível mais elevado, contornando os inevitáveis efeitos da inflamação dos egos decorrente das vitórias conquistadas. A lição que fica é: "Não se iluda com o elogio e não se deprima com a crítica".

No caminho para a transformação de sonhos em conquistas, de objetivos em realizações, dois aspectos fundamentais estão presentes ligando-os como se fosse uma ponte: planejamento e disciplina. O primeiro representa o projeto da ponte; o segundo, a construção da ponte.

A disciplina demanda a prática diária que conduz à excelência. Daí surge o pressuposto básico de treinar compulsivamente. Lembrando Bob Knight: "A vontade de se preparar deve ser maior do que a vontade de vencer".

Sucesso e fracasso indiscutivelmente deixam suas lições. A derrota deve ser assumida com responsabilidade e nos alerta para a importância do planejamento. Já a vitória nos traz o desafio da sustentabilidade e os ensinamentos de que o sucesso passado não garante o êxito futuro, de que vencer como favorito é tarefa ainda mais árdua e de que jamais podemos nos acomodar. Fixe-se no desempenho, nunca no placar.

Finalizando, algumas recomendações finais aos líderes:

Demonstrem transparência em suas ações;
Desenvolvam relações de confiança;
Busquem a proximidade com a equipe;
Instiguem o inconformismo.

Com informações do site Administradores.