sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Os valiosos dados da intuição



Um estudo feito na Universidade do Sul da Califórnia descobriu que quando empreendedores bem sucedidos tomam decisões, eles reúnem o maior número possível de informações, e depois comparam esses dados com o que eles sentem

As melhores decisões de negócios levam em consideração números e fatos disponíveis, e depois algo que está além disso: o entendimento cerebral. Isso requer que acessemos os circuitos cerebrais que gerenciam toda a sabedoria e conhecimento adquiridos na nossa vida sobre o assunto em questão. A parte complicada: nenhum desses circuitos se conecta com a parte do cérebro que pensa em palavras. Eles estão ligados ao trato gastrointestinal, isto é, às nossas entranhas, a fonte da intuição. Especificamente, precisamos estar em contato com a nossa intuição.

Um estudo feito na Universidade do Sul da Califórnia descobriu que quando empreendedores bem sucedidos tomam decisões, eles reúnem o maior número possível de informações, e depois comparam esses dados com o que eles sentem: sua intuição. Se não parece correto, eles não vão em frente, mesmo que os números digam "sim". Intuição, o sentimento que "vem da víscera", é também um dado. Esse sentido nos mostra tudo que podemos discernir sobre uma situação, como por exemplo se um possível sócio será de confiança ou não.

No modelo da inteligência emocional eu falo sobre isso nos termos da autoconsciência, a habilidade fundamental de conduzir a si mesmo, sintonizar com os outros e manter relacionamentos eficazes e saudáveis. "Mas como eu faço isso?", sou frequentemente questionado. Um método elegante para entrar em contato com a intuição foi desenvolvido pelo filósofo Eugene Gendlin, na Universidade de Chicago. Ele o chama de "focar" e aqui está uma visão geral (e breve) da descrição do seu método:

"A sensação em seu corpo é chamada de sensação experimentada. Está por trás de seus pensamentos e sentimentos. É expressiva e cheia de significado. Entrar em contato com a sensação experimentada é o primeiro passo para 'focar'. Focar, nesse sentido, é a habilidade de permanecer consciente da sensação experimentada conforme ela se desenvolve, observando-a com curiosidade e sem julgamentos. Focar é conseguir dar ouvidos àquele lugar intuitivo que está tentando lhe dizer algo e permanecer pronto para ser surpreendido por ele. Focar proporciona uma melhor capacidade de confrontar situações difíceis e encontrar soluções criativas".

Fonte: Administradores 

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Aquele que tudo sabe, normalmente é o que menos aprende, cresce e conquista

O mais “esperto” loser

Diga-me uma coisa: se você soubesse absolutamente tudo sobre empreendedorismo, como conseguiria evoluir sobre o tema? E se fosse sobre produtividade? 

Algo que gera um paradoxo esquisito, o que eu chamo “Síndrome do Cego que Não Quer Nem Mesmo Ouvir”. São as pessoas que buscam ter razão sobre tudo e querem sair vencedoras em todas as discussões, mas acabam também sempre sendo as mais prejudicadas.

Estranho? Eu também acho, mas explico.

Você muitas vezes começa a dominar um assunto. Pegue algum hobbie ou formação, aquele tema sobre o qual, normalmente, lhe pedem conselhos. O fato é que conforme começamos a ficar experts, nossa opinião começa a ter maior valor. Ok, isso está certo.

Porém, aqui inicia também o problema. Quando se passa a ter mais “poder” sobre o assunto, muitos começam a descartar as demais ideias e questionamentos das pessoas, de duas maneiras terríveis:

- Não querem ouvir, pois não vale a pena.
- Escutam apenas para encontrar pontos em que as demais pessoas estão erradas.

E isso é o que lhe começa a trazer a mediocridade. Pois não existe no mundo um conhecimento completamente finalizado, que não possa ser melhorado. E jamais nada alcançará um nível melhor se não for questionando outras maneiras de se fazer. Portanto, como alguém vai evoluir sem escutar e pensar sobre?

Se entrar em um debate, sobre o tema que for, e estiver com a mente pensando em apenas provar sua razão, você já entra impedindo seu cérebro de evoluir. E quem não evolui fica parado. Agora me diga: quem fica parado tem alguma chance no mercado?

Você deve ter algum parente que não quis evoluir, achou que computador e internet eram moda? Você deve lembrar de diversas empresas que não quiseram ouvir e se questionar sobre como as pessoas jamais deixariam de revelar suas fotos... Não vou lhe entupir de exemplos, existem aos montes na web, quase como encontrar fotos de bebês fofos.

