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segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Saiba como o líder pode alterar a forma de agir dos colaboradores


Há coisas que todo mundo sabe, mas não faz. Dizer bom dia, obrigado e por favor estão nos primeiros lugares da lista. Mas ela é muito maior.

É comum encontrar executivos que pensam que podem dar conta de um de seus maiores desafios - a melhoria da performance das pessoas – simplesmente lhes impondo metas cada vez maiores (ou fazendo ameaças de demissão ou de mudança de território). Quem age assim esquece que não basta utilizar a cenoura e o chicote para garantir mais e melhores resultados.

Acredito que o caminho mais eficaz para obter melhores resultados de uma equipe seja alterando o modo de pensar dos colaboradores. Mas como fazer isso?

Baseado nas ideias de David Rock, meu guru na área de liderança, afirmo que descobrir as causas das dificuldades não é a melhor forma de conseguir mudanças no nosso jeito de ser. O desafio é substituir maus hábitos por novos hábitos, sem ficar perdendo muito tempo na infértil discussão sobre porque agimos assim.

Para tornar esse raciocínio mais claro, pense na pessoa que está muito acima do peso e passa a maior parte do tempo procurando entender porque come tanto. Enquanto pensa na resposta – e se angustia – come ainda mais.

Mas, se ao invés de ficar tentando descobrir o porquê, a pessoa se reprogramar para fazer outra coisa prazerosa toda à vez que tiver fome, as chances de emagrecer serão maiores. Simples assim.

Por analogia acredito que ao invés de ficar discutindo porque a equipe não tem conseguido os melhores resultados, o desafio do líder é propor novas formas de agir. É preciso aprender a focar nas soluções e não nos problemas. O caminho mais fácil para fazer isso é:

a) Compreender como as pessoas pensam

b) Não ser preconceituoso

c) Agir como um verdadeiro coach

d) Ajudar a criar um novo jeito de pensar

Muitas vezes achamos quem pensa errado quem pensa diferente de nós. Tente entender o que leva as pessoas a pensar – e consequentemente a agir – de determinada forma. Pratique a empatia.

Não se deixe levar por visões preconceituosas, muitas vezes baseadas em falsas verdades. Será que o que você acha que significa ser um bom colaborador é o mesmo que os clientes de sua empresa pensam?

O principal desafio do coach é estar preparado para fazer as perguntas certas que permitirão que as pessoas repensem o seu jeito de ser e agir. Não tem nada a ver com a ideia de possuir as respostas certas, mas tem tudo a ver com a ideia de ser capaz de ensinar as pessoas a encontrar as verdades escondidas dentro delas mesmas.

Por último, esteja sempre disponível para conversar e ajudar as pessoas a descobrir novas formas de fazer as coisas.

Agindo assim você estará se lembrando permanentemente que as pessoas são capazes de fazer coisas extraordinárias, quando corretamente motivadas.

Com informações do Administradores.

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Confira 5 dicas para ser um líder melhor


A liderança é uma característica desejada por grande parte dos profissionais. Contudo, para assumir esse tipo de cargo é necessário ser um líder eficiente e muitas pessoas não têm ideia do que isso significa. Se você quer ser um bom líder e não sabe como conseguir isso, confira 5 dicas simples que vão colocar você na posição de “ótimo líder”.

1. Saiba motivar as pessoas

Para ser um bom líder é fundamental que você seja capaz de motivar os seus colaboradores. De acordo com o estudo “The Progress Principle: Using Small Wins to Ignite Joy, Engagement, and Creativity at Work” a melhor maneira de fazer isso é reconhecendo o progresso. Você deve fazer das conquistas das pessoas algo significativo.

2. Tenha as atitudes certas

Se você pretende ser um bom líder, é essencial que saiba escolher a maneira certa de agir. Já se foi o tempo em que as pessoas controladoras eram consideradas boas figuras de liderança. Atualmente, bons líderes são aqueles que apoiam. É isso que mostra o estudo “The Happoness Advantage: The Sevem Principles of Positive Psychology That Fuel Succes and Performance at Work”. Por isso, uma boa ideia para aumentar o desempenho de seus colaboradores é oferecer prêmios e incentivos para cada meta alcançada.
 
