segunda-feira, 1 de outubro de 2012
Confira 6 dicas para melhorar a contabilidade de sua empresa
Um empresário que deseja crescer no mercado deve saber sobre a situação econômico - financeira do negócio. Por isso que a contabilidade é um recurso poderoso na gestão de seu negócio. A boa análise contábil traz várias vantagens, entre elas estão melhor compreensão dos custos e das despesas da empresa, além da rentabilidade do capital investido, além de redução na carga tributária.
Através da orientação de um bom contador o gestor pode escolher o regime de tributação mais adequado para sua empresa em um determinado momento. Algumas indicações que também podem auxiliar o empresário são quanto ao nível de endividamento, se está adequado, e se o negócio está realmente dando lucro.
A seguir, você acompanha 6 dicas que vão lhe ajudar a melhorar a contabilidade de sua empresa:
Como escolher um escritório de contabilidade?
A internet sempre será aliada nesse campo, porém fique atento a localização, o escritório deve ser localizado na mesma cidade que a empresa. Valdir Pietrobon, presidente da Federação Nacional das Empresas de Serviços Contábeis (Fenacon) diz que a legislação contábil e as obrigações tributárias variam bastante de acordo com o local. Pesquise também por locais com boas referências, se informa sobre a opinião de outros empreendedores que estejam satisfeitos com o trabalho de sua contabilidade.
Encontrei um escritório. Como proceder?
Segundo Valdir é importante que seja realizado uma consulta no Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis (Sescon) do estado e avaliar e ver se o escritório é filiado. Uma consulta no Conselho Regional de Contabilidade (CRC) também é uma boa ideia para verificar se tanto a empresa como seus responsáveis estão devidamente inscritos e regulares no exercício das suas funções.
Quanto devo pagar de honorários?
A Fenacon sugere fazer um levantamento e orçar cada um deles considerando o custo-benefício, pois os valores podem variar muito. “O conceito de serviço é abstrato”, diz Pietrobon. “Existem alguns que fazem o básico e outros que vão além. O pagamento tem de ser proporcional ao serviço prestado.”
Como deve ser o acompanhamento?
O empresário deve ter um conhecimento sobre o assunto, conhecer os tributos e os encargos que incidem na atividade da empresa e acompanhar o recolhimento dos valores. A empresa contábil deve disponibilizar periodicamente ao empreendedor a certidão negativa dos principais órgãos (Receita Federal, Secretaria da Fazenda e Prefeitura Municipal). Isso prova que a empresa não possui pendências. Também é importante pedir o balancete com frequência.
O empresário também deve realizar reuniões frequentes com o seu corpo contábil. De acordo com Pietrobon, o acompanhamento ideal seria diário. Mas, como isso não é sempre possível, ele indica ao menos um encontro por mês. “Essa reunião é importante, nem que seja para tomar um café e ter um panorama geral de como andam as finanças. Isso agrega valor ao trabalho de ambos os lados”, afirma.
Com quem fica os documentos?
A documentação deve ser sempre guardada pela empresa,
A documentação que deve ser guardada pela empresa:
Documentos da constituição da empresa, como o registro de firma individual e/ou contrato social e os registros em todas as repartições fiscais, como o CNPJ e o alvará de funcionamento.
Também devem ser mantidos, depois de efetuados os devidos lançamentos fisco-contábeis, todos os documentos referentes à atividade. Eles devem retornar à empresa logo após sua utilização pela contabilidade:
• Notas fiscais de compras
• Despesas gerais (água, luz, telefone)
• Talonários de vendas
• Guias de recolhimento de todos os tributos
• Extratos bancários
• Livro ou ficha de registro dos empregados
• Registros de ponto dos funcionários, para averiguação do Ministério do Trabalho
A documentação que deve ser guardada pelo escritório de contabilidade:
• Contrato de prestação de serviço entre a contabilidade e a empresa
• Livros fiscais e contábeis
• Cópia dos documentos de constituição da empresa
• Cópia do livro ou ficha de registro dos funcionários
Quem deve pagar os impostos?
Contas jamais devem ser pagas pelo serviço contábil, essa função é da assessoria responsável pelos vencimentos da empresa, mas o empreendedor é que precisa cuidar disso. Se o empresário notar irregularidades no serviço de contabilidade, ele pode denunciar o escritório ao Conselho Regional de Contabilidade - CRC, fazer a rescisão do contrato e procurar outro profissional.