Tá bom, mas e o paradoxo? Ora, se estamos sempre buscando nos aprimorar e sermos melhores, é obvio que queremos mostrar e provar isso. Porém, se formos tão bons, a ponto de não precisarmos mais escutar os outros e levar suas ideias em consideração, seremos, na verdade, tão ignorantes que não adiantará de nada todo o conhecimento e certamente seremos passados para trás.

Se eu puder deixar com você meu último conselho de uma frase que digo e repito constantemente, é:

"A mente de uma pessoa que não precisa mais aprender é limitada como uma viseira muito estreita. Já a mente aprendiz é limitada como uma visseira muito estreita. Já  amente aprendiz é infinita em possibilidade e conhecimento."

Fonte: Administradores

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

O que 2015 reserva em termos de tendências e caminhos para as marcas, o mercado e o consumo?

Tendências de consumo e das marcas em 2015

O que vem por aí



Um estudo da JWTIntelligence (braço de inteligência da agência de publicidade J. Walter Thompson) traz algumas dessas respostas.

O relatório "The Future 100: Trends and Change to Watch in 2015", que você vê com exclusividade em EXAME.com, mostra o que vem por aí.

Uma ótima oportunidade para ter novas ideias e pensar em novos negócios e ações.

Confira as tendências em Marketing para 2015.

1. Crianças conectadas



Nos EUA, 3 entre 4 crianças de até oito anos têm acesso a smartphones ou tablets. No Reino Unido, 93% dos pais deixam seus filhos pequenos usarem os dispositivos.

Está claro que as crianças estão conectadas digitalmente. Novos brinquedos e serviços devem seguir essa tendência. Elas estão famintas por tecnologia.

Aliás, a geração com menos de 10 anos tende a ter mais familiaridade com tendências tecnológicas que os adolescentes que vieram imediatamente antes deles.

2. Design inteligente


Alguns chamam de "Fenômeno do Pinterest": aumenta a tendência ao design inteligente, a preocupação com o design de alto nível, com produtos funcionais.

De pequenas lojas a grandes comércios, novos visuais estão sendo adotados. A "cara" do produto ou da embalagem interessa mais. 

O fato é que os millenials se preocupam com o bom design de um produto tanto quanto suas reverberações éticas e suas questões sustentáveis.

3. Marcas como experiências



O experimentalismo atinge o mainstream e os consumidores ficam mais sofisticados. As marcas precisam suar mais para impressionar os seus consumidores.

Entram em cena as experiências em lojas e outros espaços: teatro, arte, gastronomia, sinestesia.

Os consumidores querem novas experiências que tragam inspirações e ideias. Eles estão mais abertos a testes, querem sair da zona de conforto.

Em Hong Kong, Nadim Abbas criou um espaço em colaboração com a Absolut: um bunker cyberpunk de concreto cheio de metal e escuridão, perfeito para performances estranhas e novas experiências. 

Em Nova York, um espaço chamado "Escape the Room" que literalmente desafiava as pessoas a tentarem escapar daquela sala - achando objetos ocultos, passagens secretas e resolvendo quebra-cabeças.

4. Celebridades como parceiras de negócios


As celebridades estão deixando de ser apenas "um rosto da marca" para se tornarem parceiras de negócios. Exemplos recentes: Gwyneth Paltrow e Blake Lively.

Os famosos não estão mais vendendo um tempo para serem "garotos-propaganda". Estão, sim, aprendendo a monetizar a sua influência. 

Colaboram com a criação, aparecem em campanhas, revelam produtos nas mídias sociais.

Exemplos: Diageo criou o Haig Club, um uísque, junto com David Beckham. Beyoncé fechou uma parceria 50-50 com a Topshop em uma linha de produtos.

Fonte: Exame

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Dicas de como ser bem-sucedido


Steve Jobs, Bill Gates, Larry Ellison, Mark Zuckenberg. O que estas 4 pessoas têm em comum? Sucesso. É claro que não precisas de ser bilionário como estes gigantes.

Mas conhecer as características têm em comum estes empreendedores pode ajudar – e muito – na tua carreira. Conheça 10 características das pessoas que têm sucesso na carreira e faça como elas.

1. Eles vivem para conquistas:

O objetivo de vida deles é ser algo, eles querem se destacar entre os outros e fazer aquilo que as pessoas precisam e querem. Eles têm paixão e focam-se em atingir as suas metas. Claro que eles se divertem, mas não passam metade do dia a jogar vídeo-jogos.

 2. Eles têm sorte:

Diz-se que a sorte acontece quando a habilidade se encontra com a oportunidade. Se procuras oportunidades, vais encontrá-las; e se estiveres preparado, vais suceder.