3. Aja como um líder

Para ser percebido como um líder, você deve se portar como um. Segundo o estudo “The Invisible Gorilla: How Our Intuitions Deceive Us”, você precisa mostrar que é mais competente, o que pode ser feito com a construção de uma personalidade dominante. E embora isso pareça complicado, na verdade pode ser alcançado com uma técnica simples: falar primeiro. Se você tomar a dianteira na comunicação vai parecer mais confiante e, em consequência, mais confiável.
 
4. Tente inspirar as pessoas

Lembre a elas como e por que o trabalho delas importa, é o que ensina o livro “Yes! 50 Scientifically Proven Ways to Be Persuasive”, de Noah Goldstein. Segundo ele, a maior causa de falhas no trabalho é a perda do significado das suas tarefas. Portanto, se você quer que as pessoas se sintam inspiradas, deixe que elas saibam que são importantes para um projeto. 

5. Crie oportunidades de mudança

Ser líder não é apenas definir processos e direções. Você tem de trabalhar com as emoções, elas são os elementos-chave de uma liderança eficiente. A pesquisa “Switch: How to Change Things When Change Is Hard” aponta que mudar o comportamento e as emoções das pessoas envolvidas num projeto é a única maneira de alcançar o sucesso.

Com informações de Universia.

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Um líder é capaz de selecionar talentos, potencializá-los e desafiá-los em busca da excelência



Bernardo Rocha de Rezende, o Bernardinho, premiado técnico da seleção brasileira de vôlei, tem oferecido importantes contribuições sobre os temas liderança, gestão de pessoas e trabalho em equipe quando fazemos uma analogia entre as vivências no esporte e no mundo corporativo.

Líder é aquele que atinge resultados utilizando como diferenciais competitivos sustentáveis o capital, a tecnologia e, em especial, o fator humano, o que consiste em selecionar talentos. Nesta tarefa, os talentos certos são formados nem sempre pelos melhores, mas sim pelos complementares.

Um talento por si só não basta para a conquista do sucesso. É o trabalho em equipe, a consciência coletiva, o fator decisivo. E cabe ao líder não apenas identificar os talentos certos, mas potencializá-los individualmente e em conjunto, exigindo mais de cada membro da equipe, aplicando testes constantes capazes de desafiá-los e promovê-los a um nível mais elevado, contornando os inevitáveis efeitos da inflamação dos egos decorrente das vitórias conquistadas. A lição que fica é: "Não se iluda com o elogio e não se deprima com a crítica".

No caminho para a transformação de sonhos em conquistas, de objetivos em realizações, dois aspectos fundamentais estão presentes ligando-os como se fosse uma ponte: planejamento e disciplina. O primeiro representa o projeto da ponte; o segundo, a construção da ponte.

A disciplina demanda a prática diária que conduz à excelência. Daí surge o pressuposto básico de treinar compulsivamente. Lembrando Bob Knight: "A vontade de se preparar deve ser maior do que a vontade de vencer".

Sucesso e fracasso indiscutivelmente deixam suas lições. A derrota deve ser assumida com responsabilidade e nos alerta para a importância do planejamento. Já a vitória nos traz o desafio da sustentabilidade e os ensinamentos de que o sucesso passado não garante o êxito futuro, de que vencer como favorito é tarefa ainda mais árdua e de que jamais podemos nos acomodar. Fixe-se no desempenho, nunca no placar.

Finalizando, algumas recomendações finais aos líderes:

Demonstrem transparência em suas ações;
Desenvolvam relações de confiança;
Busquem a proximidade com a equipe;
Instiguem o inconformismo.

Com informações do site Administradores.

