quinta-feira, 17 de maio de 2012
Franquias comandadas por mulheres faturam mais
Parece que não só o número de mulheres à frente de franquias aumentou no último ano, mas também o faturamento de suas empresas. De acordo com um recente levantamento da Rizzo Franchise, as franquias lideradas por profissionais do sexo feminino cresceram 11% em 2011, na comparação com o ano anterior. O mesmo ocorreu com a receita de faturamento de suas empresas, que tiveram uma alta de 34% em relação as franquias lideradas pelo homens.
Razões para o sucesso Para justificar o melhor desempenho das franquias femininas, o estudo cita o fato desse público apostar mais nos programas de treinamento. Segundo a Rizzo Franchise, enquanto elas adotam uma postura de aprendizado, os homens acham que já sabem demais. "Elas participam integralmente dos programas de treinamento e querem aprender. Já os homens, em contrapartida, adotam o eu já sei", diz o levantamento. O gerenciamento do negócio é também outro fator que parece contribuir para tal desempenho. "Enquanto os homens se ausentam e delegam as atividades para seus funcionários, as mulheres estão presentes no dia a dia do negócio", informa o estudo.
Com isso, fica mais fácil entender as razões de tanto sucesso. As preferidas Entre os setores preferidos pelas mulheres, a área de saúde e beleza é a que mais se destaca, representando 10.543 franquias em operação entre 2011 e 2012. Outros segmentos como o de acessórios pessoais e fast food também lideram a preferência desse público, atingindo a marca respectiva de 8.437 e 7.941 franquias em operação.
Fonte: InfoMoney
quarta-feira, 16 de maio de 2012
O cardápio é a imagem do restaurante
O cardápio tem função primordial em um restaurante – é um dos seus principais instrumentos de marketing. Veículo de informação, venda e publicidade, tem como finalidade auxiliar os clientes na escolha de alimentos e bebidas. Deve ser cuidadosamente planejado e elaborado, pois transmite a imagem do estabelecimento para o consumidor.
A carta de comidas ou menu, como pode também ser denominado o cardápio, pela sua importância, requer cuidados no seu planejamento e elaboração. É o primeiro elemento a ser pensado quando da decisão de se abrir um local para venda de comidas e bebidas. Esses critérios estão relacionados tanto à sua forma física quanto ao seu conteúdo.
Alguns fatores determinantes devem ser considerados na composição de um cardápio: os prováveis consumidores, as preferências regionais, a localização, o espaço físico, o ambiente, o orçamento, o tipo de serviço, o número de refeições, o horário de atendimento, os equipamentos, utensílios e mão de obra.
Um outro aspecto diz respeito ao equilíbrio na escolha das cores, formas, sabores, texturas dos ingredientes e temperos que irão compor os pratos a serem oferecidos, assim como o tipo de preparo, temperaturas, conhecimento das preparações e viabilidade das composições. A harmonia entre esses elementos diferencia um cardápio bem elaborado de outro que não chega a tanto.
A estrutura física do cardápio não é um ponto menos complexo. O formato das cartas e a sua apresentação, muitas vezes, podem ser aspectos de atração ou repulsa ao restaurante, normalmente, numa reação inconsciente do consumidor. Como um instrumento de informação, deve ser condizente com a proposta do restaurante e adequado ao tipo de consumidor alvo do negócio.
Muitos donos de restaurantes, no afã de ganharem mercado ou chamarem atenção dos clientes, deixam de tirar proveito de um cardápio adequado, eficiente, atrativo. Cardápios muito extensos, por exemplo, cansam e confundem o consumidor, além de exigirem um estoque maior, dificultando o trabalho do garçom e penalizando a qualidade do serviço, o controle de material e elevando os custos.
Pratos listados com fontes (letras) muito pequenas em locais com pouca luminosidade ou para um público que pode ter limitações visuais, dificultam a venda e aborrecem o cliente. Incluir produtos que estão frequentemente em falta também constitui falta grave. Cardápios muito grandes (como aqueles que, para serem lidos, é preciso que a cadeira vizinha esteja vazia) dificultam o seu manuseio. Ainda existem aqueles com elementos gráficos, em excesso, ou com cores não contrastantes, difíceis de visualizar.
O cardápio é um instrumento de venda e, como tal, deve facilitar a vida do restaurante, do garçom e do cliente. Entretanto, alguns estabelecimentos ainda falham na sua concepção, não tirando proveito do grande potencial que tem.
