quinta-feira, 6 de novembro de 2014

7 características de um profissional de sucesso


Especialista identifica sete características comuns a empreendedores bem-sucedidos e profissionais de resultado na orientação de suas carreiras

Luiz Fernando Garcia, psicoterapeuta e CEO da Cogni-MGR, em seu livro Pessoas de resultado - o perfil de quem se destaca sempre, elaborou perfis comportamentais extraídos de mais de 1.200 entrevistas, das quais foram selecionados 188 perfis (cerca de 15% do universo mapeado), nos quais identificou grande número de personalidades que definiu como sendo de "pessoas de resultados", ou realizadores.

Garcia observou que 93% dessa amostra tinham em comum sete características que derivavam da vivência e do perfil natural de cada um e que podem ser trabalhadas para a construção de uma conduta orientada para resultados. São elas:

Visualização - antes de enfrentarmos determinada situação ou perseguirmos certos objetivos é necessária a construção de operações mentais que gerem a visualização de resultados, ou seja, uma imagem mental que inspire nosso trajeto baseada nos recursos de que dispomos e evite que nossas ações sejam baseadas em tentativa e erro.

Superação de desafios - Não há desafio sem a possibilidade do fracasso, o que é diferente de uma idealização inatingível. Durante o processo de conquista de um objetivo haverá situações que fogem de nosso controle e geram desconforto. Tais situações devem ser encaradas como estímulos às conquistas. Caso não haja o desafio, estaremos seremos profissionais cumpridores de tarefas.

Manutenção do foco - No processo de empreender ou desenvolver algo novo, é possível que a diversidade de informações, experiências e objetivos buscados desviem nosso foco. Neste caso precisamos eleger um caminho único para não perdermos a referência de nossa própria identidade, ou seja, a capacidade de sermos reconhecidos por qualidades específicas nossas ou pelo que realmente queremos fazer. É preciso saber dizer não para ideia que possam parecer boas, mas que desviem demais do caminho traçado.

Criação de mapas de percurso - Quando elegemos algo a ser feito, devemos dar-lhe uma estrutura cognitiva que organize e sistematize de forma que faça sentido o caminho rumo a um objetivo maior. Para Luiz Fernando Garcia construir mapas de percurso é importante por ser a melhor forma de inibir a improvisação. O planejamento construído através de planos de ação nos ajudam na construção de um mecanismo mental que permita a cobrança de que o pensado seja posto em prática.

Expectância e drive - Expectância é a capacidade que temos de gerar expectativas nas pessoas e mantê-las. É a característica que permite a sustentação de um propósito que envolva outras pessoas e que permita a criação de vínculos entre elas e nossos objetivos. À manutenção da expectância, ou seja, à pro atividade, iniciativa e ao direcionamento de nossas energias para o que precisa ser feito - de forma prazerosa ou não - chamamos "drive". Luiz Fernando Garcia entende que a capacidade que alguém tem de alcançar algo está diretamente ligada não só a fazer aquilo que gosta, mas a dirigir seu destino fazendo coisas desagradáveis quando necessário.

Tolerância e incerteza - O medo de que alguma coisa dê errado inibe nossa capacidade de nos colocar em situação de risco. O profissional de resultado não espera que a receita do sucesso fique pronta, ele coloca a prova suas capacidades e convicções buscando a realização de seus objetivos. Se errar, terá a certeza de que há um caminho a menos para trilhar e buscará novas possibilidade de acerto para chegar onde quer.

Autorreforço para a autoestima - Devemos encontrar formas de nos recompensar sem culpa. Quando nos premiamos, nossa natureza instintiva registra de alguma forma que valeu a pena todo o esforço feito para chegar até ali. O auto-reforço é a capacidade de gozarmos dos benefícios concedidos pela nossa trajetória entendendo que aquilo é o reconhecimento pelo esforço realizado.

Fonte: Administradores 


quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Brasileiro faz sucesso nos EUA com smartphones de baixo custo

"No primeiro ano, vendemos 70 mil aparelhos, mas em 2013 foram 8 milhões", disse o fundador, que agora conta com faturamento de U$ 320 mi


Apesar de fãs da Apple e da Samsung se enfrentarem em discussões sobre quem é melhor ou passarem horas em filas, ansiosos pelos produtos, muitos compradores ainda buscam a qualidade de um bom smartphone sem precisar pagar os altos preços de um Galaxy ou iPhone. A líder do mercado chinês, por exemplo, é a Xiaomi, fundada em 2010, que conseguiu destronar nomes como Sony e LG e se tornar a 5ª maior fabricante de smartphones do mundo.