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Tornou-se líder? Saiba enfrentar com esta nova fase





Com jovens cada vez mais capacitados no mercado não é novidade ver estes profissionais ocupando cargos de liderança, mas como ele deve lidar com este novo momento?

A gerente sênior da divisão de engenharia d marketing&vendas da Robert Half, Daniela Ribeiro conta que o profissional deve ter muita maturidade ou experiência ou ele pode acabar comprometendo seu cargo e sua equipe. Por isso, a gerente listou algumas dicas que irão ajudar o jovem a encarar a promoção com mais tranquilidade e sabedoria.

1. Vestir a camisa de líder e aprender a delegar

O bom líder precisa entender que existem tarefas que ele não consegue fazer, por isso é ideal que ele saiba lidar com os profissionais que vão realizar estes trabalhos. É interessante ler livros sobre esse assunto e assim tornar-se um bom líder.

2. Entender a situação da equipe
O líder deve sempre manter uma boa comunicação com  os funcionários, coloque-se sempre em uma postura de parceria. Para Daniela o bom líder precisar passar a imagem de “facilitador”, de quem está ali para ajudar.

3. Conversar individualmente com cada funcionário de sua equipe
Conheça cada funcionário, o que ele faz na empresa, a quanto tempo está lá, etc. Conheça aquele profissional e o que ele espera do novo líder.

4. Envolver e estimular a equipe para alcançarem juntos os resultados
“O líder precisa entender o que motiva cada integrante de sua equipe para trabalhar com cada um, de forma individual”, sugere.

5. Ter um olhar para a empresa
Daniela enfatiza que juntamente com o olhar atento para a equipe, o líder deve saber que toda decisão deve ser tomada pensando no que vai ser melhor para a companhia.

6. Assumi a gestão da minha equipe
Se você era funcionário e recentemente foi promovido a algum cargo de liderança, as dicas cima podem lhe ajudar, mas Daniela lembra que este movimento é muito delicado.
Neste caso, ela acredita que mais do que nunca o líder deve fazer as conversas com sua equipe e se colocar numa postura “mais humilde e de mais ajuda, evitando criar inimizades", enfatiza.

Com informações do site Administradores.com

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Liberte o líder que existe em você, perca o medo de liderar




Saber o que tem que ser feito, não significa necessariamente fazer o que tem que ser feito. Via de regra todo mundo sabe o que precisa ser feito, e o que é transformado em ação eficaz é um percentual pequeno perante o que se sabe? Eis o grande drama vivido está no campo da arte da liderança. Um líder pode comandar, porém um comandante pode não liderar.

Profissionais e executivos entrevistados sobre o que esperam de um líder dizem: Inspirador. Desenvolvedor de pessoas. Direcionador estratégico. Competitivo. Influenciador. Orientado para resultados. Desses predicados, Inspirador + Desenvolvedor de pessoas representam 60% das respostas e desejos. Isso quer dizer, o que é esperado nas corporações e na gestão pública é muito mais do que a competência técnica. A expectativa humana contemporânea para liderar clama por “inspiração”. Um inspirador, no dicionário Aurélio, é assim descrito: “do latim inspiratore. Que faz recordar; que lembra; entusiasma; arrebata. Inspiração significa qualquer estímulo ao pensamento ou à atividade criadora.”

O líder inspirador é o que arrebata, e o faz lembrando cada pessoa do seu poder único e diferenciador da sua ação criadora. As pessoas não suportam a ideia de serem simplesmente mais uma. Desejam que o seu melhor seja arrancado, arrebatado de suas entranhas e que a empresa possa ser o veículo para a sua legítima felicidade. Quer dizer, a realização do seu melhor, de sua verdade íntima. E o desenvolvedor de pessoas? Um real educador, aquele que contribui para eliminar as lascas das pedras brutas humanas, expondo o belo do seu design, de sua essência. Ah, mas que difícil é isso. Não é nada difícil, basta perder o medo de liderar. Basta perder a vergonha de doar-se às experiências e com isso lapidar o seu próprio talento. Basta assumir a sua responsabilidade como líder e colíder de qualquer área, departamento ou organização onde esteja agora atuando.