Com informações do site Bemtemperado.com.br
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terça-feira, 15 de maio de 2012
Saiba como proteger a base de dados da empresa
Hoje um dos principais desafios das empresas é a proteção de seus dados perante o mercado e seus colaboradores. Algumas medidas simples devem fazer parte da estratégia da empresa para evitar o acesso de pessoas indevidas aos seus dados e a fuga das informações do ambiente coorporativo.
O roubo de informações de uma empresa ou corporação muitas vezes provê de ataques hackers ou vírus, mas também é preciso ficar atento, pois outra forma de capturar informações confidenciais pode vir muitas vezes de onde menos se espera, por meio de alguns colaboradores mal intencionados que acabam tendo acesso a essas informações e as "roubando", denegrindo a imagem da empresa e também expondo estratégias desenhadas pela alta diretoria.
O aumento da segurança dos dados internos deve ser simples, de maneira que alavanque o negócio e não o contrário, um ambiente deve ser rastreável, mas sem impedir que os trabalhos diários sofram queda de produtividade.
Além disso, deve-se tomar bastante cuidado com a confidencialidade dos dados, que muitas vezes, podem ser "roubados" e passados para outras companhias e/ou pessoas, ato provocado pelos mal intencionados. A ZipCode preparou algumas dicas, as quais coloca em prática no seu dia a dia e está compartilhando, a fim de ajudar as empresas a tornar o seu ambiente e a suas informações cada mais seguras.
- Criar cultura interna: Desenvolver e comunicar aos colaboradores uma política empresarial, que reflita os princípios e sirva de referência a todos com o propósito de se estabelecer padrões de consciência coletiva e objetivos detalhados para a segurança da informação. A conscientização dos colaboradores é o melhor caminho, para isso palestras e workshops internos é um bom começo.
- Medidas judiciais: Propor contrato de confidencialidade com os colaboradores, parceiros ou empresa terceirizada que têm acesso aos dados é uma forma de assegurar ainda mais que as informações não saiam de dentro da empresa. É importante que todas as partes envolvidas saibam das possíveis penalizações, caso algo desse tipo aconteça.
- Tecnologia: Desabilitar os acessos via CD/DVD, USB das máquinas, impedir o acesso a e-mail pessoal de dentro da empresa, garantir processos bem desenhados passíveis de auditoria, garantir rastreamento das alterações feitas em uma base de dados, por exemplo: fazer auditorias constantes no ambiente, rever processos, documentar acessos concedidos e auditá-los, permissionar acesso a informações entre áreas da empresa, criptografia de banco de dados/HD. Aplique pontos importantes como esse para manter a segurança.
- Informações de boa procedência: A empresa deve sempre saber a origem das informações adquiridas e ter boas práticas é crucial para que não se tenham problemas posteriormente.
Com informações do Administradores.com
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segunda-feira, 14 de maio de 2012
Veja cinco dicas para afastar o estresse do trabalho
Os executivos
brasileiros estão entre os menos estressados no mundo - mas não há tantos
motivos para comemorar. Segundo dados da pesquisa o International Business
(IBR) 2012 da Grant Thornton International, apenas 19% dos brasileiros
entrevistados declararam sofrer com o problema, contra a média global de 28%.
Os líderes, Grécia e China, chegam a 67% e 60% respectivamente. A pesquisa
revela, no entanto, um dado preocupante: o nível de estresse no Brasil subiu 10
pontos percentuais em 12 meses.
Levando-se em conta a população em geral, segundo a Associação Internacional de Cuidados com o Estresse (Isma-BR), 70% dos brasileiros apresentam sintomas do problema. Desses, 30% registram casos de burn out, termo psicológico que define a exaustão de longo prazo causada pelo estresse.
O estresse no trabalho costuma afetar a capacidade de realização de tarefas. "As pessoas são colocadas frente a novas propostas e não finalizam nem mesmo a primeira do dia. Não têm domínio de sua produção. Ficam perdidas dentro delas mesma", diz a psicóloga Ana Suruagy Botto, socioanalista do Instituto Brasileiro de Psicanálise (Ibrapsi-RJ), especializada em comportamento humano na empresa.
Por isso Ana elencou algumas dicas para se lidar com o estresse. Ela ressalta que as medidas devem ser tomadas de forma complementar. Não há hierarquia ou ordem fixa para sua execução.
