terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Dez razões para planejar o seu negócio



É fato que boa parte das empresas nunca teria saído do papel se as perspectivas de seus respectivos criadores fossem baseadas apenas em planejamento. Ao contrário do que se sabe, a maioria delas surgiu com base em pouco planejamento, se é que houve algum.

É o caso da Apple, da Honda, da IBM, da Microsoft, da Sony, da 3M e da The Body Shop, entre outras, que são frutos da vontade inequívoca de seus fundadores, de prosperar a qualquer custo, com base em erros e acertos cometidos alo longo do caminho, até a empresa ganhar corpo e se consolidar.

Quando Masaru Ibuka fundou a Sony (antiga TTK - Tokyo Tshushin Kyogu), em 1945, com o impressionante capital de pouco mais de 500 dólares, não tinha nenhuma ideia específica de produto. Ele e seu pequeno grupo de sete funcionários fizeram uma sessão de brainstorming para decidir quais seriam os produtos.

Segundo Akio Morita, que entrou na empresa pouco depois da sua fundação, aquele pequeno grupo se reunia em conferências e, durante semanas, tentaram descobrir em que tipo de negócio a empresa poderia se aventurar para ganhar dinheiro.

Eles consideraram uma série de possibilidades, desde sopa adocicada de creme de feijão até miniaturas de equipamentos de golfe e réguas de cálculo. A primeira tentativa de produto da Sony, uma simples panela elétrica para fazer arroz, não funcionava direito e o seu primeiro produto significativo, um toca-fitas, fracassou no mercado.

Por que as empresas, em geral, não planejam?

Existem várias razões, ou justificativas, para as empresas não se planejarem, dentre as quais, pode-se destacar:

1. Questão cultural: de alguma forma, a empresa sempre ganhou dinheiro e, por conta disso, não se acostumou a planejar; na prática, até o momento, ninguém considerou necessário. Frase típica: “em time que está ganhando não se mexe”;

2. Questão de orgulho: seus membros, familiares ou não, foram favorecidos pelas circunstâncias – mercado, planos econômicos, oligopólio, país em crescimento etc. – ao longo do tempo. Frase típica: “eu sei o que estou fazendo”;

3. Zona de Conforto: o planejamento impõe mudança de cultura, principalmente, dos executivos seniores da organização. Mudar, agir, crescer, lidar com pessoas, tudo isso gera desconforto e são poucos os que estão dispostos a investir tempo e energia para isso. Frase típica: “não precisamos disso”.

Eu poderia mencionar também a “questão ignorância”, no sentido literal da frase, ou ausência de conhecimento, entretanto, isso não serve mais de justificativa para empresários ou empreendedores, seja qual for o tamanho da empresa. No mínimo, pode-se pedir ajuda ou consultar a vasta literatura disponível sobre o assunto.

Por que as empresas precisam de planejamento?

De início, tenha em mente o seguinte: pode-se começar uma empresa com pouco ou sem qualquer planejamento. Entretanto, a partir de determinado ponto será praticamente impossível mantê-la competitiva no mercado sem planejamento.

Como me disse certa vez o Prof. Oriovisto Guimarães, CEO do Grupo Positivo, em Curitiba “chega um momento em que você não tem mais domínio da situação e, então, é necessário mudar antes que mudem você”.

Nesse sentido, o planejamento se faz necessário. Por um lado, a ferramenta ajuda o empreendedor a concentrar a sua atenção no negócio e, especificamente, na necessidade de fazer investimentos para revitalizar a empresa. Por outro, garante que os colaboradores reconheçam a necessidade de manter o comprometimento e o foco para as questões mais relevantes para o negócio.

Quando levado a sério, o planejamento pode proporcionar mudanças incríveis para as empresas. Por experiência própria, relaciono a seguir as dez razões principais pelas quais o empreendedor deve adotar uma postura diferente em relação a isso.

