quinta-feira, 22 de novembro de 2012
Ginástica laboral: bom para empregado e empregador
O que e ginástica laboral? O termo ginástica, originou-se aproximadamente em 400 A.C, derivado de GYMNOS, quer dizer nu, levemente vestido e geralmente se refere a todos os tipos de exercícios físicos para os quais tem que se tirar a roupa de uso diário. Durante o curso da Historia as interpretações de Ginástica variaram, Atualmente o termo esta perdendo seu uso e tem sido substituído por exercício. Já a palavra laboral vem de labor que significa trabalho.
Ginástica laboral se refere a exercícios físicos realizados no ambiente de trabalho. Os benefícios são inúmeros, tanto para o trabalhador como para as empresas. As empresas ganham em melhor rentabilidade, produção, organização, integração, eficiência, resultados, assiduidade, etc. O empregado no âmbito da saúde melhora sua mobilidade articular, aumenta a força, controla melhor o peso corporal, diminui a pressão arterial, aumenta a auto-estima, alivia o estresse, diminui a depressão, produz mais, rende mais, tem mais iniciativa e responsabilidade, falta menos principalmente por motivos de saúde, sociabiliza-se melhor, facilitando as inter-relações profissionais.
É comprovado que a ginástica laboral além de promover saúde, bem-estar físico e mental através da atividade física no local de trabalho, diminuindo também dores osteomusculares, auxiliando na prevenção de lesões, melhorando a aptidão física e, desta forma, o absenteísmo, contribui para diminuição do sedentarismo e, conseqüentemente, reduz os gastos das empresas com investimentos em saúde.
As grandes empresas estão preocupadas e são favoráveis a realização da pratica de atividades físicas no ambiente de trabalho, principalmente por ajudar no combate a um dos maiores males da atualidade que assola a população Mundial, que e o sedentarismo.
Em princípio, a ginástica laboral trabalha com pessoas saudáveis, já que em muitos casos os trabalhadores são submetidos a prévios exames de saúde admissionais para serem contratados e exercerem plenamente suas funções de trabalho. É proibido por lei também a atuação de outros profissionais a de estagiários sem a presença de um profissional de Educação Física devidamente habilitado e credenciado ao CREF. Ambos, ao orientar uma atividade física, estão exercendo ilegalmente a profissão. Empresas que oferecem a ginástica laboral por pessoas sem orientação e ou credenciamento no CREF estão infringindo a lei e os profissionais podem ser autuados pela fiscalização do Conselho Regional de Educação Física.
Antes de contratar qualquer empresa ou profissional de Educação Física, prestador de serviço, é necessário procurar um profissional com formação superior em Educação Física, credenciamento no CREF e experiência comprovada. Você empresário só tem a ganhar, experimente implantar um programa de ginástica laboral na sua empresa e revolucionar prioritariamente com saúde e benefícios aos funcionários. E também a sua empresa, obtendo excelentes resultados profissionais, comerciais e empresariais.
Com informações do site Ativo.
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quarta-feira, 21 de novembro de 2012
Os cuidados que se deve ter com seu cardápio
Podemos considerar que o cardápio é o cartão de visitas de um restaurante, mas sua função vai muito além disto. O cardápio é também uma ferramenta de gestão e marketing do estabelecimento. E apesar de sua importância alguns restaurantes não dão o devido valor que o cardápio merece e cometem erros gritantes durante sua confecção. Baseado nos principais erros cometidos durante e após o planejamento do cardápio preparamos para você algumas dicas para deixar seu cardápio impecável.
1. Erro de Ortografia
O texto do cardápio deve ser revisado antes de impresso. Peça sempre para mais pessoas lerem o cardápio antes de mandar para impressão. O ideal é que ele seja revisado por um professor de português.
2. Cardápio com rasuras
Se precisar mudar alguma informação em seu cardápio, imprima-os novamente. Cardápios rasurados dão a sensação de que principalmente o preço foi elevado. Além da questão estética não ser nada favorável.
3. Higiene do Cardápio
Evite cardápios com manchas de bebidas, gordura, dedos e encardidos. A sensação que o cliente terá é que sua cozinha é do mesmo jeito.
4. Anúncios no cardápio
Na intenção de economizar na produção dos cardápios restaurantes em parceria com outras empresas colocam anúncios no cardápio. Os anúncios tiram o foco do cliente e dificultam na escolha dos pratos.