1. Identifique o estresse
"O homem moderno é o homem do excesso de estímulos. Já estamos estressados", define Ana. Segundo ela, o sintoma mínimo do estresse é a compulsão. Beber, comer ou mesmo comprar demais são ações que indicam a necessidade de combater o estresse. Esse tipo de comportamento pode acarretar em uma variedade de sintomas adicionais, como obesidade, problemas de relacionamento e doenças diversas. "Em suas formas graves, o estresse se manifesta com depressão, quadros ansiosos, alcoolismo e até câncer ou infarto", explica.
2. Planeje e organize suas atividades
Seja por meio de planilhas, listas ou agendas, é importante organizar diariamente as atividades. Isso evita a falta de foco e a sobrecarga. "O estresse se baseia na sua desorganização interna", diz Ana. Mas, atenção: "Nunca coloque algo na agenda que você não poderá cumprir", aconselha.
3. Estabeleça suas prioridades
Definir prioridades é algo que deve ser feito conjuntamente com a organização. "Você tem que personalizar suas tarefas, perguntar 'onde estou dentro disso tudo?'" Como é impossível realizar todas as tarefas, é importante que o indivíduo dê prioridade àquelas que contribuam para a realização de seus objetivos profissionais.
4. Execute as tarefas a que se propôs
"Planejando-se, e executando diariamente suas prioridades, você inverte a relação do estresse e toma conta de sua vida", ensina Ana. Além disso, conseguir entregar os trabalhos para os quais se propôs já é um ganho. "A maioria das pessoas não consegue isso, e você já passa a ser observado com muito mais valor", julga.
5. Retome o seu eixo
"Um questionamento que utilizo muito é 'quem eu sou, onde estou e para onde eu vou?'", conta Ana. Para se blindar contra o estresse, é importante que a pessoa fortaleça sua identidade e readquira a noção de quem é e do que quer. "São alicerces da segurança pessoal. Respondendo a essas perguntas, não há influência externa de excesso de estímulo e estresse que vá derrubar o indivíduo novamente", diz.
Levando-se em conta a população em geral, segundo a Associação Internacional de Cuidados com o Estresse (Isma-BR), 70% dos brasileiros apresentam sintomas do problema. Desses, 30% registram casos de burn out, termo psicológico que define a exaustão de longo prazo causada pelo estresse.
O estresse no trabalho costuma afetar a capacidade de realização de tarefas. "As pessoas são colocadas frente a novas propostas e não finalizam nem mesmo a primeira do dia. Não têm domínio de sua produção. Ficam perdidas dentro delas mesma", diz a psicóloga Ana Suruagy Botto, socioanalista do Instituto Brasileiro de Psicanálise (Ibrapsi-RJ), especializada em comportamento humano na empresa.
Por isso Ana elencou algumas dicas para se lidar com o estresse. Ela ressalta que as medidas devem ser tomadas de forma complementar. Não há hierarquia ou ordem fixa para sua execução.
1. Identifique o estresse
"O homem moderno é o homem do excesso de estímulos. Já estamos estressados", define Ana. Segundo ela, o sintoma mínimo do estresse é a compulsão. Beber, comer ou mesmo comprar demais são ações que indicam a necessidade de combater o estresse. Esse tipo de comportamento pode acarretar em uma variedade de sintomas adicionais, como obesidade, problemas de relacionamento e doenças diversas. "Em suas formas graves, o estresse se manifesta com depressão, quadros ansiosos, alcoolismo e até câncer ou infarto", explica.
2. Planeje e organize suas atividades
Seja por meio de planilhas, listas ou agendas, é importante organizar diariamente as atividades. Isso evita a falta de foco e a sobrecarga. "O estresse se baseia na sua desorganização interna", diz Ana. Mas, atenção: "Nunca coloque algo na agenda que você não poderá cumprir", aconselha.
3. Estabeleça suas prioridades
Definir prioridades é algo que deve ser feito conjuntamente com a organização. "Você tem que personalizar suas tarefas, perguntar 'onde estou dentro disso tudo?'" Como é impossível realizar todas as tarefas, é importante que o indivíduo dê prioridade àquelas que contribuam para a realização de seus objetivos profissionais.
4. Execute as tarefas a que se propôs
"Planejando-se, e executando diariamente suas prioridades, você inverte a relação do estresse e toma conta de sua vida", ensina Ana. Além disso, conseguir entregar os trabalhos para os quais se propôs já é um ganho. "A maioria das pessoas não consegue isso, e você já passa a ser observado com muito mais valor", julga.