Com informações da Revista PEGN
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sexta-feira, 28 de setembro de 2012
Aprenda como planejar sua aposentadoria
Um bom empreendedor deve saber a hora de se aposentar, afinal nem todos querem trabalhar pelo resto da vida. O professor e coordenador do curso de ciências contábeis da Faculdade Santa Marcelina conta que essa aposentadoria deve ser planejada desde a abertura da empresa.
"O plano de aposentadoria tem que ser pensado desde o início da empresa. É um assunto que obrigatoriamente tem que estar na pauta do empreendedor. No entanto, ele só vai conseguir colocá-lo em prática após meados do segundo ano de negócio, que é quando ele, possivelmente, terá o retorno do investimento inicial", explica Reginaldo. "Além disso, os primeiros anos são cruciais para a estabilização da empresa. Por isso, o foco é fazer o negócio dar certo."
Investimentos
É aconselhável que o empreendedor tenha uma reserva de dinheiro que seja suficiente para abrir uma carteira de investimentos. Dessa forma ele consegue investir em fundos diferentes: uma parte em títulos de longo prazo, como ações, que são um perfil de investimento mais arriscado, e outra em títulos mais conservadores, como poupança e Tesouro Direto. A previdência privada também é uma boa forma de poupar para o futuro.
Às vezes não é possível fazer isso, com custos altos e pouco lucro fica difícil guardar alguma coisa, mas o empresário pode optar por investimentos mais conservadores, como a poupança que é livre de riscos, e o empreendedor pode sacar o dinheiro a qualquer hora através do cartão.
Poupar ou salvar o negócio
A crise é inevitável em qualquer empresa, e o empreendedor pode precisar do dinheiro investido antes de se aposentar, caso isso aconteça Reginaldo afirma que o empresário deve utilizar todos os recursos que possui para salvar a sua empresa, mesmo que tenha que usar o investimento da aposentadoria.
"Não adianta ele ter o dinheiro do futuro bem guardado e não conseguir sobreviver no presente. Se for necessário, ele pode e deve reaver investimentos que possam salvar a empresa de um período de crise", completa.
Com informações do Terra
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quinta-feira, 27 de setembro de 2012
Pesquisa demostra que o mercado de restaurantes e lanchonetes é o segmento que mais emprega no Brasil
O tradicional arroz e feijão está sendo trocado por pratos sofisticados, ou até mesmo pelo fast food, e quem ganha com isso é o setor gastronômico. Uma pesquisa realizada recentemente pela Central Mailing List, empresa especialista em banco de dados, revela que o Brasil possui 222.358 empresas no ramo alimentício.
A pesquisa da revelou que em 2011 foram abertos 18.399 restaurantes no país. O Amapá foi o estado que mais inaugurou empresas, foram 130, ao todo. Já os paulistas são os que mais possuem opções gastronômicas, foram registrando 55.459 estabelecimentos.
As regiões Norte e Nordeste são as que mais crescem no segmento, se comparadas ao ano de 2011. O estado do Amapá foi o campeão, lá o crescimento foi de 21,35%. Em seguida, vem Pará (17,40%), Piauí (16,55%), Acre (16,19%), Paraíba (15,29%) e Roraima (15,22%). São Paulo está abaixo dos 10% na taxa de crescimento, ficando no 24º lugar (7,68%).
A baixa na pesquisa é referente à grande quantidade de restaurantes e lanchonetes que São Paulo possui, e por este motivo, fica cada vez mais difícil encontrar um ponto disponível, segundo dados da pesquisa.
O segmento de alimentação é um dos que mais emprega no Brasil, independente da ocupação, a pesquisa também mostrou que, em média, 876.346 brasileiros trabalham no ramo da alimentação com registro em carteira. Só no estado de São Paulo, a taxa correspondente é de 27,63% funcionários atuando neste segmento. Rio de Janeiro e Minas Gerais também estão no ranking das contratações.
"Sair para comer fora não é mais um programa para o fim de semana, ou para comemorar datas especiais. A grande mudança no dia a dia da população contribui significativamente para esta mudança na rotina de cada brasileiro", revela Marcos Rodrigues, diretor da Central Mailing List.
Com informações do site Administradores
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quarta-feira, 26 de setembro de 2012
Aprenda agora como controlar os gastos em seu restaurante
Manter um restaurante é rentável, mas difícil, por isso o empreendedor deve saber administrar bem e controlar os custos de seu negócio. Esse aspecto é fundamental e se não for levado em consideração pode ser desastroso, por isso a seguir você encontrará 10 dicas para controlar os custos dos negócios, tentando oferecer uma ferramenta para medir até que ponto é cada estabelecimento, veja quais ações estão sendo feitas e quais precisam ser implantadas.