Outro exemplo é a BLU. Apesar de ter sede em Miami, nos EUA, seu fundador é Daniel Ohev-Zion, nascido em São Paulo, na Barra Funda. Após se mudar para os EUA em 1981, para trabalhar com o comércio de eletrônicos, vendendo filmadoras e videocassetes. Em 1994 passou a vender celulares, até a crise de 2008, quando viu que poderia aproveitar as pessoas que não estavam ligadas a operadoras e não tinham como pagar os altos preços dos aparelhos desbloqueados.

Assim nasceu a BLU. "No primeiro ano, vendemos 70 mil aparelhos, mas em 2013 foram 8 milhões", contou Daniel a O Globo. "Este ano a projeção é vender 15 milhões de celulares", completou.

Mesmo com o faturamento de US$ 320 milhões em 2013, Daniel mantém a humildade e simplicidade de um negócio familiar: a esposa e os três filhos trabalham na BLU. O mais velho, Samuel, se tornou o diretor executivo da empresa. Ao todo são 300 funcionários no escritório localizado no centro de Miami.

"Quando chegamos nos EUA, não tínhamos familiares aqui, um tinha que cuidar do outro. Nós criamos esse ambiente e o mantemos na empresa. E isso é positivo para os nossos produtos. Uma grande fabricante, como a Samsung, faz várias reuniões para tomar uma decisão. Aqui, o funcionário bate na minha porta e fala comigo", diz Ohev-Zion.

O desenvolvimento dos projetos dos aparelhos é da BLU, mas a fabricação é chinesa, assim como as gigantes do mercado. Ainda que pague um pouco mais caro por causa das encomendas menores, utilizando os mesmos componentes das concorrentes, consegue oferecer o produto final a um preço mais atraente por causa dos baixos custos operacionais.

"Os nossos custos operacionais são muito menores. Os US$ 14 bilhões que a Samsung gasta por ano em marketing estão embutidos no preço do telefone", diz Daniel.

Comercializada em 45 países, a BLU ainda é pouco conhecida pelo público brasileiro. A empresa passou a distribuir seus aparelhos por aqui há poucos meses e apresenta dificuldades em negociar com grandes varejistas. Com portfólio extenso (33 modelos, entre celulares comuns e smartphones), o preço fica bem abaixo do da concorrência.

Com informações de O Globo







terça-feira, 4 de novembro de 2014

Dois em um: empresa cria carrinho de bebê que é também uma bicicleta

Quando o adulto acaba de pedalar o Taga pode ser dobrado para virar um carrinho comum

Para unir o útil ao agradável e deixar a vida de pais e mães mais ativa e flexível, a Taga Bike criou um carrinho de bebê que é também uma bicicleta. Depois de quatro anos de estudo, a empresa, formada por integrantes de diversos países chegou ao modelo que hoje já está sendo comercializado.



O objetivo desde o começo era oferecer praticidade, conforto e segurança para pais e bebês e de quebra incentivar o uso da magrela como meio de transporte.

A novidade é equipada com três rodas de aro médio e a cadeirinha para acomodação da criança fica bem na frente de quem está pedalando. Assim, o adulto pode estar sempre se certificando que está tudo bem e a criança tem a mesmo vista de quem pedala.


Quando a bicicleta deixa de ser usada, o Taga pode ser 'dobrado' com a roda traseira passando para a frente e o equipamento pode ser empurrado como qualquer carrinho de bebê tradicional.

A Taga Bikes submeteu a invenção a testes de qualidade nos EUA, Europa e Austrália e garante que a invenção é totalmente segura. O carrinho/bike está pode ser comprado pelo site da Taga Bike, por 1.495 dólares, aproximadamente R$ 3.400



Fonte: Catraca Livre 

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Veja 10 dicas de empreendedorismo do dono da maior franquia do país

Criador da maior rede de franquias do Brasil –O Boticário, de acordo com o ranking anual da ABF (Associação Brasileira de Franchising)–, Miguel Krigsner, 62, é visto como um exemplo de empresário de sucesso por muitos empreendedores.