5. Fotos que não remetem à realidade do produto vendido
Esse tipo de erro, comum em muitos restaurantes, pode passar a impressão de que você está enganando o consumidor, sempre coloque fotos reais dos pratos comercializados no cardápio.
Com informações do site Gestão de Restaurantes
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terça-feira, 20 de novembro de 2012
Conheça o que mais está sendo questionado pelos recrutadores nas entrevistas de emprego
Um bom currículo é importante, afinal é com ele que você consegue ou não uma entrevista de emprego. Mas é a conversa com o recrutador que vai definir se aquela oportunidade profissional é sua. Raphael Falcão, gerente da Hays, explica que não existe certo e errado sobre o que dizer na entrevista. “Não há receita de bolo, a gente tenta contextualizar o tamanho e a complexidade dos projetos dos quais os profissional participou”, diz.
Tranquilidade para responder às perguntas e uma memória afiada, pronta para recuperar fatos e informações sobre a sua trajetória profissional, são cada vez mais essenciais para se sair bem na entrevista. Isso porque um novo tipo de seleção tem se tornado cada vez mais comum, contam os recrutadores. “O que está na moda agora é a entrevista com foco em competência”, diz Fabiane Cardoso, coordenadora Nacional de Qualidade da Adecco Brasil.
O objetivo deste tipo de entrevista é avaliar a presença de diferentes competências, necessárias para o exercício do cargo que será preenchido, nos candidatos. Estas qualidades comportamentais são levantadas a partir de respostas a perguntas que evoquem situações pontuais na vida profissional do candidato.
“Quando a entrevista é por competência a resposta precisa estar muito bem estruturada. É algo real e não hipotético. O recrutador quer saber qual a situação vivida pelo profissional, qual o papel desempenhado por ele e qual foi resultado atingido a partir desta ação”, explica Lucila Yanaguita, sócia da Search. Segundo ela, as pessoas ainda não estão acostumadas com este tipo de entrevista e tendem a ser muito genéricas nas respostas.
Confira então quais são as perguntas mais recorrentes atualmente, na opinião dos três especialistas em recrutamento consultados por EXAME.com, qual o objetivo dos entrevistadores e como se preparar para responder cada uma delas:
1. Por que você escolheu esta carreira?
É uma das primeiras perguntas que podem aparecer, diz Falcão. “O objetivo é entender se a escolha foi algo que veio de família, ou se é uma vocação dele”, diz Raphael Falcão, gerente da Hays. Trazer interesses que o levaram a trilhar esse caminho profissional e aspectos da sua formação são oportunos neste momento, diz o especialista.
2. Fale sobre suas experiências profissionais anteriores
Com intenção de saber um pouco mais do que o exposto no currículo, recrutadores geralmente pedem que candidatos descrevam as atribuições e funções em cargos ocupados por eles. De acordo com Lucila, é bastante comum que as pessoas serem muito detalhistas e começarem a relatar as experiências profissionais desde o início. “O passado é importante, mas quando se trata de um profissional com mais de 10 ou 15 anos de profissão, o que conta mais para aquela oportunidade é a experiência mais recente, dos últimos 5 ou 6 anos”, diz.
3. O que você construiu nas empresas e cargos pelos quais passou?
A intenção da pergunta é verificar o que foi marcante para a carreira do entrevistado e quais foram os projetos mais importantes dos quais participou. Segundo Falcão, é interessante que o sucesso das empreitadas seja quantificado de alguma forma. “Cada segmento quantifica de um jeito, então pode ser em volume financeiro, ou em eficiência, por exemplo, mas o importante é provar isso de alguma forma”, diz o especialista em recrutamento.