Planejamento:

1. Amplia a capacidade de entendimento do negócio e reduz as especulações improdutivas sobre o que está acontecendo;

2. Permite analisar com mais frequência os pontos fortes e fracos e também as ameaças e oportunidades para que se descubra a necessidade da mudança;

3. Aumenta a capacidade do empreendedor para alcançar objetivos por meio da organização das ideias;

4. Confirma algumas hipóteses e questiona outras que devem ser ajustadas com o passar do tempo;

5. Ajuda a preservar recursos importantes;

6. Estimula a empresa a competir e a manter o foco no negócio;

7. Contribui para preservar o negócio sem a dependência dos sócios principais;

8. Comunica e dissemina a estratégia por toda a empresa;

9. Permite o alinhamento das metas gerenciais, operacionais e pessoais à estratégia principal;

10. Proporciona o feedback necessário para aprofundar o conhecimento da estratégia e aperfeiçoá-la.

Em planejamento, o importante é começar. Dê o primeiro passo com fé e, depois de um tempo, com a melhoria dos resultados, não saberá mais viver sem ele. Ainda que seja visto como ameaça por muitos, planejar é essencial para que o negócio prospere e, sobretudo, sobreviva por várias gerações.

Com informações do Administradores. 

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Saiba o que sua mesa de trabalho diz sobre você



Você sabia que sua mesa de trabalho diz algo sobre sua personalidade profissional? É o que dizem especialistas. Segundo eles, nos escritórios de hoje, as pessoas costumam utilizar suas mesas de trabalho para comunicar objetivos, valores e atitudes. Como um empreendedor, a mesa de trabalho dos seus funcionários pode ajudar você a compreendê-los melhor e a motivá-los mais. “Pessoas querem ser conhecidas”, afirma Sam Gosling, psicólogo e professor da Universidade de Texas, em Austin. “Você se torna mais saudável, mais feliz e mais produtivo quando as pessoas te conhecem de verdade.”

Veja as mesas de trabalho dos seus colegas, o que tem nelas? O que eles utilizam como decoração? “É importante procurar por temas”, acrescenta Gosling. Dê foco a objetos que parecem mais constantes e permanentes.

Nadia Goodman, do site empreendedorismo Entrepreneur, listou algumas dicas para perceber o que existe de mais marcante na mesa de trabalho de cada um, e o que elas revelam sobre essas pessoas.

1 – Uma mesa organizada diz que... Você é pontual e pouco autônomo

Pessoas organizadas, e com mesas arrumadas tendem a ser mais confiáveis. Cumprem prazos e certamente serão organizadas profissionalmente falando. “Quando entro em um ambiente de trabalho, procuro por um calendário”, diz Gosling, já que um calendário atualizado é mais um sinal de uma pessoa organizada.

2 – Objetos diferentes significam que... Você tem criatividade e é aberto a novas experiências. 

Pessoas que decoram suas mesas com objetos chamativos ou diferentes tendem a ser abertas a novidades e que tem muita criatividade.  Agências inovadoras, como algumas de publicidade ou startups, atraem pessoas com criatividade e estimulam seus funcionários a exibir suas personalidades. Por exemplo, algumas agências proporcionam crédito em sites de compra para que os funcionários decorem suas mesas. Nesses lugares é possível encontrar uma coleção esquisita de robôs, polvos de pelúcia e máquinas de escrever.

3 - Pôsteres motivacionais e mensagens de inspiração podem significar que você é um pouco neurótico.

Quem enche a mesa com declarações que inspiram é tipicamente um pouco neurótico. “Mensagens assim representam uma forma psicológica de emocionalmente equilibrar pessoas ansiosas”, esclarece o psicólogo americano.

Se você pregou alguns desses pôsteres, não se preocupe, nem sempre eles passam essa má impressão. Pessoas mais neuróticas são na maioria das vezes muito bem-sucedidas no trabalho, e as frases escolhidas por elas transmitem seus valores.

4 - Um espaço aconchegante e convidativo pertence a pessoas extrovertidas.