Nada falta no nosso entorno. Nada falta ainda conhecer que já não saibamos intimamente. Só precisamos da coragem e de superar o medo de passarmos a agir como líderes das nossas circunstâncias e realidades. Liberte o líder que existe em você e supere tudo em equipe, pois não há saída fora da construção de equipes.

Com informações do site Exame.

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Conheça 3 características que todo líder deve possuir




Um líder tem como obrigação ensinar, inspirar, desenvolver, etc. Pelo menos na teoria, mas a realidade é que isso é difícil, algumas características são essenciais para aqueles que desejam ser líderes de respeito e trazer engajamento e inspiração para a equipe. A Sonia Helena dos Santos é especialista em gestão de pessoas e professora da FAAP (Fundação Armando Alvares Penteado), listou 3 fatores que um líder deve possuir, além de credibilidade, respeito, humildade, saber ouvir, otimismo, determinação, imparcialidade, confira abaixo.

1. Ser uma pessoa inspiradora
Para Sonia ser um líder é mais do que trazer resultados para a empresa, um líder deve entender o trabalho, ser um profissional que trabalha não apenas pelo dinheiro, mas pela realização profissional e pessoal, isso inspira os outros a fazerem o mesmo.

2. Ter a capacidade de engajar pessoas
Um líder deve conhecer a empresa a fundo, saber os pormenores sobre a cultura, visão, missão, objetivos, etc. Isso contribui para que o profissional e consequentemente os outros desenvolvam uma identidade com sua tarefa ou atribuição.

3. Comunicar-se bem
Um líder deve comunicar-se bem, conseguirem criar e passar essa visão de forma eficiente para a equipe, Além disso, obter apoio para esta visão, sem recorrer à autoridade formal ou hierárquica.

Com informações da Revista Exame

segunda-feira, 2 de julho de 2012

5 coisas que um bom líder nunca deve fazer

Um artigo publicado no site da revista Time listou cinco coisas que os bons chefes nunca devem fazer. O jornalista Jeff Haden explica que as atitudes não tomadas às vezes geram mais impacto do que aquilo que já foi feito.

Ele afirma ainda que um bom líder deve reconhecer seus erros com rapidez e não se prender a planos de desenvolvimento formais, e sim saber quais os objetivos de cada um dentro da empresa.Outro erro comum, segundo Jeff, é usar a flexibilidade como moeda de favores.

Confira abaixo as 5 coisas que, na opinião do jornalista da Time, bons chefes nunca devem fazer:

Dizer: "Eu gostaria de ter me desculpado antes, mas..."

Nunca se desculpe por não ter reconhecido um erro antes. Lembre-se que um líder deve ter um comportamento modelo para seus funcionários.

Entregar relatórios anuais de desempenho

Haden afirma que os melhores "feedbacks" são aqueles que não estão programados para vir. Elogios, faltas ou sugestões exercem mais impacto quando são feitos na hora do trabalho, inclusive esperar por relatórios programados atrasam o crescimento do grupo. O trabalho de um líder é treinar e desenvolver a equipe todos os dias.

Realizar reuniões formais para solicitar ideias


Muitas empresas acreditam que sessões de brainstorm melhoram o desempenho da empresa, mas para o jornalista as reuniões são desnecessárias. Quando os funcionários têm um chefe prestativo e aberto, eles levam as ideias até ele. 

Criar planos de desenvolvimento 

Planos formais de desenvolvimento são tão desnecessários quanto os relatórios de desempenho. É importante que o líder conheça as aspirações de seus funcionários, as habilidades e a experiência que eles desejam desenvolver. Para isso deve-se conversar, de preferência informalmente, para criar projetos que se encaixem nessas ambições e, principalmente, criar oportunidades para que elas se tornem realidade. 