4. Quais foram as motivações para as mudanças na sua vida profissional?
Com as informações sobre a trajetória profissional, o recrutador quer entender o que motivou cada mudança de cargo e empresa. “A gente percebe que os ciclos nas empresas estão mais curtos”, diz Falcão. “É importante que o profissional traga fatos reais que o impulsionaram em cada mudança”, diz Falcão. “As pessoas dizem que foi uma oportunidade, mas o que vale é trazer para a conversa o que de fato significou essa oportunidade”, diz Lucila. Por exemplo, um convite para trabalhar em uma empresa com o dobro do faturamento anual, oportunidade de ocupar um cargo com mais responsabilidade, um convite de um ex-chefe para uma função de maior expressividade. “Assim a gente consegue avaliar qual o critério utilizado”, diz Lucila. Apresentar a questão financeira como única e exclusiva fonte de motivação não cai bem. “É hipocrisia dizer que o dinheiro não conta, a gente sabe que ele faz parte do pacote, mas às vezes ocorre movimento por uma quantia financeira não tão relevante”, diz Falcão. “A questão salarial é importante, mas quero ouvir mais”, diz Lucila.
5. Qual o motivo do desligamento da empresa?
Se entre as mudanças na trajetória profissional há demissões, é raro o recrutador não querer saber o motivo. “Não existe discriminação em relação à demissão”, lembra Falcão. O que está sendo avaliado, explica o especialista, são os motivadores. “As pessoas em geral respondem que houve uma reestruturação. A gente sabe que isso ocorre, mas os candidatos devem valorizar o que de fato aconteceu”, diz Lucila. Em outras palavras, esteja preparado para dizer a razão pela qual você foi o escolhido e não outra pessoa. “O candidato deve explicar o que estava em jogo que fez com que ele fosse desligado da empresa e não outra pessoa”, diz Lucila.
6. Como foi o seu pior dia de trabalho?
Essa é uma pergunta frequente nas chamadas entrevistas por competência, explica Fabiane. O objetivo aqui é descobrir como o candidato age em situações adversas. “Quando a pessoa relata o fato surgem outras perguntas como, por exemplo, o que você fez mediante esta dificuldade”, explica Fabiane. É o conteúdo da vivência profissional do candidato que vale neste momento. Neste caso não há resposta mais certa do que a outra, explica a coordenadora de qualidade da Adecco. “As pessoas só não podem se esquecer de que estão sendo avaliadas”, diz Fabiane. Por isso, cuidado para não expor uma situação que comprometa a sua imagem.
7. Dê um exemplo de uma situação em que você tenha se esforçado, além do normal, para atingir um resultado
O comprometimento do candidato com o trabalho fica evidente a partir da resposta a esta pergunta, que também é um exemplo de entrevista com foco em competência. “Ele vai ter que buscar na sua vivência um momento da carreira que tenha precisado dar um gás para atingir um resultado”, diz Lucila. Ou seja, é a partir desta situação real que o comprometimento e o envolvimento daquela pessoa com a empresa e o trabalho vão ser avaliados.
8. Quais foram os principais desafios que você enfrentou?
Mais uma vez a intenção é avaliar as atitudes do profissional. “Neste caso ele terá que apresentar uma situação que ele tenha vivido e que tenha sido extremamente desafiadora do ponto de vista profissional”, diz Fabiane. O “pulo do gato” para se sair bem em uma entrevista neste estilo é a maneira como as vivências são apresentadas, porque é certo que cada candidato vai trazer uma resposta diferente. “As pessoas precisam praticar antes de participar de uma entrevista com foco em competência porque é necessário pensar na trajetória profissional”, diz Fabiane.
9. A empresa para qual você trabalhava fazia avaliação de desempenho? Como você se saiu?
A questão levantada com esta pergunta é o foco do candidato em resultado. O recrutador quer saber se ele entregava os resultados esperados pela empresa. Se a pessoa não conseguiu atingir as metas, é preciso estar preparada para explicar os motivos que o impediram. “O recrutador também vai querer saber o que ele fez durante a trajetória para reverter a situação, se comunicou ao superior direto de que não conseguiria entregar o que foi combinado ou se deixou para avisá-lo apenas no dia da avaliação”, diz Fabiane.
10. Você se lembra de algo que tenha acontecido que tenha sido um obstáculo para realizar uma tarefa?
Obstáculos aparecem diariamente e é importante, na visão dos recrutadores, entender como as pessoas agem (ou reagem) nesses casos. “Além de explicar qual era o obstáculo, o candidato deve contar o que ele fez para solucionar a questão, se comunicou rapidamente o superior sobre problema”, explica Fabiane.
