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segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Desempregado agarra oportunidade e vira dono de 15 franquias da Minds

Hoje, Fabiano Castro tem negócios espalhados por 10 estados brasileiros. Meta do empreendedor é abrir mais cinco operações até o fim de 2015


A história de Fabiano Castro, 38 anos, serve de inspiração para quem deseja largar tudo e começar do zero. Após meses desempregado, o empreendedor de Ribeirão Preto, cidade a 310 quilômetros de São Paulo, viu no ensino de idiomas a chance para mudar de vida. Hoje, é dono de 15 franquias da escola de inglês Minds, espalhadas pelo Norte, Nordeste e Sudeste do país.

As dificuldades começaram aos 22 anos, quando Castro assumiu a responsabilidade da família após a separação dos pais. Sem dinheiro para continuar o curso de administração de empresas, ele encontrou uma oportunidade na seção de classificados de um jornal: uma vaga de assessor de marketing em uma escola de idiomas. Quatro meses depois, já empregado e com desempenho elogiado, foi promovido a gerente distrital, o primeiro cargo executivo da empresa. “Quando entrei, ninguém acreditava em mim. Mas eu tive força de vontade. Eu precisava do emprego. Se eu não trabalhasse, ninguém em casa comia”, afirma.

Quase um ano depois, Castro recebeu a oferta de abrir, em São Paulo, uma escola da rede em que trabalhava. Sem pensar duas vezes, fez as malas e foi para a capital. Três meses depois, a escola já contabilizava 600 alunos.

Foram dois anos e duas unidades da escola em São Paulo. Mas a vida estável na capital não era o bastante para Castro. Foi, então, durante uma conversa com seu sócio em um bar da capital paulista, que a ideia de abrir uma franquia da Minds, escola de idiomas do mesmo grupo daquela em que trabalhava, surgiu. “Segui a minha intuição. Em São Paulo eu ia crescer. Mas fui para o Norte acreditando que o progresso ia ser bem mais rápido que no Sudeste. E foi exatamente isso que aconteceu”, afirma.

Religioso, Castro decidiu que a cidade a abrigar sua franquia seria Belém (PA), após diversas orações. Cinco dias após a escolha, viajou para a nova cidade. “Pesquisei o mercado e confirmei o que previa. Há treze anos, Belém era uma cidade carente no negócio e não havia concorrência.”

Apesar da coragem, vender tudo o que tinha e começar do zero não foi nada fácil. “Tudo que eu ganhei em São Paulo, eu investi na nova franquia. Sem dinheiro, fiquei um ano e dois meses sem voltar para Ribeirão Preto e visitar minha família”, diz. 

A primeira franquia da Minds em Belém surgiu em 1999. Desde então, outras 14 unidades apareceram, sendo mais três no Pará: duas em Belém e uma em Barcarena, na região metropolitana da capital. Foram também três em São Luís (MA). O empreendedor tem ainda operações em Teresina (PI), Palmas (TO), Natal (RN), Maceió (AL), João Pessoa (PB), Salvador (BA), Belo Horizonte (MG) e Rio de Janeiro (RJ). 

Sobre apostar em 15 unidades da Minds, em vez de diversificar o negócio, Castro se justifica com a credibilidade da marca. “Eu acredito no negócio e no suporte que eles me oferecem. Além de franqueado, sou diretor de marketing das minhas franquias e de mais 10 operações da Minds”, afirma.

Hoje, com cerca de 800 funcionários e nome reconhecido no mercado, Castro se dedica, também, ao trabalho voluntário. O empreendedor abriu em Ananindeua (PA), cidade a 19 quilômetros da capital do estado, uma capela e um projeto social, onde jovens a partir de 17 anos fazem cursos profissionalizantes e de inglês, além de receberem cestas básicas. “A ideia do projeto surgiu em 2010, quando permaneci quatro meses internado por causa de uma infecção bacteriana. Daquele dia em diante, resolvi fazer algo aos outros”, diz.

Para o futuro, Castro deseja terminar seu curso de administração de empresas e abrir mais cinco franquias da Minds até 2015.

Fonte: Revista Pequenas Empresas e Grandes Negócios 

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Novas tecnologias



Há muito tempo tem se falado sobre a possibilidade de a Apple lançar um smartwatch. O famoso iWatch, entretanto, não seria bem-visto nem mesmo dentro da empresa, onde alguns grandes nomes o considerariam uma ferramenta sem funcionalidades originais a ponto de justificar o uso tal aparelho no pulso. De qualquer forma, os rumores sobre o dispositivo não param de borbulhar na internet e o mais recente é proveniente de um jornal norte-americano, o Wall Street Journal.

A publicação afirma que obteve informações de fontes seguras que o tal smartwatch da Apple terá mais de um modelo e cada um deles virá com uma tela de tamanho diferente. Não se fala em quantos modelos ou sobre os tamanhos de tela, mas há especulações de que, pelo menos, um iWatch com tela de 1,5’’ e outro com 2,5’’ devem ser lançados ainda em outubro deste ano. Sobre o estilo de cada um, não se sabe se cada modelo será completamente diferente do outro ou se serão meras versões escalonadas.