 3. Eles gastam com consciência

Eles não gastam mais do que têm. Simplesmente porque eles trabalharam demasiado para desperdiçar tudo em futilidades. Quando transpiras para conquistar algo, dás mais valores ao que tens.

 4. Eles aprendem as regras

Numa altura ou noutra, somos ensinados a seguir as regras. Algumas pessoas podem criar as suas próprias regras. Bom para elas. Os restantes têm que aprender como joga-se o jogo. A partir do momento em que aprendes a lógica do teu emprego, começarás a fazer as coisas mais rápido e eficazmente.

 5. Eles quebram as regras

Como já foi dito, algumas pessoas sucedem outras quando quebram as regras e inventam as suas próprias. Os bem-sucedidos vêem as coisas de uma forma diferente. Steve Jobs, Bill Gates e Larry Ellison são exemplos de pessoas que se encaixam nesta descrição. É uma raridade, mas é, definitivamente, uma forma a vida correr bem.

 6. Eles são realistas

Eles vêem-se a si mesmos e ao mundo da forma que realmente são. Pensar que és especial, às vezes, faz bem. No entanto, mais cedo ou mais tarde, vais perceber que quase ninguém é insubstituível no mundo empresarial.

 7. Eles assumem riscos

Ninguém conseguiu ter sucesso sem ter arriscado. Há uma relação direta entre sucesso e risco. Qualquer bom diretor – seja de grandes ou de pequenas empresas – sabe arriscar na hora e da maneira certa.

 8. Eles consideram os riscos

Pessoas bem-sucedidas não assumem riscos insensatos nem à toa. Eles tentam diminuir os imprevistos ao máximo, principalmente se podem ser calculados.

 9. Eles trabalham arduamente

A maioria das pessoas que tem dinheiro nos dias de hoje trabalha muito. Eles sacrificaram-se e deram o máximo de si. O sucesso absoluto exige compromisso. No entanto, como já dito, não precisas de ser milionário, e, portanto, “workaholic”. Estas pessoas que trabalharam a vida inteira devem ter problemas de stress e mau relacionamento com a família e amigos. O ideal é saber dosar.

 10. Eles aprendem “como” e adaptam-se 

Sucesso empresarial, criação de empregos, concentrar benefícios e resultados para os parceiros – ganhar dinheiro – é um processo. Quando perceberes em que área és bom, continua a seguir a fórmula até ela funcionar. Depois, adapta-te às novas exigências.

Fonte: Universia

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Como fazer sua equipe amar a segunda-feira


Será que não querer voltar ao trabalho é necessariamente um problema pessoal?

Para boa parte das pessoas, a segunda-feira é o pior dia da semana, pois significa voltar a uma rotina de trabalho muitas vezes enfadonha ou emocionalmente desgastante. Encerrar o final de semana de lazer e descanso para retornar às atividades corriqueiras é uma transição que deve acontecer semanalmente, mas o ideal é que essa adaptação não seja difícil e sim o mais natural possível. Quando isso não acontece, de quem é a culpa?

Há algumas respostas possíveis e cada caso é um caso, mas, em geral, o problema pode ser individual ou coletivo. No primeiro cenário, o profissional está passando por uma fase difícil, e apesar de gostar do seu trabalho e da empresa na qual colabora, não consegue encontrar satisfação ali. Essa é uma questão pessoal. Mas na grande maioria das vezes o ambiente de trabalho não é motivador o suficiente para que o funcionário deseje voltar toda segunda-feira disposto a fazer seu melhor.

No livro "Até que enfim é segunda", de Roxanne Emmerich, a consultora aborda justamente esse tema. Sua proposta é mostrar como criar um ambiente de trabalho que estimule a produtividade e consequentemente melhore os resultados financeiros da empresa em questão.

Ela dá o seguinte exemplo para ilustrar um ambiente desagradável: como em uma viagem de férias na qual a família briga no carro - um reclama, outro quer que todos sigam seu roteiro, outro está cansado e frustrado, enquanto alguém faz questão de dizer que não queria estar ali - uma empresa pode se tornar uma espécie de bolha tóxica, propícia à proliferação de comportamentos disfuncionais, transmitindo a negatividade aos clientes.

O ponto defendido pela autora é que transformar o ambiente de trabalho em um local agradável, produtivo e que nutre a criatividade, proporcionando as condições necessárias para o desenvolvimento das atividades propostas, é uma mudança que culminará em aumento de lucros e crescimento da empresa. Profissionais mais satisfeitos com o que fazem e onde o fazem são colaboradores mais eficientes, contribuindo de forma eficaz para o sucesso da equipe que integram. Um ambiente motivador é aquele para o qual se deseja voltar toda segunda-feira.