11. Cite uma situação em que percebeu alguma pessoa que trabalhava com você precisando de ajuda
Proatividade e trabalho em equipe são as competências reveladas a partir da resposta a esta questão, diz Fabiane. “Para medir estas qualidades o recrutador vai querer saber quando e como percebeu que o colega de trabalho estava precisando de ajuda, o que você fez, como ajudou”, explica a especialista.
12. Como você se mantém informado?
Um bom profissional procura estar sempre atualizado, principalmente no que diz respeito ao seu segmento de atuação. “A intenção dessa pergunta é identificar o foco e o interesse do candidato na sua área”, diz Fabiane. Se você citar algum veículo de comunicação, alerta Fabiane, esteja pronto para comentar uma reportagem que tenha lido.
13. Já ocupou cargo de liderança?
Essa é uma pergunta da qual surgem outros questionamentos, explica Fabiane. “O recrutador vai querer saber se essa pessoa já foi responsável pelo treinamento de algum funcionário e como foi o seu desempenho”, diz. O que está em jogo é o sentido de aprendizado que o candidato tem, conta a especialista em recrutamento.
14. Conte uma situação em que você teve que conviver com um chefe ou colega de trabalho difícil
A capacidade de separar questões pessoais de questões profissionais está sendo avaliada na resposta do candidato a esta pergunta, diz Fabiane. A partir da classificação que a pessoa faz do que é um chefe ou um colega de trabalho difícil também é possível identificar as chances que ela tem de adaptar bem à equipe.
15. Como era seu relacionamento com seus colegas de empresa?
De acordo com Falcão, o interesse, além de investigar a capacidade de adaptação, é saber um pouco da postura do entrevistado no ambiente corporativo. “Dá para perceber que tipo de ambiente ele prefere trabalhar a partir desta pergunta”, diz o gerente da Hays.
16. Como é o seu círculo familiar?
As perguntas mais pessoais trazem informações importantes sobre possibilidade de viajar, de se mudar para trabalhar em outra cidade, explica Falcão. O que o recrutador quer saber é se o estilo de vida daquele profissional está alinhado com a oportunidade em questão. “Nosso objetivo é encontrar projetos que tenham a ver com aquela pessoa”, diz Falcão. “O interesse, quando são feitas as perguntas pessoais, é perceber aspectos que poderiam interferir no desemprenho do profissional”, diz Lucila.
17. Como você enxerga a questão da mobilidade?
Para posições que exijam viagens, esta é uma pergunta que evidentemente vai aparecer. Mas lembre-se de que a resposta vai ser confrontada com outras respostas ao longo da conversa com o recrutador. “Não adianta a pessoa dizer que tem disponibilidade total para se mudar, se já respondeu que a mulher é funcionária pública o que torna uma mudança de cidade mais complicada.”, diz Falcão. “Se a família não vai junto, a gente sabe que haverá um desgaste a curto prazo”, diz Lucila.
18. Por que você está avaliando este novo emprego?
Para esta pergunta, diz Lucila, geralmente as pessoas soltam aquelas respostas padrão. São elas: “porque é um novo desafio” ou ainda “é uma chance de crescimento”. Destaca-se quem tem mais clareza do que quer, na opinião dela. “O candidato deve trazer o motivo que faz com que aquela oportunidade valha a pena”, diz Lucila. Ter a chance de assumir uma equipe, conhecer outras áreas de dentro do mesmo segmento, aumentando seu escopo de atuação profissional, são alguns exemplos que tornam mais real a motivação para a conquista daquela oportunidade de carreira.
19. Por que trabalhar nesta empresa é importante para você?
A resposta do candidato pode revelar o interesse real naquela empresa e o que o candidato sabe sobre ela, explica Lucila. É possível também perceber até que ponto a pessoa conhece e está alinhada com a cultura da empresa.
20. O que seria um projeto ideal para você?
Esta é uma versão daquela clássica pergunta o que dá brilho em seus olhos, já bem difundida em entrevistas de emprego. “Pergunto aos candidatos: no mundo ideal o que você gostaria de ter”, conta Falcão. O candidato deve estar pronto para dizer qual o estilo de gestão ideal, qual a cultura organizacional que mais tem a ver com ele. “A sinceridade e ter histórias comprovadas para contar é que contam a favor. A pior entrevista é aquela em que é o entrevistado chega com frases prontas”, diz Falcão.
Com informações do site Exame.