O Grupo Boticário –que também engloba as marcas Eudora, Quem disse, Berenice? e The Beauty Box– fechou o ano de 2013 com mais de 3.600 lojas no país. Praticamente o dobro de unidades da segunda colocada no ranking da ABF, a Unepxmil 48Horas, franquia de rastreamento veicular, que contabilizada quase 1.800.


CONHEÇA A HISTÓRIA DA FRANQUIA


O faturamento acima dos R$ 8 bilhões no varejo, divulgado pela empresa, também é motivo de comemoração para Krigsner.

Para ajudar empreendedores a tirarem a ideia de negócio do papel em 2014, o empresário listou, a pedido do UOL, dez dicas para criar um negócio de sucesso.

1. Escolha um ramo do qual goste
Segundo Krigsner, o empresário precisa ter paixão pelo que faz e ser feliz no dia a dia da empresa, afinal a maior parte do tempo será dedicada a ela. "Eu gosto muito de empreender e do segmento em que atuo. Acordo todo dia com vontade de trabalhar", diz.

2. Tenha um diferencial
Para o fundador da rede O Boticário, ter um diferencial competitivo é fundamental para que pequenas empresas consigam fazer frente às grandes. E não precisa ser algo inovador, segundo ele. Atender bem o cliente, cumprir prazos e oferecer produtos de qualidade são pontos que podem fazer um cliente se tornar fiel ao negócio.

3. Assuma riscos
Empreender é uma atividade de risco, segundo Krigsner. Por isso, é preciso sempre se planejar e calcular cada passo da empresa para minimizar as chances de fracasso. "É preciso coragem para assumir riscos e enfrentar as dificuldades, principalmente no início", afirma.

4. Valorize a equipe
Nenhum empresário alcança o sucesso sozinho, ele precisa de uma equipe que faça o negócio a prosperar. Segundo Krigsner, é importante que todos os funcionários envolvidos nas conquistas da empresa sejam reconhecidos, valorizados e estimulados a permanecerem na corporação.

5. Seja transparente
A credibilidade de uma empresa se constrói com honestidade e transparência, de acordo com o criador da rede O Boticário. Prometer apenas o que pode ser cumprido e não subestimar clientes e fornecedores são algumas atitudes que podem contribuir para a construção de uma imagem sólida.

6. Tenha visão de negócio
Segundo Krigsner, o empreendedor precisa olhar à frente, ter clareza de onde quer chegar. Ele precisa ter objetivos e metas claras e não enxergar o negócio apenas como um ganha-pão.

"Nunca me passou pela cabeça que O Boticário chegaria aonde chegou. Mas sempre me passou pela cabeça o sonho de fazer algo grande", declara.

7. Preocupe-se com a comunidade
Uma empresa, no entanto, não deve ser focada somente em resultados financeiros, segundo Krigsner. É preciso considerar o impacto causado na comunidade e pensar em formas de melhorar a vida dessas pessoas.

8. Aperfeiçoe-se com o tempo
Para Krigsner, o empresário não pode parar no tempo e deve investir no aperfeiçoamento pessoal.

"Não existem fórmulas prontas para o sucesso, mas o empreendedor tem de buscar informação e usar a própria experiência no mercado para melhorar o negócio e fazer a empresa crescer", diz.

9. Levante-se após um tombo
Para o criador do Grupo Boticário, um empresário deve ter a capacidade de se levantar após um tombo e retomar o curso do negócio. Segundo ele, nem todas as ações de um negócio são bem-sucedidas e, por isso, é necessário avaliar os erros e recomeçar de uma maneira diferente.

10. Tenha paciência
É normal que um empreendedor, especialmente no início do negócio, espere resultados e lucro rápidos. No entanto, Krigsner diz que prosperidade, maturidade e experiência vêm com o tempo.

"Uma empresa sólida não é construída de uma hora para outra. É preciso ter paciência para entender e aceitar isso como um processo natural."

Fonte: Uol (Economia)

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Satisfação = Resultado - Expectativa


É um erro muito comum dos empresários prometerem o que sabem que não podem cumprir. Eles agem dessa forma porque acreditam que quanto maior for à expectativa criada, maior será a demanda em cima dos seus produtos e serviços

Eis aqui uma das fórmulas mais fáceis, e ao mesmo tempo mais mal compreendidas, do mundo da administração.

SATISFAÇÃO = RESULTADO – EXPECTATIVA

Ela basicamente nos diz que a SATISFAÇÃO de um cliente é gerada pelo RESULTADO atingido após o consumo de um determinado produto ou serviço, menos a EXPECTATIVA criada sobre ambos em um período anterior a esse consumo.