1. Saber identificar e conhecer todos os custos, fixos e variáveis, do estabelecimento.
2. Sempre mantenha atualizada as receitas padrão para todos os pratos presentes no menu.
3. Conheça todos os negócios da informação, com especial atenção para a declaração de renda e ponto de equilíbrio.
4. Controle de ordens mediante solicitação, aquisição, recebimento e armazenamento.
5. Durante o processo, controlando a adaptação às receitas, porcionamento e resíduos.
6. Saber exatamente o encolhimento de diferentes materiais no processo, aplicando o fator de correção.
7. Estabelecer um consumo eficiente de controle interno de gravação, incluindo o pessoal de alimentos e consumo próprio ou autorizado pelos proprietários.
8. Sejam ordens de estrito controle usando comandas, pré-numeradas e atribuídas a cada servidor a ter um conhecimento profundo de vendas.
9. Estabelecer controles adequados para evitar o roubo.
10. Fazer um preço correto. Faça uma pesquisa de mercado, analise seus concorrentes, local e redondezas, considere tudo antes de chegar ao preço final.
Não existe uma fórmula mágica do sucesso, mas a experiência mostra que a preparação e o controle feito nos custos das empresas que podem melhorar significativamente a sua rentabilidade, trazendo assim, o sucesso de sua empresa.
Com informações do site reducaocustos.blogspot.com.br
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terça-feira, 25 de setembro de 2012
Selecionamos 10 dicas para você administrar melhor seu negócio
Pequenas empresas que adotam padrões de gestão têm maior lucro, são menos endividadas e investem mais. É o que mostra um estudo feito pela Serasa Experian, a pedido da Fundação Nacional da Qualidade - FNQ. Segundo a pesquisa, as empresas que utilizam o Modelo de Excelência da Gestão - MEG, disseminado pela FNQ, registraram margem Ebtida de 19,9% em 2009 contra 14,6% das que não adotam o modelo. Elas também apresentaram menor nível de endividamento total sobre o patrimônio líquido (107% contra 116%) e aumentaram seus investimentos em 11,4% no ano, contra 8,2% de aumento registrado nas demais empresas do mesmo segmento de atuação.
“A sobrevivência das pequenas empresas depende da sua capacidade de competir no mercado. Ao identificar suas principais necessidades, a empresa consegue adotar um sistema que aprimore sua gestão, aumente sua competitividade e proporcione mais chances de sucesso”, destaca o diretor executivo da FNQ, Ricardo Correa.
Confira a seguir 10 dicas do executivo para administrar melhor seu negócio, aumentando suas chances de sucesso
1. Faça um planejamento estratégico
Estabeleça estratégias para alcançar os objetivos da empresa, levando em conta informações relativas a clientes, mercados, fornecedores, colaboradores, sua capacidade de prestar serviços, produzir e vender. “Isso permite posicionar a organização de forma competitiva e garantir a sua continuidade”, garante Correa. Não basta fica só no planejamento. O próximo passo é criar planos de ação, definindo responsáveis, prazos e recursos necessários para a execução de atividades que visam atingir as principais metas e estratégias.
2. Promova melhorias contínuas
Inovar nos produtos, serviços, processos e métodos de gestão é um passo fundamental para garantir o crescimento do negócio. Ouça as contribuições de colaboradores e busque informações no mercado, as fontes podem ser outras empresas, concorrentes, universidades, centros de pesquisa e associações, entre outras. “A implantação de um programa permanente de melhoria e busca pela excelência contribui para o aumento da competitividade da empresa”, ressalta Correa.
3. Controle o desempenho
A criação de indicadores e metas que permitam controlar as principais atividades e analisar o desempenho do negócio é essencial para garantir uma boa gestão. “Reuniões regulares com os dirigentes da organização são fundamentais para mensurar os resultados obtidos e tomar medidas corretivas, quando necessário”, aponta o diretor da FNQ. Os indicadores e metas devem contemplar as principais áreas da empresa, entre elas finanças, produção, vendas, fornecedores, clientes, colaboradores e questões ambientais.
4. Não descuide das finanças
Fique de olho no fluxo de caixa e tenha sempre um plano orçamentário para, no mínimo, um ano. Correa ressalta que essa é “uma boa estratégia para assegurar a disponibilidade de recursos para a compra de materiais e serviços, o pagamento de funcionários e despesas, além do investimento em equipamentos para comercialização, prestação de serviços, produção e entrega”.