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segunda-feira, 19 de novembro de 2012
Construa um bom relacionamento com sua equipe
O bom empreendedor deve ter sempre em mente que os empregados são parte fundamental de sua empresa, e que a fidelidade e motivação deles pode ser a diferença entre o sucesso e o fracasso. Agora, como conseguir isso? Uma publicação recente da Forbes listou cinco dicas para os empresários que desejam criar laços duradouros com seus colaboradores.
1. Responsabilidade
Deixe claro para sua equipe que você confia nela, distribua responsabilidades entre eles e os faça sentir que são fundamentais para a empresa. Incentive-os a dominar novas habilidades, competências e capacidades. Caso aja um cargo de liderança livre, dê preferência aos profissionais que já fazem parte da empresa há mais tempo.
2. Respeito
Qualquer profissional quer ser respeitado como pessoa e que suas contribuições sejam apreciadas. Se o empreendedor não reconhece o esforço do funcionário, seja porque está ocupado demais ou distraído com seus próprios interesses, eles provavelmente se sentirão insatisfeitos e irão procurar outro lugar que os motivem.
3. Participação nos lucros e resultados
Reserve uma parte do salário de todos os funcionários para o desempenho da empresa. Isso só não irá motivá-los a trabalhar melhor, mas vai alinhar os interesses da empresa, lucro, com um incentivo extra para sua permanência à medida que vão crescendo na carreira e na empresa. O profissional se sente mais valorizado e fica mais envolvido com a empresa. Pois sua participação trará resultados para eles também, diretamente.
4. Recompensa
A recompensa é semelhante ao respeito e à PLR, mas vai além de recompensas monetárias e entra no campo da gratidão. Ser agradecido pelo trabalho de seus empregados é importante. Ofereça prêmios entre as equipes, realize festas da empresa, apoie empregados que estejam passando por momentos difíceis, com sua família ou consigo mesmo, entre outras atitudes que demonstrem afeto e reconhecimento ao profissional.
5. Tempo para todos
Lembre-se que é o trabalho que permite que a empresa cresça, e tenha sempre em mente que seus funcionários podem, e devem aproveitar suas vidas quando estão fora do escritório. Entenda que seus empregados têm família ou podem ter recessos ocasionados por doenças ou gravidez.
Com informações do site Administradores
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sexta-feira, 16 de novembro de 2012
Conheça as oito principais características de um bom empreendedor
Cada vez mais nascem novos empreendedores no país, e esta atividade nunca esteve tão fácil de praticar devido às facilidades atuais de crédito. Segundo o diretor-executivo da Innovia Training & Consulting, Ricardo M. Barbosa, essa nova fase do empreendedorismo brasileiro se deve as perspectivas de grande impulso econômico no país na comparação com os outros lugares do mundo.
Além disso, o governo oferece diversas facilidades para que o microempresário possa crescer, como a formalização por meio do micro empreendedor individual e a recente aprovação da empresa individual de responsabilidade limitada, que permite que uma pessoa física seja titular de todo o capital de uma empresa, devidamente integralizado.
"Se por um lado o empreendedorismos está em alta, também há o problema do fechamento rápido das empresas, já que as pessoas não possuem todas as características empreendedoras, apenas conhecem o produto ou serviço que querem ofertar, porém, mesmo nestes casos, é possível se aperfeiçoar e ter uma empresa de sucesso", acrescenta.
Com a ajuda de Ricardo M. Barbosa o site Infomoney listou oito características que todo empreendedor que deseja ter sucesso deve possuir. Confira:
Iniciativa e proatividade: Em qualquer empresa, e em qualquer função, ter proatividade destacará você dos demais, já que mostra uma vontade do empregado de crescer junto com a empresa. O empreendedor, por sua vez, não se preocupará apenas com os demais funcionários, mas com todos os concorrentes que existem no setor de atuação, portanto, agir é imprescindível para fazer os resultados aparecerem;
Autoconfiança: O profissional que quer ter seu empreendimento precisa ter plena convicção daquilo que quer e confiar em si mesmo para tomar decisões, arriscar e buscar soluções parra problemas que envolvem vários setores.
Análise e Planejamento: Sempre é importante saber tudo os seus concorrentes, a economia, os setores externos e o que existe de semelhanças com a sua empresa, para saber os riscos e as estratégias mais eficazes. Dessa forma é possível antecipar ações e não apenas apagar incêndios.