Os rumores sobre o lançamento para outubro não são do Wall Street Journal e já vêm sendo propagados há alguns meses. De qualquer maneira, é importante notar que se fala sobre o relógio inteligente da Apple há alguns anos e muitas previsões de lançamento já se mostraram pura especulação. A própria existência do tal relógio é uma grande incógnita. Ainda assim, vendo a concorrência chegar fonte com o Moto 360 e LG G Watch, é de se imaginar que a Maçã poderia estar pensando em algo para não deixar a oportunidade passar. Mesmo com isso, nada é certo.

Com informações do site TecMundo

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Como investir em um restaurante de comida japonesa


Sem dúvidas, os restaurantes de comida japonesa conquistaram o gosto dos  brasileiros e ter um restaurante de comida oriental pode representar uma oportunidade de ganhos.

Mas é claro que para todo restaurante é crucial antes realizar pesquisa de mercado e outros mecanismos de estudos prévios,principalmente quando se trata de comidade oriental que constitui trabalhar com clientes mais arrojados.

Mercado de um restaurante de comida japonesa

O mercado para restaurantes de comida japonesa constitui locais que as pessoas vão para se divertir e realizar um lazer diferente com sua família. Portanto, antes de tudo, é necessário avaliar se o local ou o restaurante estão preparados para oferecer a comida japonesa.

Clientes de um restaurante de comida japonesa

A primeira proposta em pesquisar os clientes locais exige que se consiga desses clientes informações como a necessidade e a vontade de frequentar um restaurante de comida japonesa.

Essa etapa constitui o que chamamos de teste do conceito que realiza perguntas como:

Você frequentaria o restaurante: sempre, às vezes, raramente ou nunca?
Não exagere no número de questões, pois as pessoas estão com pressa e não responderão.

Nesse período de pesquisa, organize um stand com nome e logomarca do restaurante de comida japonesa e ainda alguns sushis prontos para provas, sem cobrar nada, é claro. Observe se as pessoas realmente estão se deliciando  com os sushis.


Pelas pesquisas realizadas, avalie qual seu público-alvo e ainda pesquise em órgãos competentes quais as características dos clientes em um raio de 1 km (como renda per capita, classe social e outros).

O próximo passo é analisar os hábitos dos clientes, a frequência no restaurante de comida japonesa em quais dias da semana, interesse por lançamentos, etc. Essas informações serão tiradas das pesquisas já realizadas e serão agora analisadas.


Localização de um restaurante de comida japonesa

Se aqueles que são considerados o público-alvo não aceitam bem a ideia arrojada de ter na vizinhança um restaurante de comida japonesa, então mude de localização, pois o restaurante só obterá sucesso com a aceitação do público-alvo. Instalar um resturante constitui custos altos, portanto, não se pode errar na localização.

Concorrência de um resturante de comida japonesa

Supondo que a localização encontrada para montar o restaurante de comida japonesa tem previsão de que seja frequentada, mesmo que em longo prazo, e que há possiblidades de clientela. Então o próximo passo é conhecer os concorrentes, o que eles oferecem? Comida japonesa? Outros cardápios?

Se não for comida japonesa então ótimo, pois o restaurante estará oferecendo algo que só ele tem e as chances de ser frequentado por aqueles que optaram por um cardápio oriental crescerá.

O restaurante tem concorrentes que oferecem também comida oriental? Então pesquise do concorrente qual o cardápio, quais os pontos fortes e fracos, qual a apesentação do estabelecimento e qual as formas de pagamento desse concorrente.

E prepare-se para um Marketing de Ataque.

Estrutura de um restaurante de comida japonesa

Um restaurante de comida japonesa deve ter uma estrutura com cozinha bem aparelhada, um espaço para recepção dos clientes na entrada e depois vem o espaço com mesas e cadeiras.

Alguns restaurantes ofercem os pratos que são preparados nas mesas dos clientes, outros que oferecem salas privativas com tatumes e mesas próximas ao chão, como é costume no Japão. Este tipo de estrutura com salas reservadas para famílias ou casais tornam a estruturação mais cara, mas se os empresários puderam investir em salas privativas, isso representará um diferencial e as salas serão 5 ou 10% mais caras, cobradas pela taxa de reserva.

Cardápio de um restaurante de comida japonesa

A comida japonesa é constituída de pratos como peixes, frutos do mar, sushis, bolinhos e outros. Esteja sempre atento ás novidades da culinária japonesa e treine o pessoal para que cada vez mais possuam habilidades no preparo de comidas japonesas.

Avalie o cardápio oferecido no restaurante de comida japonesa, pois alguns pratos quase não saem e não têm muita aceitação. Portanto, pesquise quais os pratos que saem mais, que fazem mais sucesso, que têm mais pedidos e capriche nesses pratos.