Calma que eu explico.

Imagine que você precisou viajar a negócios e acabou de chegar a uma cidade completamente nova. Como você não conhece quase nada, e também tem pouco dinheiro no bolso, resolve escolher um restaurante de esquina com um visual bem aquém do qual você está acostumado. Logo, a sua EXPECTATIVA inicial desse local será bem baixa, se fosse para dar uma nota, você daria nota 3.

Entretanto, ao entrar, você é super bem atendido, a comida é caseira, feita na hora, e não requentada do dia anterior, e a conta ficou muito mais barata do que você imaginava. Nesse caso, você julga que o RESULTADO dessa experiência foi nota 8.

Dessa forma, a sua SATISFAÇÃO em almoçar nesse restaurante desconhecido obteve nota 5 (8 – 3), o que é considerado uma boa nota inicial para um lugar do qual você sequer conhecia.

Agora vejamos o inverso:

Imagine que você queira fazer uma surpresa para sua namorada e o local escolhido para o jantar romântico seja um restaurante super chique que te recomendaram. Nesse caso, a sua EXPECTATIVA inicial desse local será bem alta, algo em torno de 9.

Porém, ao sentarem-se à mesa, você nota que o garçom demorou minutos para notar a sua presença, demonstrando um descaso no atendimento. A comida demora a chegar, e quando chega, você percebe que o que está no seu prato é bem inferior ao que estava na foto do cardápio. Para piorar as coisas, a conta ficou muito mais cara do que você imaginava, visto a péssima experiência que você teve no local. Levando em conta toda essa situação, a sua nota para o RESULTADO dessa péssima experiência não poderia ser pior, nota 2.

Assim sendo, a sua SATISFAÇÃO com esse serviço (2 – 9) teve a péssima nota -7.

Agora que a equação foi explicada, vejamos o que de fato podemos aprender com ela.

É um erro muito comum dos empresários prometerem o que sabem que não podem cumprir. Eles agem dessa forma porque acreditam que quanto maior for à expectativa criada, maior será a demanda em cima dos seus produtos e serviços. Isso pode até ser verdade, desde que eles consigam cumprir com aquilo que prometeram, o que convenhamos, quase nunca acontece.

Como vimos nos exemplos anteriores, ao criar uma elevada expectativa, mas não conseguir entregar um resultado que a supere, a satisfação será desastrosa.

“Agora entendi, então basta eu não criar altas expectativas e entregar muito mais do que o meu cliente espera, assim a sua satisfação sempre será positiva e ele sempre voltará a comprar”

Errado! Se você não criar uma boa expectativa em cima dos seus produtos, os clientes nem irão procurar a sua empresa. O segredo está em manter um equilíbrio dessa equação e deixar sempre uma margem de segurança para superar as expectativas criadas.

A lição sobre esse assunto é bem simples: não crie falsas expectativas, não fique aumentando os atributos de seu produto, pois quanto maior a ansiedade de seu cliente pelo que foi prometido, mais difícil será para você satisfazê-lo.

Teste você mesmo essa equação com suas experiências e você verá que ela não falha.

Fonte: Administradores

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Por que tanto medo de fazer diferente?



Acabamos todos lendo os mesmos livros, usando as mesmas fórmulas, falando com as mesmas pessoas e tendo as mesmas ideias

Nossa cultura tem um caso de amor com o conformismo. Nosso país, como outros, foi feito por fugitivos que, mais que tudo, queriam pertencer a algo. Haviam perdido tudo em mudanças políticas e guerras, e queriam possuir as coisas sem chances de perdê-las novamente. Junte-se a isso a grande influência religiosa na nossa história e temos um vislumbre da aversão ao risco que nos domina.

É fácil perceber essa aversão ao diferente no modo como nos vestimos, nos comportamos e tratamos as pessoas de diferentes orientações sexuais, religiões, crenças e assim por diante. Também podemos olhar como algumas mudanças “simples" mundo afora parecem tão difíceis em nossa sociedade. Coisas que seriam “fáceis" de ser mudadas permanecem como são, em boa parte, na minha humilde opinião, pela nossa herança cultural de abraçar o conhecido e temer o novo (nada mais justo, sendo boa parte de nós herdeiros daqueles que perderam tudo antes de virem para cá).