Conexões e Criatividade: O bom empresário deve estar sempre atento às inovações e novas tecnologias no mundo, e saber aplicar essas inovações ao cotidiano da empresa e ao seu campo de atuação podem levar a um retorno imediato.
Controle: O empreendedor jamais deve esquecer que ele é que manda, e que é possível e necessário delegar as funções, mas não é aconselhável entregar todo o processo nas mãos da equipe, por mais competente e confiável que ela seja. Portanto esteja na frente, crie métodos que possibilite a visibilidade de todos os projetos em andamento, com o bom e velho relatório.
Liderança: Nem todos nascem para serem líderes, essa não é uma tarefa fácil, mas é importante que o empreendedor saiba liderar com eficácia, planejar, dividir as funções, reunir e organizar as ações. Essas são funções que o líder precisa ter para que a equipe esteja, sobretudo, motivada e segura por trabalhar com você.
Persistência e Otimismo: É fato, toda empresa em algum momento passa por uma crise ou dificuldade, falta de clientes, crise externa e interna, mas o que fará com que você superem este problema é o otimismo e a persistência atrelada com o jogo de cintura para driblar as dificuldades. Nesta hora é preciso ter em mente o seu potencial e suas habilidades e a partir daí iniciar o plano de ação e conquistar seus objetivos.
Aprendizagem contínua: O bom profissional, sendo ele empreendedor ou não, sabe, ninguém nunca sabe de tudo. Ele precisa sempre se capacitar, e crescer na sua área, portanto se não possuir algumas das características citadas, aprenda e se especialize para então desenvolvê-las e aprimorá-las com o conhecimento adquirido.
Com informações do site Infomoney
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quarta-feira, 14 de novembro de 2012
Conheça os problemas mais comuns nos restaurantes e saiba como evitá-los
Mesmo em um mercado tão lucrativo como os restaurantes os problemas são comuns, e muita coisa pode dar errado, por isso atente-se. A Folha de São Paulo entrevistou cinco frequentadores assíduos de restaurantes e listou os maiores problemas encontrados por eles nos estabelecimentos, conheça-os e evite-os.
À mesa
Lixar ou limpar?: Todos concordaram: guardanapo sintético, aquele mesmo, que espalha a sujeira na sua boca em vez de limpá-la, é um desastre. O de papel também não é lá muito bem quisto. "Os dois são ruins, não absorvem a sujeira", diz Carlos Alberto Dória.
Pintou sujeira: Não adianta a comida ser deliciosa e a limpeza do restaurante ser impecável se a toalha de mesa do estiver suja ou manchada. "Se o lugar não consegue seguir um padrão de limpeza, é melhor não ter toalha e apostar num joguinho americano bacana", diz Rosa Moraes.
A vida dos outros: Nada de mesas muito próximas, além de dificultar a passagem e ser difícil para conversar, os detalhes íntimos de um grupo pode ser escutado por pessoas de outra mesa. "Tem mesas tão grudadas que você quase vê a mensagem que a pessoa do lado está mandando pelo celular". Afirma Gisela Brandão.
Com o garçom
Matraca: Muitos garçons falam demais, e as vezes querem se meter na vida ou conversa do cliente, isso é errado, instrua seus funcionários a falar pouco com o cliente.
Beber, beber, beber: Algumas pessoas gostam de comer de taça vazia, e muitos garçons ficam enchendo a taça do cliente a cada gole tomado. Para Alexandra Corvo, quem faz isso, passa a impressão de estar querendo esvaziar rapidamente a garrafa para vender outra, pega mal.
Tchauzinho no ar: "Irrita muito ter de abanar a mão para pedir alguma coisa ao garçom", diz Rosa Moares. Alexandra Corvo não gosta de demora no serviço. "Assim que você se senta, alguém precisa te oferecer algo. Não pode ficar aquele vazio na mesa, com você largado lá."
No cardápio
Gramática: Para Josimar Melo, existem três línguas: a falada, a escrita e a língua dos cardápios. "Eles sempre têm erro", diz. Em especial, os que trazem nomes de pratos em italiano. Como nhoque, que em italiano é grafado "gnocchi", mas surge como "nhochi". "Dá vontade de rir", completa.