Profissionais com ambientes convidativos, com portas abertas, potes de doces, cadeiras confortáveis, tendem a ser sociáveis e amigáveis. Elas criam um ambiente que mostra aos outros que são receptivas e que recebem muito bem as visitas (Pessoas abertas a novos negócios).

Sociabilidade pode traçar um caminho para promoções e novas oportunidades. Quem é tímido pode tentar dar um toque de conforto em seu espaço. “É possível aprender a exercitar a sociabilidade, apesar de ser difícil ser tão agradável quanto as pessoas que são biologicamente extrovertidas”, completa Gosling.

Com informações do site papodeempreendedor.com.br

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Quer que sua empresa se destaque? Observe a concorrência



Um dos passos mais importantes para definir sua permanência no mercado é a observação da concorrência, principalmente se você acabou de chegar no mercado. Descobrir qual sua receita, quanto pagam aos seus empregados e como lidam com os fornecedores e clientes podem mostrar em qual ponto você precisa se destacar e o que não errar nessa empreitada.

Isso pode parecer óbvio, mas muitas pequenas empresas não fazem essa simples lição. “Os empresários sucumbem ao excesso de confiança e podem subestimar o aprendizado com seus futuros concorrentes”, disse o professor de empreendedorismo da Washington University, Clifford Holekamp. “A competição oferece uma visão objetiva sobre ideias que funcionam na prática”.

Um artigo publicado no The Wall Street Journal reuniu algumas estratégias que você empreendedor pode utilizar para saber sobre os seus concorrentes.

Quais são os lucros

É importante ter uma ideia do lucro seus concorrentes estão tendo. Isso não só ajuda a definir suas expectativas para seu próprio negócio, mas também permite que você reconheça as “oportunidades potenciais, parceiros e ameaças”, diz o co-fundador e presidente da ReverbNation.com, Jed Carlson.

Mas, se esses números não são públicos? Faça alguma triangulação. Obtenha informações sobre o tamanho de sua indústria, suas vendas, funcionários e, em seguida, procure pistas que permitam descobrir o tamanho do empreendimento concorrente. Carlson exemplifica: se você tem uma fonte que afirma que o mercado é de R$ 1 bilhão e outra que diz que a empresa tem uma quota de mercado de 20%, a empresa poderia, então, ter uma receita de R$ 200 milhões.

A verdade sobre os salários

Outra informação que você pode descobrir online como que seu concorrente paga a seus funcionários.  “Isso é fantástico, porque os esforços de recrutamento têm de ser competitivos e alinhados com as taxas do mercado", diz o presidente e fundador da consultoria de tecnologia Chase, Jared Franklin. “Eu não teria nenhuma chance no mercado se não recrutasse os melhores profissionais e se eu não tivesse orçado e planejado o quanto cada um deles iriam custar o meu negócio". Você pode também olhar nos sites de vagas de emprego para descobrir que tipo de empregado o concorrente está querendo contratar, mas atente-se que o salário não é o mais importante, e sim os benefícios oferecidos. 

Sinta o clima
Você não pode descobrir tudo em um computador. É importante conversar com profissionais que trabalham ou já trabalharam na empresa concorrente, diz o professor da Babson College, Angelo Santinelli. Vá ao local, veja seus produtos, confira os serviços e o atendimento ao cliente. Procure falhas ou inovações nos sistemas.

Vá direto à fonte
Você pode aprender muito conversando com seus próprios concorrentes. Quando Holekamp fundou seu negócio no mercado de saúde, ele visitou pessoalmente a concorrência para ver quais opções ofereceram e como eles operavam. Às vezes, ele visitava anonimamente e outras ele se apresentava como um possível investidor. Mas, muitas vezes, disse a verdade. 

“Precisamos ter ética quando as informações estão dificilmente disponíveis para o público geral”, disse Holekamp. Também ser agradável ajuda no processo. “Se você tiver abordagem amigável, a maioria dos concorrentes não irá se importar de compartilhar experiências e dicas”.