Pedir favores 

Haden diz conhecer muitos chefes que praticam o jogo da culpa. A generosidade deve ser uma mão única. Seja flexível, porque essa é a postura correta e não para obter um favor em troca. 

Com informações do site Administradores.com

segunda-feira, 4 de junho de 2012

E as Metas de Atuação?

Qual o grande desafio de um líder? Direcionar, educar, acompanhar, inspirar, cobrar, motivar e tantos outros verbos no infinitivo.

Mas de todos os verbos citados, sinto que na prática, o campeão deve ser o cobrar. O problema é como se faz a cobrança. A cobrança hoje, na maioria das empresas é burra! Burra em se traçar uma meta financeira e seja o que Deus quiser. Números definidos por históricos passados, percentual de crescimento desejado, momento do mercado ou até mesmo intuição. 

E depois do número definido e divulgado para a equipe começa a eterna correria para atingir o desejado numeral. Mas, e as metas de atuação? Quem deve direcionar, educar, acompanhar, inspirar, cobrar e motivar de uma forma justa? O líder, é claro!

Agora entra a minha sugestão. Além de traçar metas financeiras, criar as metas de atuação que nada mais são do que a forma, o caminho que o líder espera que o profissional de vendas trilhe para atingir determinado objetivo. Deve ser simples, direta e elaborada em conjunto com o seu executor afinal, a era do líder impositor já foi faz tempo. Veja algumas dicas:

Crie critérios de medição. Elabore uma forma de medir a execução do plano. Estipule um período de duração, nem curto demais, nem longo demais. Um plano de atuação com duração de três a quatro meses está de ótimo tamanho. Faça avaliações constantes e dê um feedback no estilo – totalmente insatisfatório, parcialmente satisfatório, satisfatório e excelente.

Seja específico em cada ponto. Defina a forma como você deseja que o profissional atue e seja específico. Imagine, por exemplo, que a sua empresa vende produtos para hotelaria: a meta é de prospectar 10 clientes no mês, não é o bastante. O ideal é deixar mais claro. Veja: Prospectar 10 clientes/mês no grupo: Hotel – subgrupo: Hotel Turismo no Estado de SC e na Região do Vale do Itajaí. Assim fica muito mais claro!

Nada de exageros. As metas de atuação não são para ser um tratado governamental com 200 páginas. O ideal é que não passe de uma página e direcione a forma de atuar e seja condizente com a estratégia definida. Direcione o profissional para atividades que agreguem valor e que o auxiliem a manter o foco e a disciplina na sua rotina.

Acompanhe e dê feedback. Outro ponto em que os líderes pecam é na questão de acompanhar. Atropelados pela própria rotina acabam por esquecer que a meta principal do líder de vendas é fazer os outros venderem. Sugiro que ao menos uma vez por semana e não mais do que quinze dias, com duração do encontro pré-determinado, se reúna com o profissional e faça a seguinte pergunta: O que você está fazendo para atingir as suas metas? Caso a empresa tenha um sistema de vendas peça para ele mostrar os lançamentos feitos e os negócios, prospecções e recuperações de inativos em andamento. Deixe-o falar, ouça e depois faça suas sugestões ou críticas, sempre construtivas.

Essa forma de atuação é simples, direciona e dá foco. Além disso, os membros da equipe se sentem mais seguros e verdadeiramente liderados. Inteligência em vendas é isso! Contribuir para que as vendas aconteçam de forma natural e de forma sustentável sempre direcionando cada profissional dentro das suas características e pontos fortes. Sem as metas de atuação o fim do mês é sempre uma loucura quando a meta não consegue ser atingida. Uma correria danada, preço lá embaixo, vendedores estressados e mal direcionados. Sem estratégia, não há resultados. Sem pessoas bem direcionadas, não há estratégia que funcione. Simples e difícil assim!