5. Retome o seu eixo
"Um questionamento que utilizo muito é 'quem eu sou, onde estou e para onde eu vou?'", conta Ana. Para se blindar contra o estresse, é importante que a pessoa fortaleça sua identidade e readquira a noção de quem é e do que quer. "São alicerces da segurança pessoal. Respondendo a essas perguntas, não há influência externa de excesso de estímulo e estresse que vá derrubar o indivíduo novamente", diz.
Com informações do Terra
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sexta-feira, 11 de maio de 2012
Cliente oculto é estratégia para melhorar o atendimento
Qualquer empresário
sabe da importância do bom atendimento para ganhar e reter clientes, mas
encontrar dicas e ideias que ajudem a melhorar de fato o serviço não costuma
ser tarefa fácil. Com o objetivo de oferecer subsídios para avaliar o trabalho,
empresas têm fornecido a ajuda de clientes ocultos, também conhecidos como
misteriosos. Esses clientes nada mais são do que pessoas pagas para
experimentar e avaliar o atendimento e a qualidade dos serviços, para que
depois eles possam ser reformulados.
Embora o conceito tenha surgido nos Estados Unidos na década de 1940, a primeira empresa a atuar no Brasil, a Cliente Oculto, de São Paulo, data de 1997. Sua fundadora e atual diretora executiva, Maria Vieira, se viu com a necessidade de contratar um serviço do tipo enquanto trabalhava junto à gestão de qualidade da Fiat. Como não encontrou empresas que trabalhassem com isso no mercado, enxergou uma oportunidade e abriu a sua. "A Fiat foi a minha primeira cliente", lembra.
No princípio, a empresa prestava serviços basicamente para multinacionais norte-americanas e inglesas que já conheciam esse tipo de trabalho de outros países. Com o tempo, empresas brasileiras passaram a se interessar. Hoje, entre os atendidos pela Cliente Oculto estão Peugeot, Hering e Ponto Frio. "Não só hoteleiras, montadoras e redes internacionais, mas até uma casa funerária no Rio de Janeiro nos contratou recentemente", diz.
O negócio teve um início modesto, como microempresa, mas hoje já tem médio porte. A executiva afirma que as taxas de crescimento de sua empresa e do setor no geral são da ordem de 200% ao ano. Segundo ela, há no mercado nacional 16 empresas que prestam o serviço e apenas quatro ou cinco especializadas nele. "Apenas nós e mais uma trabalhamos com o cliente oculto filmado", ressalta. Nessa variável, o atendimento é gravado para que as imagens possam ser avaliadas mais tarde.
Modalidades de cliente oculto
Há, basicamente, três funções do serviço de cliente oculto. São elas: 1. Auditoria de serviço: a empresa busca avaliar seu próprio desempenho junto ao cliente;
2. Benchmarking: a empresa pede que o desempenho de um concorrente seja avaliado para comparar com o seu próprio;
3. Merchandising: tem o objetivo de avaliar a eficácia de determinada campanha sobre o mercado. "Se uma operadora de cartão de crédito faz uma campanha premiando o comerciante que oferece o cartão dela antes do concorrente, ela pode nos contratar para verificar", exemplifica.
Nada a ver com busca de fraudes
Maria conta que muitas empresas contratam o serviço sob a falsa ideia de que se trata de uma forma de espionar em busca de pequenas fraudes dos funcionários. O objetivo, no entanto, é declaradamente o de avaliar o atendimento da forma como ele é pensado. "Os funcionários são avisados de que haverá uma avaliação sendo feita", explica. Isso faz com que haja um aumento das vendas imediato de até 45%, que comumente cai assim que o período de avaliação passa. "Para manter a melhora no desempenho, é preciso um trabalho de monitoramento e de coaching", diz.
Segundo Robin Pagano, muitas redes de negócios organizam os próprios serviços de avaliação com clientes ocultos. Isso, no entanto, abre a oportunidade de trabalho também para ele.
Embora o conceito tenha surgido nos Estados Unidos na década de 1940, a primeira empresa a atuar no Brasil, a Cliente Oculto, de São Paulo, data de 1997. Sua fundadora e atual diretora executiva, Maria Vieira, se viu com a necessidade de contratar um serviço do tipo enquanto trabalhava junto à gestão de qualidade da Fiat. Como não encontrou empresas que trabalhassem com isso no mercado, enxergou uma oportunidade e abriu a sua. "A Fiat foi a minha primeira cliente", lembra.