No referido livro, Emmerich compartilha suas dicas para alcançar essa atmosfera de produtividade e realização, por mais difícil que seja a situação inicial. Confira abaixo algumas das estratégias que farão você e sua equipe passarem a pensar "até que enfim é segunda".

Assuma a responsabilidade, tome a frente

É preciso tomar a iniciativa de transformar o lugar, ainda que não você não ocupe uma posição de liderança. Uma mudança de atitude em nível pessoal, acompanhada de persistência, pode desencadear uma transformação coletiva. Como fazer isso? Observar locais - lojas, bancos, outros estabelecimentos - que transmitam harmonia e positividade, para assim captar ideias de como criar um ambiente desse tipo.

Coloque no papel o que precisa ser mudado e que tipo de comportamento deve ser substituído. Abolir atitudes prejudiciais é um ponto importante. Atente para as pessoas que precisarão de ajuda para aceitar uma mudança, e se inclua nesse grupo, se for o caso. A honestidade com os outros e consigo próprio é a chave para identificar as áreas mais problemáticas do seu ambiente de trabalho, de forma que elas possam ser expostas para a equipe, com o objetivo de mostrar o quanto certas mudanças seriam benéficas para todos.

Motive a equipe e mantenha a comunicação aberta

Se colegas ou superiores não reconhecem os esforços e desempenhos uns dos outros, é difícil encontrar motivação para fazer um bom trabalho. A frustração se torna constante e pode resultar em desânimo, inveja, insegurança, sentimentos que contribuem para que o ambiente continue tóxico e pesado.

Ao invés de esperar festas de final de ano para elogiar alguém, faça isso sempre que sentir vontade ou achar que convém. "Trate a todos da forma como gostaria de ser tratado e admita isso - como qualquer pessoa, você também gosta de receber elogios", afirma Emmerich. Alimente boas expectativas com relação às pessoas à sua volta e recompense-as com reconhecimento e apreço verdadeiros. Mantendo a comunicação aberta dessa forma, será bem mais fácil tanto elogiar quanto fazer críticas construtivas, para que o ambiente seja agradável e inspire confiança.

Fonte: Administradores 

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

5 ações simples que vão facilitar sua vida como chefe




Assumir uma nova posição de liderança é ganhar também uma nova equipe. E, para conquistar resultados por meio do trabalho de todo o grupo, sua competência técnica, sozinha, pouco pode fazer.

Para a engrenagem funcionar é preciso estabelecer primeiro uma relação de confiança com colegas e subordinados. E estas 5 atitudes são catalizadoras neste processo, segundo Guido Stein da IESE Business School e o consultor David García, autores da nota técnica “Practical Guide to Settling Into a New Executive Position” (Guia Prático para se Estabelecer em uma Nova Posição Executiva, na tradução livre) publicada pela escola de negócios da Universidade de Navarra, na Espanha. Confira:

1. Marcar presença

Ocupe o seu lugar “ao sol”. Decoração da mesa ou da sala (para quem tem um ambiente exclusivo) ajuda neste processo, segundo os dois especialistas.

Começar a se aproximar da equipe é importante. Cumprimentar e conversar brevemente com as pessoas diretamente afetadas pela mudança de gestão é o segundo passo.

Em seguida, Stein e García indicam que o executivo estabeleça uma agenda para a primeira semana. O objetivo é deixar a equipe a par do que será feito nesta etapa inicial.

2. Planejar a comunicação

“Analise a estrutura da organização”, recomendam os dois especialistas. A leitura do ambiente é necessária já que cada tipo de audiência pede uma forma diferente de comunicação.

“Um erro comum é focar esforços na comunicação para o círculo mais próximo de colegas e informar o restante da organização por meio de um anúncio oficial”, dizem os autores na nota técnica publicada pela IESE Business School.

Um jeito simples de ganhar a aprovação de pessoas mais resistentes a mudanças é mandar mensagens curtas e persuasivas a respeito das razões e benefícios desta troca de bastão na empresa.

3. Ouvir as pessoas

Estar aberto para escutar o que as pessoas têm a dizer talvez seja uma das ações mais efetivas na hora de ganhar a confiança da equipe. Voltar a atenção (e os ouvidos) para o time permite ao executivo perceber o clima na empresa e notar como as pessoas estão lidando com as mudanças em curso.

Expectativas, preconceitos e críticas podem se revelar neste momento e serão ótimos subsídios para a elaboração da estratégia de comunicação mais efetiva.

Os autores também recomendam networking: aposte em contatos e alianças com pessoas de diferentes interesses na organização.