Acabamos todos lendo os mesmos livros, usando as mesmas fórmulas, falando com as mesmas pessoas e tendo as mesmas ideias. Qual foi a última vez em que que você teve uma conversa com alguém de opinião completamente diferente à sua? Até nossos amigos são escolhidos por serem parecidos com nós. O pessoal do Google, Facebook e Amazon, entre outras, aprendeu isso faz tempo, nos mostrando cada vez mais conteúdo que vai de encontro aos nossos gostos, evitando aqueles diferentes do nosso “padrão”, contribuindo para arraigar ainda mais nossa percepção de mundo.

Não é à toa que muitos reclamam que as redes sociais têm ficado cada vez mais intolerantes…

Certa vez, li em um livro de um grande investidor que ao ter a ideia para um investimento, ele saia comentando com os colegas. Se as pessoas concordassem prontamente, ele jogava a ideia fora e começava de novo. Por que investir em uma ideia que qualquer um pode ter?

É o que gosto de chamar de fator “você deve estar louco”. Parto do princípio de que uma boa ideia pode ser simples e fácil de entender. As pessoas falam “hummm, isso pode ser bom” e depois perguntam como foi seu fim de semana. Uma grande ideia, em geral, não causa esse efeito. Pelo contrário, sei que posso ter algo realmente bom em mãos quando escuto “você deve estar louco” ao menos uma vez. Depois tentam convencê-lo de quão louco você está.

Ouvi isso algumas vezes na vida, como quando resolvi escrever um livro técnico sobre administração com vinte e poucos anos, como quando fui dar consultoria e sugeri que a empresa me demitisse, seguisse seu curso e parasse de gastar dinheiro com consultores ou, quando no auge da euforia da descoberta do pré-sal, resolvi vender todas as minhas ações da Petrobrás. Todo mundo acredita em uma coisa, você vai lá e faz outra. Deve estar louco mesmo.

Claro que em várias ocasiões eu estava certo, em outras errado. Ainda assim, as situações “você deve estar louco” foram as que me trouxeram mais resultados e aprendizado.

É algo comum que vejo em muitos executivos, empreendedores e executivos de sucesso. Geralmente, essas pessoas conseguem contar com total clareza os momentos “você deve estar louco” que mais marcaram suas vidas.

Quem nunca ouviu isso, com certeza teve um maior conforto mental. Dormiu tranquilo à noite, feliz, sabendo que aqueles à sua volta concordavam com ele.

Por outro lado, provavelmente, fez poucas coisas realmente interessantes.

Fonte: Administradores 

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Google lança Inbox by Gmail, novo app de e-mail para Android


O Google lançou nesta quarta-feira(22) um novo novo serviço de gerenciamento de e-mails, o Inbox by Gmail. De forma mais prática e interativa, ele permite aos usuários dos sistemas iOS, Android e do Google Chrome a organizarem melhor os seus e-mails e as tarefas do dia a dia. No entanto, o aplicativo está disponível apenas por convite.

O Inbox parece bastante com os serviços Mailbox, assistente de e-mails comprado pelo Dropbox e o Google Now, assistente pessoal do Google. Entre as funcionalidades, a nova ferramenta organiza melhor a caixa de entrada agrupando recibos e notas de pagamento, por exemplo, em um só local. Desta forma, o usuário pode configurar o Inbox para gerenciar as mensagens que desejar deixar juntas. O serviço destaca ainda as informações importantes como detalhes de voos reservados, lembretes de aniversários ou documentos e fotos enviados por amigos e familiares.
A função de lembretes é bastante interessante. Nela, há uma ferramenta de assistência, o “Assists”, que incluirá uma informação importante na sua lista de tarefas. Ao criar um lembrete de um jantar especial, por exemplo, o Assists exibe dados de telefone do local, horário de funcionamento etc. Além disso, a função “Soneca” silencia qualquer lembrete quando o usuário insere um determinado horário que gostaria de ser notificado.
Até o momento, o serviço é restrito. Para se registrar, o usuário pode pedir um convite para um amigo ou solicitar ao Google pelo e-mail inbox@google.com. Vale lembrar que o funcionamento do Gmail não foi alterado e continua funcionando da mesma maneira. O Inbox é apenas uma nova ferramenta para quem deseja organizar a caixa de entrada de forma mais inteligente
Confira abaixo o vídeo de apresentação feito pelo Google:



Fonte: TechTudo