5. Organize as informações
Informações necessárias para a execução das atividades da empresa, análise e condução dos negócios devem ser organizadas em um sistema padronizado, que inclua ferramentas e tecnologias eficazes para atender as necessidades dos colaboradores. “A empresa deve compartilhar as informações a fim de permitir a execução adequada das funções. Quando registradas e documentadas, essas informações possibilitam a continuidade das atividades em caso de substituição de profissionais”, recomenda Correa.
6. Fique de olho na concorrência
Obtenha regularmente informações comparativas de outras empresas do mesmo segmento. “Essa prática é funcional para estimular as organizações a adotarem novas práticas e métodos de melhoria dos serviços, produtos e processos”, explica o diretor da FNQ.
7. Ouça os clientes
Organizar a carteira de clientes, agrupando-os por perfis similares, permite ao empreendedor identificar melhor suas necessidades e formatar serviços e produtos mais adequados para atendê-los. “Considerando as diferenças de cada cliente, é possível divulgar e oferecer produtos e serviços no canal mais adequado para atingi-los e despertar o interesse”, explica Correa. Promover avaliações periódicas de satisfação e criar canais adequados para ouvir as reclamações e sugestões também é importante. “É a melhor forma de identificar oportunidades de melhoria”, diz o especialista.
8. Gerencie os colaboradores
Defina claramente as funções e responsabilidades dos colaboradores, deixando claro a participação de cada um para o sucesso do negócio. Também é importante oferecer capacitação aos colaboradores, criando planos de treinamento. “A organização deve ajudar a desenvolver as habilidades e conhecimentos dos colaboradores para exercer as atividades diárias”, afirma.
9. Promova a qualidade de vida
Adote ações que garantam o bem-estar e a satisfação dos colaboradores, oferecendo benefícios adicionais aos exigidos por lei, como confraternizações e áreas de lazer. “Criar um ambiente mais participativo e agradável é essencial para proporcionar motivação para a realização do trabalho”, diz Correa.
10. Invista em responsabilidade social e ambiental
“Mais do que nunca, é importante estar atento ao consumo consciente, com o uso controlado de água, energia elétrica e papel, bem como o descarte correto de sobras de produção, lixo, lâmpadas fluorescentes, cartuchos de impressora e embalagens”, afirma Correa. Prestar atenção aos danos que as atividades e instalações da empresa causam ao meio ambiente é essencial. Promova também ações e projeto sociais, conscientizando e envolvendo os colaboradores. “Dessa forma, é possível contribuir para o desenvolvimento sustentado da organização e do país”, destaca o executivo.
Com informações do Site Exame.
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segunda-feira, 24 de setembro de 2012
Aprenda a planejar as férias de sua equipe e evite dores de cabeça para você e sua empresa
Todo funcionário sonha com o período de férias, mas o empresário deve ter cuidado para que esse sonho do funcionário não se transforme em seu pesadelo. Dora Ramos, contadora e fundadora da Fharos Assessoria Contábil, de São Paulo diz que é necessário realizar um bom planejamento no começo de cada ano. Conforme o fluxo de entrada e saída de colaboradores, a empresa deve ir ajustando esse cronograma anual.
Para criar esse planejamento o empregador deve se basear no tempo de trabalho de cada funcionário e considerar os períodos em que a empresa necessita da equipe completa e as despesas que terá se o funcionário sair de férias.
Férias a cada 12 meses
Segundo a lei um colaborador tem direito a férias após 12 meses de trabalho, mas o patrão pode dar ao funcionário um descanso em até 23 meses. Passado este prazo a lei o obriga apagar o valor das férias em dobro.
Segundo José Geral Recchia, sócio da Caliper, empresa especializada em gestão de pessoas, de Curitiba, é importante que os funcionários tirem férias o quanto antes. Assim, o empreendedor, segundo ele, não corre o risco de, eventualmente, se esquecer das férias e ainda terá empregados mais produtivos. "O funcionário precisa descansar. Quanto mais tempo ele trabalhar sem férias, menor será a sua produtividade e motivação para com suas atividades profissionais", esclarece.
Conforme a CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) o trabalhador tem direito a 30 dias de férias. Esse período só pode ser tirado todo de uma vez, embora o funcionário possa vender 10 dias de suas férias a empresa.