No princípio, a empresa prestava serviços basicamente para multinacionais norte-americanas e inglesas que já conheciam esse tipo de trabalho de outros países. Com o tempo, empresas brasileiras passaram a se interessar. Hoje, entre os atendidos pela Cliente Oculto estão Peugeot, Hering e Ponto Frio. "Não só hoteleiras, montadoras e redes internacionais, mas até uma casa funerária no Rio de Janeiro nos contratou recentemente", diz.
O negócio teve um início modesto, como microempresa, mas hoje já tem médio porte. A executiva afirma que as taxas de crescimento de sua empresa e do setor no geral são da ordem de 200% ao ano. Segundo ela, há no mercado nacional 16 empresas que prestam o serviço e apenas quatro ou cinco especializadas nele. "Apenas nós e mais uma trabalhamos com o cliente oculto filmado", ressalta. Nessa variável, o atendimento é gravado para que as imagens possam ser avaliadas mais tarde.
Modalidades de cliente oculto
Há, basicamente, três funções do serviço de cliente oculto. São elas: 1. Auditoria de serviço: a empresa busca avaliar seu próprio desempenho junto ao cliente;
2. Benchmarking: a empresa pede que o desempenho de um concorrente seja avaliado para comparar com o seu próprio;
3. Merchandising: tem o objetivo de avaliar a eficácia de determinada campanha sobre o mercado. "Se uma operadora de cartão de crédito faz uma campanha premiando o comerciante que oferece o cartão dela antes do concorrente, ela pode nos contratar para verificar", exemplifica.
Nada a ver com busca de fraudes
Maria conta que muitas empresas contratam o serviço sob a falsa ideia de que se trata de uma forma de espionar em busca de pequenas fraudes dos funcionários. O objetivo, no entanto, é declaradamente o de avaliar o atendimento da forma como ele é pensado. "Os funcionários são avisados de que haverá uma avaliação sendo feita", explica. Isso faz com que haja um aumento das vendas imediato de até 45%, que comumente cai assim que o período de avaliação passa. "Para manter a melhora no desempenho, é preciso um trabalho de monitoramento e de coaching", diz.
Segundo Robin Pagano, muitas redes de negócios organizam os próprios serviços de avaliação com clientes ocultos. Isso, no entanto, abre a oportunidade de trabalho também para ele.
Com informações do Terra
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quinta-feira, 10 de maio de 2012
Restaurantes e bares são os lugares mais freqüentados pelos internautas
Com a evolução dos aplicativos de localização e check-ins é possível conhecer os hábitos dos internautas. Um levantamento feito pela E.Life, empresa brasileira de inteligência de mercado e gestão de relacionamento em redes sociais, revelou os tipos de estabelecimentos mais visitados pelos internautas de São Paulo e do Rio de Janeiro.
Com base nos check-ins feitos via Foursquare, foi observado que em São Paulo, os lugares mais frequentados pelos usuários estão na categoria de bares, restaurantes e afins. Na cidade foram identificados 5.638 check-ins nestes estabelecimentos que incluem cafés, padarias, pizzarias e baladas.
Em segundo lugar, estão as estações de trens e metrô, com 4.233 visitas. Entre elas, as estações Palmeiras-Barra Funda, Vila Mariana, Luz, República e Pinheiros tiveram o maior número de marcações. Os shoppings ficaram na terceira posição, com 3.351 check-ins, seguido pelas universidades com 3.018 registros.
Rio de Janeiro
Diferente do público de São Paulo, os cariocas costumam frequentar mais os Shoppings, nesta categoria foram registrados 910 check-ins.
Os bares e restaurantes ocuparam a segunda posição, com 822 registros, seguidos pelos aeroportos (736) e estações de trens (568). Entre as estações, as mais visitadas foram: Bota Fogo, Coelho Neto, Maria da Graça, Cardeal e Cantagalo. As universidades ficaram na quinta posição, com 488 marcações.
Pesquisa
O levantamento dos hábitos dos internautas destas duas cidades foi realizado por meio de mapeamento do Twitter, isolando posts com os registros feitos pelos usuários via foursquare - serviço de geolocalização que permite indicar com precisão a localidade uma pessoa a partir de um dispositivo móvel conectado a internet.
O monitoramento foi feito entre os dias 23 de março e 1º de Abril e coletou 107 mil check-ins, porém nem todos os lugares são identificáveis.
Com informações da Abrasel
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