4. Agir como membro da equipe

Recrute pessoas de sua confiança para ajudá-lo a fazer as mudanças necessárias. É fundamental cercar-se de pessoas que poderão auxiliar na execução da nova estratégia, segundo os dois especialistas.

Um erro frequente é promover a mudança pela mudança. O ideal é perceber no que processos precisam ser aperfeiçoados e fazer a adequações necessárias sem que haja interrupção no fluxo de trabalho.

Os autores destacam ainda que reposicionar profissionais em cargos estratégicos para o negócio pode ter um impacto negativo em médio prazo. Isso ocorre quando o conhecimento que eles têm da operação é negligenciado e a estrutura organizacional é abalada no processo de mudança.

5. Superar resistências

Conte com as resistências que, invariavelmente, aparecem. Evite ameaças e tente entender o que pode estar atrapalhando o desempenho esperado de alguns profissionais.

Administre os receios da equipe explicando sempre por que as mudanças são necessárias. Perceber o que está gerando mal estar entre as pessoas da sua equipe permite traçar alternativas que solucionem a questão para os problemas que surgem.

Lance mão do suporte das pessoas acima de você na hierarquia, mas com parcimônia. De acordo com os especialistas, este é um recurso limitado. A responsabilidade de fazer as coisas darem certo é, de fato, quase inteiramente do líder direto da equipe.

Fonte: Exame

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

4 competências simples de um profissional fantástico

Infelizmente, nem a escola nem o ensino universitário se preocupam em desenvolver essas características essenciais de forma sistemática. A boa notícia é que, com bastante prática e pouco investimento, você pode se tornar um mestre nessas competências e se transformar em um profissional bem acima da média

Infelizmente, a maioria esmagadora sai de anos sentados no banquinho da escola e da universidade sem dominar esses 4 elementos abaixo

Independentemente de qual seja a sua área de atuação profissional, as qualificações abaixo são fundamentais e lhe colocam em outra categoria dentro do mercado. 

1. POSTURA - Olhe nos olhos, aperte a mão com firmeza na hora de cumprimentar, saiba ouvir, tire o ovo da boca na hora de falar, tenha humildade para aprender, respeite as diferenças entre seus pares, respeite hierarquia, seja positivo diante das adversidades, não se envolva em fofoca, evite relacionamentos amorosos de ocasião com colegas de trabalho, seja verdadeiro, comprometido, controle as suas emoções, saiba lidar com frustrações, não desista de suas metas no meio do caminho, tenha foco, lidere ou seja bem liderado, persiga os resultados para o seu plano de carreira, são algumas dicas para melhorar a sua postura. Vale pra vida...

2. FALAR EM PÚBLICO - Falar em público é uma ferramenta de trabalho e diferencial para quem deseja liderar grandes equipes. Treine, enfrente o medo, estude técnicas para falar em público, exercite, seja voluntário para apresentações e não fuja demonstrando fraqueza e covardia diante de uma oportunidade de encarar uma plateia.

3. ESCREVA BEM - Uma boa redação também é ferramenta de trabalho para profissionais e empreendedores que crescem e se destacam. Além de transmitir uma boa imagem, ou pelo menos não passar uma imagem negativa com textos pobres e repletos de erros básicos, a aplicação correta da gramática e análises bem feitas no seu texto será sempre um grande diferencial para a sua carreira. Compre uma gramática e estude, faça redações para treinar todos os dias, contrate um profissional para corrigir e aprimorar o seu texto e coloque em prática. Não se acomode ou conte apenas com os textinhos que você fazia na faculdade...

4. FALE INGLÊS E ESPANHOL - Falar espanhol é muito fácil e qualquer pessoa pode aprender sozinho. Compre livros de espanhol, estude a gramática e assista a vídeos em espanhol. É muito simples aprender esta língua que pode ser muito útil para negócios no MERCOSUL. Falar inglês não é diferencial, é obrigação. Quem não fala está se conformando em ficar numa categoria abaixo. Isso porque o mundo fala inglês, porque a língua foi adotada como o idioma comercial. Invista nisso como prioridade e, além dos benefícios profissionais, você terá acesso a muita informação valiosa na internet, vai ouvir músicas e entender o que canta, poderá viajar, conhecer pessoas e desfrutar muito mais de seus passeios no exterior.

Infelizmente, a maioria esmagadora sai de anos sentados no banquinho da escola e da universidade sem dominar esses 4 elementos. Seja como empreendedor, executivo, profissional de saúde, autônomo, político, sacerdote, artista ou atleta, as recomendações acima serão sempre de grande valor para a sua carreira, negócios e acima de tudo para a sua vida.

Fonte: Administradores