O calendário da equipe
As necessidades da empresa que devem pautar esse calendário. Nos meses que o trabalho é mais intenso é importante que todos estejam presentes (por isso o planejamento anual citado acima é importante). Para Dora o empresário que discute com os funcionários este calendário só tem a ganhar.
"Quando o empreendedor decidir fechar o calendário, é importante que ele consulte a equipe. Ás vezes, ele planeja um período de férias para um funcionário que queria outro. Isso vai desmotivar a pessoa. Se tem como ser negociado, o melhor é partir para este lado", aconselha a contadora.
Funcionário temporário ou interino?
O colaborador sai de férias, mas a empresa não, pensando nisso o empregador deve saber logo quem vai suprir essa falta. "O mais comum é que outro funcionário acabe atribuindo as funções de quem está de férias", afirma José Geraldo. Segundo ele, é importante que o empreendedor coloque na balança o que vale mais a pena. "Esse colaborador que vai ficar com duas funções, provavelmente, terá a qualidade de trabalho diminuída", alerta. Para o consultor, uma maneira de fazer a prática dar certo é pagar as horas extras feitas por esse funcionário que trabalhou mais para suprir a demanda ou adotar o banco de horas.
Outra ideia é a contratação de um funcionário temporário. Segundo o Ministério do Trabalho essa contratação só pode ser feita por agências especializadas. E este funcionário tem os mesmos direitos de todos os outros.
As despesas
O empresário deve planejar com cuidado as despesas no ano que ele terá com férias de funcionários. Quando um colaborador sai de férias, ele recebe o salário adiantado mais um terço referente ao abono pecuniário. Se a remuneração bruta for, por exemplo, de R$ 1 mil por mês, ele vai receber esse montante mais R$ 300 de abono. E o empregador deve ter essas contas na ponta do lápis de cada um dos seus funcionários que ainda deve incluir aqueles que querem vender 10 dias de férias. Nesses casos, o empreendedor também deve prever mais um terço do salário. O valor , no entanto, só será pago quando o funcionário retornar das férias.
Com informações do Terra
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sexta-feira, 21 de setembro de 2012
Aprenda a estimar corretamente o preço pelo produto ou serviço oferecido
Na hora de abrir um negócio todo empreendedor deve ter em mente o preço que ele deseja estipular para o produto ou serviço que vai ser oferecido por sua empresa. Porém antes de fazer isso, você deve ter atenção a algumas coisas, pois se não houver planejamento pode haver dores de cabeça.
"Realmente é muito difícil formatar preços, é quase uma arte. Mas com algumas premissas é possível chegar a um bom valor", afirma José Eduardo Amato Balian, professor de Economia da ESPM, São Paulo. Ele diz que o cálculo deve ter como base não só o lucro, mas também todos os custos da empresa, quaisquer que sejam.
Custo e lucro
"O custo é o primeiro passo. A ideia é que ele consiga no mínimo cobri-lo", orienta o professor. Quando for calcular valor do custo, o empresário deve estar ciente aos gastos que a primeira vista podem parecer invisíveis, como taxas de entrega, armazenamento, impostos e encargos (inclusive os anuais).
Conceitualmente a margem de lucro é o que sobra do valor da venda, menos o custo da mercadoria, do trabalho e das despesas fixas e variáveis. O lucro deve remunerar o capital investido e o mínimo desejável é de 2% a 4%.
Preço de mercado
Se o empreendedor quer um valor justo para o cliente e que traga retorno ele deve realizar antes pesquisa sobre o mercado, concorrência, público e assim gerar um preço de mercado. "Ele precisa analisar quanto os concorrentes cobram para ter uma referência de quanto ele deve cobrar", aconselha José Eduardo.
Terminado isso, você deve analisar o serviço ou produto que sua empresa irá oferecer. Você pode anunciar o mesmo produto de várias formas diferentes para diversos tipos de públicos. Um exame médico, por exemplo, tem um valor. Se você vai retirar é um, se você recebe em casa é outro. O serviço adicional deve ser cobrado mais caro", exemplifica José Eduardo.
Produto ou serviço intelectual
Caso o produto ou serviço que você irá oferecer seja “intelectual”, o valor final deve levar em consideração o valor cobrado pela concorrência e o número de horas trabalhadas. "Serviço intelectual é mais complicado. O profissional deve levar em conta as horas dedicadas, e, em função disso, fazer um dimensionamento como se fosse um produto qualquer", orienta José Eduardo.
Com informações do Terra
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