Não perca o foco

Mesmo fazendo sua pesquisa, mantenha alguma perspectiva. Fornecedores de um concorrente e ex-empregados podem exagerar em algum ponto. As informações que você obteve a partir de associações comerciais, sites de vagas de emprego e outros meios também podem estar desatualizados. Fique atento. Além disso, não se esqueça que a questão mais importante que empreendedores enfrentam é saber se os clientes compram seus produtos e estão satisfeitos, diz o professor de empreendedorismo no Babson College, Steven Gold.

Com informações do Infomoney.

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Pontualidade de pagamentos das microempresas atinge melhor desempenho em seis anos



A pontualidade de pagamentos das micro e pequenas empresas atingiu 95,4% em 2012. Foi o melhor desempenho anual deste indicador, cuja série histórica iniciou-se em 2006: 93,6% (2006); 93,9% (2007); 94,2% (2008); 94,3% (2009); 95,1% (2010); 94,9% (2011). Os dados são da Serasa Experian.

A pontualidade de pagamentos das micro e pequenas empresas no ano de 2012 foi maior nas empresas comerciais com 96,0% de pontualidade, crescendo 0,7 ponto percentual ante à média de 2011 (95,3%). Nas empresas industriais, a pontualidade atingiu 94,9%, aumentando 0,6 ponto percentual frente à de 2011 (94,3%). Nas empresas de serviços, a pontualidade de pagamentos foi de 94,8% em 2012, alta de 0,4 ponto percentual frente aos 94,4% obtidos em 2011.

De acordo com os economistas da Serasa Experian, o avanço da pontualidade de pagamentos das micro e pequenas empresas no país ao longo destes últimos anos é reflexo de alguns fatores, tais como a tendência de redução da taxa real de juros verificada neste período bem como do aprimoramento das técnicas de gestão envolvendo as micro e pequenas empresas. 

O fato do eixo dinâmico da economia brasileira ter se deslocado mais para o mercado doméstico, principalmente no pós-crise externa de 2008, é algo que também favorece o desempenho das micro e pequenas empresas no país.

Em 2012, o valor médio dos pagamentos pontuais cresceu 9,8% em relação ao valor médio de 2011, atingindo R$ 1.807. O maior valor médio foi registrado pelas micro e pequenas empresas de serviços: R$ 2.061. O menor valor médio ocorreu no setor industrial: R$ 1622. Já as micro e pequenas empresas do setor comercial efetuaram pagamentos pontuais no valor médio de R$ 1805 no ano passado.

Com informações do O Povo.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

5 coisas que você não deve fazer em uma negociação



Donos de pequenas empresas constantemente se deparam com situações em que é necessário sentar com um cliente ou fornecedor para chegar a termos que agradem a ambos. Quando há interesse, há negociação. Um dos principais erros dos empreendedores é se deixar levar pela ansiedade. “As pessoas querem fechar negócios da forma mais rápida”, diz Diego Maia, presidente do Grupo CDPV (Centro do Desenvolvimento do Profissional de Vendas).

Para Mário Rodrigues, diretor do IBVendas, a negociação é um confronto de interesses e acaba deixando desconfortável o empreendedor que não está acostumado com esse tipo de situação. “As pessoas precisam estar atentas desde o primeiro momento e preparar a argumentação”, afirma. Com a ajuda de Maia, Rodrigues e Marcelo Ortega, especialista em vendas, EXAME.com listou as principais atitudes que devem ser evitadas.

1. Negociar com pressa

As pessoas passam certos sinais que não devem ser ignorados. O momento ideal para negociar não é quando o seu interlocutor está com pressa, verificando o relógio ou o smartphone incessantemente. “Não pode ter pressa, o bom negociador cria situações melhores para não perder chances”, explica Ortega.
Não identificar o que o cliente realmente precisa é consequência de uma postura dominadora da conversa. “Quem está vendendo tem que escutar mais”, explica Maia.