Surpresa: Cardápio sempre precisa informar o preço. Se o prato do dia não estiver no cardápio regular, o garçom deve informar o preço. O mesmo deve acontecer com a carta de vinhos.
Tamanho ‘GG’: Alguns restaurantes têm pratos enormes, que serviriam duas, três pessoas, mas se recusam a dividi-los. Josimar Melo lembra que existem, ainda, aqueles restaurantes que não servem pratos individuais. "E se eu estiver sozinho? E se eu quiser carne, e a pessoa que estiver comigo quiser peixe?"
Com informações do site Folha de São Paulo
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terça-feira, 13 de novembro de 2012
Dicas de empresários para ganhar tempo e ser mais produtivo na empresa
Organizar o tempo não é uma tarefa fácil para os empreendedores. No começo da empresa, boa parte das decisões precisa ser analisada pessoalmente e o corre-corre de reuniões costuma atrasar a agenda.
“Organização do tempo jamais foi um tema fácil de lidar no cotidiano”, diz Flavia Lippi, coach do Instituto de Desenvolvimento Humano Lippi. Para organizar bem o dia a dia com mais produtividade, sete empresários de startups e pequenas empresas contam seus truques para fazer o tempo render mais.
Use a tecnologia
Marcelo Prata, CEO e sócio-fundador da Canal do Crédito, comparador financeiro de classificados online, aproveita as ferramentas tecnológicas para seu mais produtivo na empresa. Além da nuvem e do smartphone, ele utiliza o Skype para ganhar tempo e economizar dinheiro.
Tenha reuniões curtas
Fabio Barbosa, da MundiPagg, empresa de pagamentos online, acredita que oferecer flexibilidade de horário aos funcionários ajuda a melhorar a produtividade. “O foco é sempre no resultado”, diz. Além disso, as reunião são sempre curtas por lá. “Ao invés de reuniões longas, fazemos reuniões curtas, em pé, que duram até 15 minutos”, diz.
Planeje só 70% do dia
Além de coach, Flavia Lippi também é empresária e aplica algumas técnicas para organizar melhor a agenda. Uma delas é saber diferenciar coisas urgentes e importantes. “Urgente são as tarefas que devem ser feitas com rapidez.”, explica. Importante, por outro lado, são situações essenciais para que algo planejado aconteça. Outra dica é programar só 70% do dia e deixar o restante para urgências e imprevistos.
Evite distrações
A habilidade de se concentrar em uma tarefa mesmo com as interferências do ambiente não é de todo mundo. Jorge Moisés Assis, da Dito, conta que descobrir o que costuma te distrair e como combater isso é essencial. “Para mim, basta colocar uma música alta no fone de ouvido e fico 100% focado no meu objetivo”, explica. Além disso, ele sugere a técnica Pomodoro, que consiste em dividir o trabalho em partes de 25 minutos para render mais.
Desprenda-se do e-mail
Jaques Grinberg Costa, do Grupo Easycomp, vê os e-mails como um dos principais ladrões de tempo do dia a dia. Ele deixa a caixa de entrada programada para receber e-mails só quando ele clicar no comando. “Desta forma você poderá enviar, mas não receberá. O ideal é ler e-mails duas ou três vezes por dia”, diz. Outra dica é enviar as mensagens em tópicos e não em textos longos, para ganhar tempo. “A leitura é muito mais fácil”, conta.
Tenha horários para certas tarefas
Deixar para organizar as coisas na hora que chega na empresa pode ser uma armadilha para perder tempo. Carlos Curioni, CEO do site Elo7, prefere deixar algumas tarefas com horário pré-estabelecido. “Separar as tarefas rotineiras em horários específicos, evitando interrupções ao longo do dia, principalmente e-mail. Normalmente, essas tarefas ficam para início e final do dia”, sugere
Limite os assuntos
Davis Smith, CEO do site Baby.com.br, conta que às vezes é difícil se dividir entre os vários locais de trabalho da empresa. Para ajudar, ele usa o Skype, e não o e-mail, nas comunicações internas e tenta restringir os tópicos para as reuniões não durarem muito. “Nós limitamos a cada gerente um determinado período de tempo, o que o obriga a compartilhar apenas os itens mais importantes com toda a equipe”, conta.
Com informações do site Exame.
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