Fornecedores do restaurante de comida japonesa

Os fornecedores irão fornecer desde mesas até guardanapos. Pesquise fornecedores que têm os melhores prazos, preços e condições de pagamento.

Mas o fator crítico de sucesso para o restaurante de comida japonesa são os forncedores de peixes, frutos do mar e outros ingredientes, pois os alimentos devem estar fresquinhos, higiênicos e chegar no momento em que os cozinheiros necessitam.

Gestão de fornecedores em um restaurante de comida japonesa

Esse assunto merece atenção,pois fornecimento de materiais de qualidade dão como resultado pratos de qualidade e em consequência a casa cheia de clientes.

Portanto,não erre tenha um sistema com três bons fornecedores para um mesmo ingrediente,pois se um falhar outro pode vir no lugar no momento necessário.

Alguns sistemas de integração são tão bons que vêm com a lista negra de forncedores em que não se pode confiar.

Automação de um restaurante de comida japonesa

Automatize seu restaurante de comida japonesa com software de contabilidade, finanças, estoques, controle de caixa efiscal  por um preço em conta (alguns sistemas já vêm com todos essses requisitos integrados).

Conte com um sistema de reservas de mesas informatizado e, além da ajuda  da informática, os sistemas de reserva devem ter profissionais competentes e que atendem bem os clientes para que não percam as ligações telefônicas e que agendem tudo direito, conforme a política do restaurante.

Pessoal de um restaurante de comida japonesa

Tenha um pessoal experiente na culinária japonesa, que realize um bom atendimento e ainda esteja sempre pronto a aprender; que aceite disciplina  e treinamento quanto a novos processos.

Treine sempre seu pessoal com bons hábitos de atendimento, saúde, segurança e higiene para o seu restaurante de comida japonesa.

Investimentos de um restaurante de comida japonesa

Os empresários investirão em imóvel de compra ou locação, adequação da estrutura, decoração e outros. Além disso, para o restaurante de comida japonesa são necessários equipamentos para cozinha que acompanhem a tecnologia para utensílios de preparo de alimentos.

Os gastos gerais serão na montagem de uma cozinha industrial, eem esquecer os gastos com divulgação e marketing. Despesas com material de escritórios, limpeza para cozinha e banheiros, entre outros, também estão inclusos. Além disso, perdas e desperdícios também devem ser considerados, assim como cancelamentos.

A gestão de custos deve considerar investimentos, custos fixos e variáveis e ainda gastos com desperdícios. Portanto, treine seu pessoal a não desperdiçar com excesso de ingredientes na elaboração e testes dos pratos que acabam indo para o lixo. Cuidado na utilização de água e energia, uso de gás e outros.

Para montar um restaurante de comida japonesa é necessário avaliar todos o processos, desde aquisição do local ideal até a gestão do restaurante, considerando custos e lucros, e ainda com  a preocupação de fidelizar o cliente, encantando-o sempre.

Com informações do site Novo Negócio

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Alimentação está entre os líderes de oportunidade de negócio





As oportunidades de negócio seguem a tendência de mudança de consumo da população. De acordo com o a pesquisa Cenários 2020, que foi realizada pelo SEBRAE em São Paulo, em todas as classes sociais os gastos com habitação e alimentação lideram o consumo de serviços e comprometem, em média, 36% e 19%, respectivamente, das despesas de consumo das famílias.

“É importante observar que os setores que demonstram maior crescimento de consumo das famílias também são os que têm maior oferta. Assim, quem optou por empreender nestes segmentos precisa estar atento ao mercado pela forte concorrência que vai enfrentar. Neste caso, planejamento e inovação são questões cruciais para a sobrevivência deste negócio”, observa o superintendente do Sebrae, Bruno Caetano.

Considerando o consumo das famílias, no estado de São Paulo, a população tem como principal despesa a habitação, transporte, alimentação e assistência à saúde, com diferentes participações, dependendo da classe de rendimento. O estudo aponta que na medida em que a renda sobe, observa-se uma diversificação no consumo das famílias, com um aumento claro no consumo de serviços.
 Considerando a pesquisa de orçamentos familiares (POF), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o peso maior no orçamento das famílias da classe A, com renda média acima de R$ 8 mil, está nos setores de habitação (31%), transporte (25%) e alimentação (15%). As famílias desta classe também consomem, mais que a média, os serviços de saúde (8,6%), Educação (6%) e Recreação e Cultura (2,6%). “Isto ajuda a explicar o grande número de lanchonetes, minimercados liderando o número de micro e pequenas empresas (MPE) do segmento de serviços”, destaca Pedro Gonçalves, consultor do Sebrae.

Nas classes D e E, com renda inferior a R$ 700, os gastos com habitação são bem fortes, ocupando quase a metade do orçamento (45%), seguido pela alimentação (24%), com índice também acima da média. Essas classes de consumo seguem o “Critério Brasil”, da Associação Brasileira de Empresas de Pesquisas (Abep).