2. Agir pela emoção

Negociar o melhor preço ou prazo mexe com as emoções de qualquer profissional. Mas, o empreendedor não deve entrar em uma discussão quando há impasses na conversa. “O que é mais importante: ganhar um contrato ou ganhar seu ponto de vista?”, questiona Rodrigues. Ele explica que não é uma disputa de posição porque os dois lados estão em busca de um acordo.

É comum que os empresários fiquem na defensiva quando são apresentadas objeções sobre o que eles estão propondo. “As pessoas confundem esse sinal, significa que a pessoa ainda está com uma dúvida e precisa ser convencido um pouco mais”, explica Ortega. Para o especialista, o pior não é a objeção, mas quando não há resposta do outro lado.

3. “Entregar” de primeira

Negociar requer habilidade, mas a pressa em fechar o negócio deve ser deixada de lado. “Acaba perdendo lucratividade”, afirma Maia. Ele explica que entregar a melhor condição, preço ou prazo já na primeira conversa pode deixar o empresário em desvantagem.

Ortega explica que dúvidas que empreendedores têm como ‘o meu fornecedor não vai me atender nesse prazo’ ou ‘ se eu passar isso para o meu cliente, ele não vai aceitar’, são decorrentes da ansiedade. Nesses momentos, tem que estar preparado para agir com frieza e estar atento ao controle emocional.

4. Não ter as informações necessárias 

Imprevistos acontecem, mas ao estar ciente de que um encontro resultará em uma negociação, prepare-se. A falta de preparo abre brechas para que o empreendedor entre em contradição ou acabe se apoiando em dados vagos.

“Negociar sem identificar qual é o desejo ou a necessidade desse cliente e empurrar qualquer coisa, sem ter informações precisas, não funciona”, completa Maia.

5. Só pensar no próprio benefício

Colocar-se no lugar do outro durante uma negociação é essencial. “Negociação é sempre um confronto de interesses e as pessoas buscam um interesse em comum”, afirma Rodrigues.

De acordo com Ortega, essa inversão de foco é necessária porque o empreendedor com habilidade de negociar é aquele que pensa também no que o outro pode ganhar ao fechar o negócio.

Com informações da Exame.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Conheça as 10 expressões que jamais devem ser usadas por bons empreendedores


Existem empreendedores que estão familiarizados com alguns termos, e que costumam utilizá-los no dia a dia, mas existem dez expressões que um bom empreendedor jamais deve usar segundo especialistas, seja em um almoço, em uma negociação ou mesmo em uma simples conversa. Elas podem passar uma má impressão do empresário e da empresa. Se você é dono de uma pequena empresa ou de uma startup, confira abaixo 10 frases que devem ser evitadas.

1 – “Meu produto é tão inovador que não tem concorrentes”

Durante uma apresentação sobre a startup, o mais importante é captar a atenção do interlocutor. Cassio Spina, investidor-anjo e fundador da Anjos do Brasil, explica que quando um empreendedor utiliza essa expressão, a ideia que passa é de que ele não estudou o suficiente do mercado.

2 – “Você está dizendo uma bobagem”

Um bom empreendedor deve saber receber criticas e sugestões de cabeça aberta, mesmo que ele tenha a razão no final, você pode defender seu ponto de vista, mas sem ser arrogante e respeitando a opinião dos outros.

3 – “Nossa solução é excelente”

Quando estiver falando sobre seu negócio, procure apresentar o problema antes da solução e depois mostre como sua solução resolveu essa crise. Não adianta ficar “endeusando” sua solução sem mostrar a eficácia dela.

4 – “Somos lideres de mercado”

Expressões como essa podem afastar os clientes. Usar essa afirmação somente para chamar a atenção - ainda mais se não for verdade - pode fazer a empresa perder a credibilidade com os consumidores.