Com informações do site rhevistarh.com.br.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

10 dicas para tornar sua empresa líder de mercado

O lugar mais alto no pódio e a liderança, normalmente, são destinados a apenas um. Poucas vezes encontraremos dois ocupando esse espaço. Qualquer que seja o evento, quanto mais ampla a possibilidade de participação de concorrentes, mais dura a competição.

O mundo dos negócios nos permite notar com clareza como o ser humano é surpreendente, criando e tornando obsoletos produtos e conceitos. Nesse aspecto, maior poder terão gestores com visão de futuro, pois poderão não apenas prevê-lo, mas criá-lo.

No ambiente empresarial, onde não há métodos e verdades absolutas, o capital intelectual tem estabelecido as vantagens competitivas. 

O domínio dos recursos naturais há muito tempo é superado pela competência em fornecimento de tecnologia. O barateamento, simplificação de produtos e equipamentos, a facilidade de importação em um mundo globalizado, possibilita a criação de empresas e a sua transferência para locais que permitam a fabricação com custos competitivos.

Nações e empresas que se destacam são aquelas com determinação para investimento e desenvolvimento do capital intelectual de seus recursos humanos. Estes são ambientes que atraem, retém e geram talentos para exercício da sua vocação.

Um produto inovador pode alterar não só futuro de uma empresa, mas de todo mercado. Alcançar o sucesso já um processo é difícil, como mantê-lo? 

Grandes empresas têm sucesso e longevidade porque criam novos produtos continuamente. A essência de qualquer negócio bem sucedido é ter produtos campeões de venda, todo o resto é discurso sem propósito. Produtos e serviços inovadores, que fornecem valores aos clientes, percorrem uma estrada congestionada até ocupar um espaço na mente de seus consumidores.

A relevância do produto e marca não ocorre de forma simples, rápida e graciosa. Há um longo e complexo trabalho a ser desenvolvido com o uso racional e inteligente da mídia para se obter visibilidade significativa.

Não faltam exemplos de marcas e produtos prestigiados que caíram no esquecimento, perderam relevância e foram substituídos por outros, porque os gestores das empresas que os detinham negligenciaram a relação com os clientes.

Fala-se muito em relação com os clientes (CRM – Customer Relationship Management), mas pratica-se pouco. O contato costuma ter como foco o revendedor, quando o efetivo decisor das compras é o consumidor. Há uma verdade que poucos se dão conta: o comerciante está sempre um passo atrás do consumidor. 

Distinguir uma onda de uma tendência é um processo complexo. Antes de abandonar um movimento os consumidores se esbaldam, com isso dificultam a leitura dos comportamentos. Os comerciantes querem segurança antes de aderir, por essa razão muitos entram quando os consumidores já estão saindo atrás de novas propostas.

Em um ambiente competitivo são necessários técnicas de produção e acesso a materiais e recursos para produzir a baixo custo. Por isso, o baixo custo, a excelência em qualidade e os preços competitivos favorecem a organização no estabelecimento de importantes vantagens mercadológicas. Ainda, gestão competente de recursos que permite à empresa manter a saúde financeira para que seus gestores possam se dedicar aos aspectos estratégicos dos negócios.

E, acompanhamento dos planos de trabalho e metas. Sem controle de desempenho não é possível efetuar correções nos desvios observados.

Dessa forma, como pode ser visto, a condução de uma empresa à liderança de mercado requer atenção a 10 passos: 
1 – Visão de futuro;
2 – Investimento em capital intelectual;
3 – Técnicas de produção de baixo custo;
4 – Oferta de valores aos consumidores a preços competitivos;
5 – Investimento em mídia; 
6 – Posicionamento de produto;
7 – Posicionamento de marca; 
8 – Gestão de relacionamento com o cliente – CRM; 
9 – Gestão competente de recursos; 
10 – Controle de desempenho;

A falta de atenção a esses aspectos no médio prazo torna as empresas sobreviventes em decadentes. Dez passos que ratificam que a luta pelo futuro começa não como uma batalha pela participação de mercado, mas como uma batalha pela liderança intelectual.


Com informações do site Sobre Administração