5 - “Não quero problemas. Quero soluções"

Como  chefe, o empreendedor deve  fazer acontecer por meio das pessoas e ajudá-las a se desenvolver. Ao lidar com a sua equipe e repetir essa expressão com frequência, em vez de estimular a inovação, o empreendedor acaba desmotivando seus funcionários.

6 – “Você não fez nada mais do que a sua obrigação”

Lembre-se, o funcionário precisa de estimulo. Frases como essa só servem para deixar o colaborador sem motivação dentro da empresa, e você pode correr o risco de perdê-lo para o concorrente, além de contribuir para que o ambiente de trabalho fique todo tenso.

7 – “Depois eu acerto as finanças

Se o lado financeiro da empresa não vai bem, a empresa não vai bem. Para evitar sustos, o empresário deve focar em organizar os gastos fixos e variáveis de seu negócio. Especialistas dizem que o planejamento financeiro ao longo do ano é de vital importância.

8 - "Dinheiro da empresa é dinheiro do dono"

É essencial que as finanças pessoais do empresário estejam separadas da empresa. O caixa do negócio nunca deve ser utilizado para pagar contas particulares, pois dessa maneira fica difícil avaliar o quanto o negócio está lucrando ou não.

9 – “Essa ideia custará caro”

A inovação sempre é um dos motores que rege a empresa, se a empresa traz algo novo, suas chances de sucesso são grandes. Se os seus funcionários sugerem ideias para melhorar a performance da sua empresa, tente não barrar com o único argumento de que custa dinheiro. Você verá que barrar as ideias pode sair mais caro.

10 - “Isso já foi tentado antes”

Esta é uma frase que normalmente é dita por pessoas que estão no mercado há mais tempo e que têm experiência no ramo. Mas, para que uma empresa cresça e seja referência, o empreendedor precisa avaliar que o contexto muda e que uma ideia pode ser testada mais de uma vez.

Com informações da Exame

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Franquias no setor de alimentos podem render até R$ 100 mil ao mês



Segundo pesquisas, o setor alimentício é o que mais cresce no país, e que de todas as empresas franqueadas pelo menos 500 marcas pertencem a esse setor. Só entre 2010 e 2011, o crescimento de unidades foi de 15,4%, de 12.015 para 13.866, de acordo com a Associação Brasileira de Franchising (ABF). Diante desses números, o segmento se torna atrativo para os interessados em investir em franquias.
"O segmento de alimentação é o maior segmento no franchising. É um dos que mais cresce e detém o maior número de oportunidades", afirma Filomena Garcia, sócia-diretora da Franchise Store. E segundo especialistas, esse cenário só tende a melhorar nos próximos anos, devido a dois fatores. O primeiro é que muitas operações são focadas no fast food e com sistema mais simples de operação. "Isso é uma vantagem para quem quer investir e não tem muita experiência em operação de loja", diz. 

O segundo fator se deve ao aumento no número de shoppings centers no país. "Cerca de 80% das marcas de uma praça de alimentação são franqueadas. É o primeiro espaço que se ocupa quando o shopping é lançado", diz. Filomena aponta que os três nichos que merecem ser explorados são comida japonesa, alimentação saudável e doces (que inclui cafeterias "Essa mudança de hábitos e cultura faz com que novas oportunidades se estabeleçam no mercado", completa.

Mas é preciso cuidado antes de investir no segmento. Filomena aponta pelo menos dois pontos de atenção. "Não é só porque você está trabalhando em um negócio de fast food, que não é um restaurante com mesa e cadeiras, que você não vai precisar colocar a mão na massa. O dono do negócio deve estar preparado para a operação, se um funcionário faltar, por exemplo. Ilusão é achar que está acompanhando uma franquia de alimentação e que nunca vai cheirar a comida", alerta.

O segundo ponto que merece atenção é o risco, todo negócio tem seu risco, achar que todo mundo precisa comer e sua franquia dará certo é um erro grave. "Todo negócio tem um risco. Só a marca não garante sucesso para ninguém", completa Filomena.

Com informações do Estadão.